Ficção

A Festa do Penta

chubfest4-14_3Sempre digo que não sou brasileiro, uma vez que as três coisas preferidas do brasileiro são cachaça, futebol e mulher. Algumas vezes, contudo, falando em futebol, assisti umas partidas da Copa pra ver aqueles coroas lindos que ficam nos lugares especiais das arquibancadas, uns torcedores especiais, ou mesmo algum médico ou técnico, prncipalmente da Seleção Brasileira.

Eis que bem próximo à minha casa haveria a festa para receber o Felipão e a equipe técnica, e eu meio de bobeira não poderia deixar de ir. No mínimo, sairia de dentro de casa.

Não sou nenhum Paul Sorvino, mas sei que sou notado por onde passo. Tenho 1,80m, 100kg, olhos azuis, pêlos no peito, braços e pernas fortes, sou másculo e discreto, sem deixar de ser safado quando tenho que ser.

Cheguei cedo, e logo “casei” na festa. Havia um coroa, muito feio por sinal, que não parava de me seguir, por onde quer que eu fosse, depois que retribuí um aceno de cabeça, mais por educação do que por qualquer outra coisa. Filho da puta que sou, quando enchi o saco daquela perseguição, fiz cara de mau e perguntei: “o que houve, tchê? Eu tô cagado por acaso? Vai ficar olhando muito?”, ao que a feiúra em pessoa largou do meu pé.

Com a câmera digital fotografei alguns dos muitos coroas que começaram a chegar, até que percebi que um deles, em especial, também olhava de maneira insistente pra mim. Desfiz a carranca e dei um sorriso para o homem, que avermelhou e sorriu sem jeito. Deu uma disfarçada, virou de costas pra mim, e eu pude ver uma bunda grande, arrebitada, cuja visão fez com que meu cacete latejasse dentro da calça. Eu gosto de coroas gordos, mas aquele ali, mesmo sendo meio magro, me deixou louco.

Engraçado, nesses momentos eu, puta velha, acostumado a seduzir os sujeitos mais travados, e liberar os instintos até dos mais enrustidos coroas, fico meio sem graça, sem saber o que fazer, paralisado num lugar só. Pra minha sorte, o homem veio ao meu encontro e puxou papo. Dei um jeito de levá-lo para o meio da multidão, onde ficamos por algum tempo apenas roçando um braço no outro, e depois ele ficou um pouquinho à minha frente, e eu fiquei passando a mão na bunda dele. Enquanto todos cantavam o hino, o safado, em posição de sentido, agarrou meu pau duro por cima da calça, e disfarçadamente ficou me bolinando.

suspenders06“Vamos tomar uma água lá em casa, estou morrendo de sede”, disse eu a ele. “Também estou com sede, vamos logo”.

Percorremos o curto trajeto até meu apartamento sem dizer palavra. Eu imaginando por onde começaria a desfrutar do corpo dele, ele não faço a menor idéia do que pensava.

Quando entramos no elevador encostei-o na parede do fundo, e meti um beijo que ele não esperava. “Eu nunca beijo homem”, disse ele, ao que prontamente beijei-o novamente, para ele saber que as coisas seriam do meu jeito, e não do jeito dele.

Entramos em casa e já fui logo tirando sua roupa. A camiseta escondia um peito largo, peludo, com dois mamilos rosadinhos, que não tardei a chupar. Ele me abraçava, passava as mãos nas minhas costas, no meu cabelo, e logo quis tirar minha roupa também. Fiquei em pêlo, e ele, ainda de calças, veio chupar meu pau duro. Deixei ele segurar, mas não deixei pôr na boca. Isso costuma deixar os putos loucos de tesão.

Tirei o resto da roupa do velho, e encontrei um pauzinho pequeno, de uns 12cm, querendo começar a endurecer, um saco grande e peludo, e a bunda grande e redonda que havia me seduzido. Depois de um bom banho deitei-o na cama, e beijei seu corpo todo, dei uma chupadinha no pinto, nas bolas (sou doido por saco grande), e posicionando-o de frango assado caí de língua naquele cuzinho rosa que parecia não ser muito habituado a levar pica. Ele gemia tanto e tão alto que fui obrigado a deitá-lo de bruços para que o travesseiro abafasse um pouco os ruídos.

Cansado de chupar seu rabo, e com o cacete pedindo pra ser mamado, deitei ao lado dele. “Agora pode chupar, se você quiser.”

Ele veio sôfrego, segurou o cacete com as duas mãos, e lentamente foi engolindo minha verga. O puto sabia mesmo chupar um cacete! Tive de me controlar pra não gozar na boca dele. Quando vi que não ia mais agüentar tirei o pau da sua boca e comecei a bater com ele na sua cara. Dei uma surra de cacete no velho, que parecia estar em transe.

Deitei-o novamente, posicionado por cima dele enfiei o caralho em sua boca novamente. Fodia sua boca como se fosse um cu largo, e então enfiei o cu na sua cara. Ele me fez um cunete gostoso, enfiou a língua no meu rabo, e lambia e chupava com maestria. Por isso que é bom trepar com velhos, eles sabem tudo de dar prazer a outro homem.

Já não agüentando mais de tesão, encapei o pau, passey KY no cuzinho dele, e, de ladinho, lentamente fui me apossando de suas pregas. Ele gemia de dor, mas eu não dizia nada, apenas ia avançando lentamente, tirava um pouquinho, enfiava de novo. Até que o caralho estava todo alojado no rabo dele. A cena era linda de ver, aquela bunda carnuda engolindo meu cacete.

Gosto de foder de ladinho porque o contato corporal é maior. Meu corpo fica colado ao do meu homem, posso sentir suas costas no meu peito, ou seu peito em minhas costas, quando estou tomando ferro no cu.

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Fodi o sujeito mais um pouco, e resolvi colocá-lo de quatro. Enquanto eu o enrabava, puxava seus cabelos, não pra machucar, mas pra ele se sentir realmente sob meu poder. Depois ele sentou no meu caralho, me deu de frango assado, quando pediu que queria gozar, não agüentava mais. “Claro, goza com meu caralho no teu rabo.”

Meti fundo, ritmadamente, enquanto ele se punhetava. Seu cacete pequeno e duro logo começou a golfar leite, numa quantidade absurda, espantosa. Sua barriga peluda ficou toda melada de porra, e seu corpo trêmulo de prazer.

“Agora é minha vez”, disse eu, ao que ele fez questão que eu deitasse em seu braço pra acabar. “Assim está desconfortável para os dois”, disse ele, “deixa eu lamber o teu rabo.”

Então o coroa começou a chupar meu cu de uma maneira que eu nunca havia visto antes! Ele lambia, enfiava a língua, chupava, mordia minha bunda, repetia os movimentos aleatoreamente. Gozei como um louco, e desmaiei exausto.

Quando acordei o coroa estava deitado em meu peito, abraçado a mim, dormindo a sono solto. Acariciei seus cabelos, seu rosto, e lamentei que fosse apenas mais uma trepada fabulosa. Desejei poder ter um homem apenas, o único, para estar comigo. Desejei que ele não precisasse ir embora, desejei que além do tesão estivéssemos apaixonados um pelo outro. Creio que meus pensamentos acordaram-no, e despedimo-nos com um longo beijo.

É provável que eu nunca mais o veja, mas fica a lembrança de uma trepada espetacular.

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