Histórias Reais

Alberto

wolfmarkusPra quem ainda não sabe, sou um ursão de 30 anos de idade, 1,80m de altura, 100kg de peso, olhos azuis, barba e cabelos castanho-escuros. Devido a minha estrutura física, embora um pouco gordo, não sou obeso, tenho o corpo forte, peitos e costas peludos.

Essa estória começa numa madrugada de sexta para sábado, fria, quando eu voltava da boate a que meus amigos me levaram. Desde que meu companheiro falecera semanas antes, meus fiéis escudeiros vinham de todas as maneiras tentando me pôr mais animado.

Cheguei em casa e fui direto para o computador, para ver se estava tudo bem com o site, conferir os e-mails, e dar uma passadinha pelo chat. Lá encontrei, ou melhor, fui encontrado por um cara que apenas dizia ser coroa, peludão, e ter olhos azuis. Eu, a meu turno, não estava muito interessado em descrições e masturbações pela Internet. Na verdade, nem sabia o que estava fazendo ali.

Ambos estávamos por ir deitar, mas alguma coisa diferente foi acontecendo, pois eu não conseguia despedir-me dele, e a cada frase enviada aumentava a vontade de responder, e receber outra dele. Conversamos até as 8h da manhã, e só fizemos uma despedida porque ele tinha compromissos e não podia mais ficar na frente do micro.

Ficamos umas seis horas conectados, trocando idéias, falando de nossas vidas, e tudo parecia não ter acontecido em mais do que dez ou quinze minutos. Porque o homem tinha um jeito delicioso de envolver-me, era sutil nas perguntas e nas colocações, demonstrava uma inteligência fora do comum, aliada a uma simplicidade que só os verdadeiramente privilegiados conseguem ter.

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Falou-me de sua vida, da viuvez, dos filhos, do trabalho, superficialmente falamos no meu companheiro que se fôra, não falamos absolutamente nada em sexo, nem em momento algum baixamos o nível da conversa. Não costumo freqüentar salas de bate-papo (nem mesmo a do meu próprio site), mas quando resolvo fazer isto não costumo criar vínculos com estranhos, nem ao menos trocar e-mails. Mas com ele foi diferente. Não menti uma vírgula sequer em tudo que falei, e ao final resolvi dar-lhe meu e-mail “oficial”, pois algo dizia que eu poderia confiar nele.

Nesse ponto calha eu dizer que sou, sempre fui e creio que sempre serei, um sujeito extrema e essencialmente monogâmico. Mesmo quando eu achava que era heterossexual e era casado com uma mulher jamais eu a traí. Só fui deixar acontecer uma situação com outro homem depois de estar separado dela. Meu primeiro caso foi com um sujeito que seria o mais discreto de todos, pois o cara era juiz. Mas durante uma bebedeira ele acabou metendo os pés pelas mãos, magoando-me muito, e por linhas tortas a Vida escreveu certo, fazendo-me vir embora para a Capital, afim de encontrar minha felicidade.

Com meu companheiro anterior estive durante mais de dois anos, eu o amava muito, e encontrava nele a recíproca que qualquer um gostaria de ter. Uma noite, aos 46 anos de idade, meu fofo sofreu um ataque cardíaco, longe de mim, e o socorro demorou demais a chegar.

Depois dele tive umas trepadas isoladas aqui e ali, um ou outro passeio à sauna, mas parecia que nada poderia devolver-me a alegria perdida, ninguém seria capaz de fazer sorrir meu coração de luto.

Pois bem, o fato é que meu novo amigo era interessante demais, muito mais do que eu poderia conceber. Trocamos correspondência por três semanas, numa troca muito intensa de sentimentos, de experiências, de opiniões, de tudo, enfim. Cada mensagem que ele me enviava parecia conter uma dose de alguma droga virtual que me fazia sentir feliz, meio bobo até. Um belo dia, percebi-me completamente apaixonado por aquele homem que eu não conhecia, cuja voz jamais havia ouvido, mas que abria seu coração pra mim por e-mail.

É claro que eu tinha muitas dúvidas com relação a ele, pois não havíamos trocado fotos nem telefones, estávamos apenas trocando correspondência. Imaginava se ele seria mesmo o que dizia e aparentava ser, mas ao mesmo tempo sabia que fosse ele como fosse, eu já estava completamente apaixonado por ele.

Já não dava mais pra agüentar a vontade de estar próximo a ele, chegávamos a mandar cinco, seis e-mails no mesmo dia, quando ele me pediu que enviasse uma foto. Que, aliás, não seria retribuída por ele não ter nenhuma foto digitalizada. Acabei mandando seis fotografias para ele, as seis que eu tinha em casa. Tolamente eu me arrependi depois, condenando-me, por ser tão oferecido e atirado. Mas ele gostou do que viu.

daddy021No final de semana seguinte ele me telefonou pela primeira vez, e eu quase enloqueci ao ouvir sua voz: macia, clara, com um acento germânico que me deixava louco! Ao telefone, ele só confirmava a impressão que eu tinha com a correspondência. E a cada dia eu estava mais apaixonado por ele. Corria o risco de ele ser horrível, mas ainda assim, apaixonado como estava, eu o quereria.

