Ficção

Dose Dupla

220175Era uma tarde quente de verão, sábado, e eu nada tinha a fazer. Fui para um shopping, aproveitar o ar condicionado, e curtir uma das minhas maiores paixões: o cinema.

Acho que a cidade inteira teve a mesma idéia que eu, pois a sala estava lotada, e só havia lugar na última fileira, ao fundo. Havia, na verdade, duas poltronas vagas, exatamente no meio de dois coroas muito lindos.

Imediatamente esqueci do filme, e fiquei no grande dilema se deveria sentar mais próximo de um ou de outro. Escolhi o mais bonito, que deveria ter uns 55 anos, gordo, calvo, de bigodes brancos, que deixava ver um imenso volume entre as pernas, sob o tecido do seu abrigo.

Tão logo o filme começou desabotoei um pouco mais a camisa, pois estava quente, e logo notei que meu vizinho estava me olhando. Não pude segurar uma ereção, e em poucos minutos já estava com a mão pousada no colo, tentando disfarçar meu caralho duro.

Meu vizinho então começou a encostar sua coxa na minha, e eu permiti. Rapidamente estávamos com as pernas encostadas, nossas mãos se tocando. Havia eletricidade entre nós, os dois machos que se tocavam discreta e sutilmente não podiam esconder o quanto se queriam.

Quando menos esperava meu maravilhoso vizinho escorregouu a mão até meu pau, apertou duas ou três vezes e voltou à sua posição. Eu estava louco de tesão, ainda mais porque a sala estava lotada, havia mulheres e casais ao nosso redor!

Tão logo meu bigodudo largou meu pau o outro homem mudou de poltrona, vindo a sentar-se ao meu lado também. Notei que ele era mais jovem, deveria ter uns 40 e poucos anos. Seu cabelo preto ornava muito harmoniosamente seu rosto bonito. Não tinha pêlos no corpo, nem era muito gordo, mas suas pernas eram fortes e roliças, e tinha um jeito de macho de enlouquecer qualquer um.

Quase não pude acreditar quando senti que ele fazia o mesmo jogo do outro, esfregando sua perna em mim. Mas ele foi ainda mais ousado, porque não esperou nada, e já agarrou meu pau, e não largava mais! O bigodudo então começou a passar a mão sobre a mão do mais jovem, que apertava ainda mais sensualmente meu caralho túrgido.

action05Não me fiz de rogado, e pondo as mãos para os lados tentei alcançar os cacetes dos machos que me bolinavam. Como o bigodudo estava de abrigo folgado, não foi difícil encher a mão em sua mala. O outro, como usava um jeans, não foi tão fácil.

— Você vai ter que escolher, ou ele ou eu — disse-me o bigodudo. E é claro que seria ele!

— Não sejamos quadrados, talvez tenhamos o que curtir a três — disse o outro.

Saímos dali, primeiro eu, depois o bigodudo, e por fim o lisinho, e encontramo-nos numa mesinha da praça de alimentação. Conversamos um pouco, e decidimos ir os três a um motel.

Meu caralho duro parecia que ia estourar, eu não podia crer que aquelas duas beldades estavam indo para o motel comigo!

Tão logo entramos no apartamento o bigodudo me deu um delicioso beijo, e cheguei a arrepender-me de haver aceito o outro conosco. Mas mudei de idéia rapidinho, quando ele chegou por trás de mim, abraçando-me, beijando meu pescoço, e acariciando os poucos cabelos do bigodudo.

Joguei os dois na cama, e despi cada um deles lentamente. O bigodudo por último, porque era mais bonito. Ambos tinham paus de tamanho médio, mas o bigodudo era dono de um formoso saco carnudo que me deixava alucinado!

Logo que os dois estavam nus, vieram para cima de mim, e me despiram vorazmente! Meu pau não é muito grande, mas é bem grosso, e muito duro. Tão logo estive fora da cueca, o moreninho abaixou-se e me fez um delicioso felácio. O coroa chupava meus mamilos, e enfiava um dedo em meu cu, massageando com maestria meu buraquino quase virgem.

Eu não sabia por onde começar, e acabei dando um trato de língua no bigodudo. Beijei seu peito peludo, sua barriga, abocanhei seu pau, e ficava brincando com as bolas. O lisinho então jogou-nos na cama, e enfiou o caralho na boca do bigodudo. Foi quando notei a maravilhosa bunda, branquinha e lisa, que o cabeludo tinha.

Fiz com que os dois fizessem um 69, enquanto me deliciava com o rabo do cabeludo. Seu cu piscava na minha língua, deixando-me louco. Voltei-me para o rabo do coroa, e fiquei ainda mais doido, vendo seu cuzinho rosado, bem próximo de seu saco carnudo.

sd797853Saíram da posição em que estavam, e experimentei pela primeira vez o pau do mais moço deles. Enquanto isso meu coroa chupava minhas bolas, engolia meu caralho.

Posicionei-me, então, ao lado da cama, e pus a perna esquerda erguida, apoiada na beira. Meu coroa chupava meu pau, o mais moço lambia meu cu. Que tesão! Que delícia! Não iria agüentar muito, acabaria gozando.

Deitei, então o coroa de bruços, cuspi em seu rabinho, e comecei a forçar a entrada de seu cuzinho. Enquanto isso, o outro enfiava seu caralho na minha boca gulosa. Logo que venci a dificuldade inicial, meu caralho se alojou no cu do careca. O outro homem tirou a pica da minha boca, e começou a esfregá-la no meu rabo. Lambuzou de saliva, e meteu bala!

Que delícia, comer um homem, e ao mesmo tempo ser comido por outro! Quase calados que estávamos, ficamos os três falando obscenidades, chamando-nos de putos safados, até que o coroa pediu para eu parar de fodê-lo. Então, comecei a foder o cu do mais moço, e meu