Convidei-o, então, para tomar um café na minha casa, na quarta-feira vindoura. Foi a espera mais longa da minha vida. Muito mais do que esperar pela noite de natal quando se é criança, muito mais do que esperar pelas férias de verão quando ainda estamos em março, recém voltando das anteriores.

Na referida quarta-feira, o dia fluiu truncado, tive problemas no trabalho, mas nada disso importava. Eu queria, a qualquer custo, estar com o objeto de minha paixão, mesmo correndo o risco de ele ser jmuito diferente do que eu imaginava, mesmo que não houvesse a tal da “química” entre nós. Saí meio atrasado do trabalho, e não fosse o fato de ele ter chegado um pouco atrasado, com relação à hora combinada, e eu teria deixado o pobre homem esperando por mim na frente do prédio.

Cheguei em casa, e nem tive tempo de tirar a gravata e a roupa do trabalho, e o interfone tocou. Eu já sabia quem era, mas ainda assim fiz a óbvia pergunta. “É o Alberto”, respondeu-me aquela voz que já me fizera sonhar algumas vezes. Fui a céu e voltei, e só consegui descer voando para abrir-lhe o portão.

Bem, um de meus temores era de que o homem não fosse aquilo que eu imaginava. E realmente não era. Era muito melhor! Quando eu o vi do lado de fora da grade, sorridente, com aquele bigodão branco, aquela massa, aquele perfume inebriante, só consegui pensar “de que site da Internet será que esse cara saiu”…

Não era possível que aquele homem estivesse ali esperando por mim, que estivesse ali para tomar um café comigo. Não podia crer que alguém como ele, tão lindo, pudesse ser também tão inteligente e sensível, a ponto de despertar uma nova paixão em meu coração até então arrasado pela dor.

Embora a vontade fosse de abraçar-me nele e não soltá-lo nunca mais, segurei o impulso e dei um abraço formal nele, convidando-o imediatamente para subir. Até porque o zelador do prédioi estava por perto, e mais um ou outro vizinho chegando ou saindo do prédio.

Foi breve e formal, mas foi um abraço intenso, que me fez querer que o mundo parasse ali mesmo. O perfume de sua pele invadia minhas narinas, causando-me uma sensação de quase desligamento do corpo. Quem faz meditação pode fazer idéia do que estou falando. Ao mesmo tempo, seu peito forte colado ao meu, suas mãos em minhas costas, suas pernas nas minhas, era tudo maravilhoso, muito bom. Por aqueles talvez dois segundos a vida inteira já tinha valido a pena.

No elevador fui surpreendido, e que grata surpresa, por um “selinho” que ele desferiu em meus lábios. Mas fui muito rápido, e antes que ele pudesse afastar-se de mim abracei-o forte, e dei um beijo de verdade em sua boca. Se o mundo acabasse ali não teria importância, o êxtase em que eu me encontrava era muito intenso.

Embora meu desejo fosse de arrancar com os dentes as roupas dele, pensei em ser formal, oferecer o café, e conversar civilizadamente antes de passar-lhe uma cantada mais direta. Mas meu convidado parecia também ter gostado muito de mim, e logo foi tirando suas roupas, ao mesmo tempo em que tirava as minhas.

A primeira coisa que ele tirou foram os sapatos e as meias. “Bom”, pensei, “não é daqueles que ficam de meias”. Não há nada mais inadequado, inconveniente, ridículo, hilário, do que um homem que não tira as meias para transar. Claro que eu não sabia que iria transar com ele, mas se para tomar café ele já tirava as meias, para trepar é que não deixaria!

daddy031Tirou as meias e pude enxergar um par de pés bem cuidados, perfumados, macios, com touceiras de pelinhos sobre o pé, e sobre os dedos.

Fui então tirando suas roupas, como podia, nervoso, desajeitado, e a cada milímetro daquele corpo que se expunha eu ficava ainda mais em êxtase. Não sou do tipo beato, mas orei em agradecimento por aquele momento umas várias vezes, enquanto ia descobrindo cada aspecto de sua beleza.

Tirei seu pulôver, que era tudo que ele usava da cintura para cima, e vislumbrei a mais linda paisagem que um homem poderia encontrar: uma barriguinha durinha, arredondada, coberta de pêlos grisalhos, que segui com os olhos até chegar ao peito. Na verdade, ele não tem peito, tem um travesseiro feito sob medida para o meu rosto! Um peito forte, largo, totalmente coberto de pêlos grisalhos que um dia foram loiros.

Tirei suas calças, e deliciei-me ao ver um par de pernas bem feitas, musculosas, peludas, que terminavam numa bunda redonda e dura, como jamais pensei que um homem de 55 anos de idade pudesse ter. Não ousei tirar sua cueca, ainda, mas o que eu podia ver me fazia imaginar que ele teria tudo, absolutamente tudo exatamente do jeito que gosto, nas proporções ideais. Trocamos um abraço e um beijo tímidos, e disfarçamos, enfiando a mão dentro da cueca um do outro. E pude ver que meu convidado tinha uma bunda muito peluda, além de redonda e firme. Apenas de cuecas, acabamos na cama.

“Ele aceitou um convite para um café”, pensei, “não vai querer transar comigo”. Grande coisa! Eu já estaria mais do que satisfeito em apenas vê-lo semi-nu, em brincar com seu corpo forte e maduro, em passar a mão por aquela floresta de pêlos grisalhos que era seu peito. Curtir minha paixão, não importando a forma, era a única coisa que me interessava naquele momento.

Para minha alegria, Alberto tomou a iniciativa de tirar minha cueca, que prendia e segurava meu pau latejante de tesão. Era a deixa que eu queria. Fiz o mesmo com ele, pois estava louco para sentir na boca o gosto de seu sexo. À medida em que ia lentamente tirando sua cueca e expondo seu cacete e seu saco, fui lambendo, chupando, engolindo o que podia, tomando cuidado para não machucá-lo. Tentei ser o mais gentil possível, pois o que interessava naquele momento era o seu prazer, e que ele percebesse, entendesse que eu estava realmente apaixonado por ele.

Como eu ardilosamente me posicionara com o pau na altura de seu rosto, enquanto chupava-o, ele tocou meu caralho, meus ovos, e de uma maneira muito safada e delicada alisou meu rabo. Ondas de prazer invadiram meu corpo, e tive de segurar-me para não gozar no instante em que ele pôs meu cacete na boca. Com uma mão ele segurava meu pau, com a outra massageava meu saco.

Eu estava literalmente amando aquela situação, mas eu queria mais. Queria esfregar meu pau por todo o corpo de meu parceiro, queria sentir na glande cada milímetro daquele corpo delicioso que se me apresentava. Deitei sobre meu homem, e tratei de novamente chupar aquele cacete perfeito que ele tinha, que eu punha na boca com carinho e lascívia, fazendo-o gemer de prazer.

Eu queria muito ir às últimas conseqüências com ele. Queria transar com ele, ter aquele cacete duro em meu traseiro, ou enfiar o meu caralho em seu cuzinho peludo. Dei um jeito, e virei meu amante de bruços, afim de poder afastar-lhe uma nádega da outra. Como ele não esboçou nenhuma reação contrária enfiei a língua em seu cuzinho rosado. Percebi que ele abafou um gemido forte, sem dúvida alguma de muito prazer.

Embora nunca em nossa correspondência tivéssemos falado de sexo, uma coisa sobre que eu tinha certeza uma forte impressão era quanto ao seu papel sexual. Talvez por ele ser tão macho eu o imaginasse apenas ativo (o que de certa forma me desagradaria, mas perdoável por ter ele tantas outras características maravilhosas). O fato é que ele não ofereceu resistência, e senti o caminho livre para fazer o que eu tinha vontade.

Levei a cabeça do pau até suas preguinhas rosadas, com medo de estar querendo algo que o desagradasse perguntei apenas: “posso?”. Um “sim” quase imperceptível foi suficiente para que eu encostasse o cacete em su cuzinho e forçasse a entrada. Foi um trabalho muito facilitado, pois enquanto eu chupava seu cuzinho tratei de deixá-lo bem lubrificado para a penetração que eu intencionava. Não era sem alguma dificuldade, mas fui lentamente enfiando todo meu cacete em seu rabinho. Ao mesmo tempo massageava suas costas, sentia suas coxas encostadas nas minhas, e falavra palavras carinhosas a seu ouvido, de forma que ele permitisse a invasão. Plenamente.

Sem dúvida, estava sendo a melhor trepada da minha vida. Enquanto eu comia seu rabinho gostoso, deliciava-me com seu cacete, tocando uma punhetinha em seu cacete delicioso. Estava por gozar, deixando meu sêmen em seu reto. Mais doido ainda eu ficava porque o safado ficava apertando o esfíncter enquanto eu o fodia, propiciando um tesão incontrolável, indescritível.

Quando o gozo feio, acredito que fato, não consegui dizer nada a não ser o mais natural e óbvio: “eu te amo, Alberto”. E presenciei, então, um cacete a gozar fartamente sobre meu lençol. Isso ao mesmo tempo em que eu também inundava seu reto de leite quente, num êxtase potencializado pelo fato de eu também estar gozando, praticamente junto com ele.

Eu tive a certeza de que não havia meramente “trepado” com aquele homem maravilhoso, que parecia ter saído de um daqueles sites americanos de daddies dos sonhos. Ele e eu havíamos feito amor, isso sim!

Exaustos pela trepada, felizes pelo Encontro mais do que de corpos, caímos um nos braços do outro, e passamos mais um tempo abraçados. Já era noite quando ele de sobressalto lembrou que precisava ir embora.

Isso aconteceu há dez meses. A cada dia eu estou mais apaixonado por ele, a cada dia sinto-o mais próximo de mim. A cada dia aumenta a certeza de que ele é o homem que eu pedia a Deus, e ao mesmo tempo sinto-me cada vez mais amado por este homem.

Alberto, tu és a peça mais importante da minha vida, eu te amo profundamente, e tenho em ti meu maior tesouro. E o convite para aquele café está permenentemente aberto, meu amor!

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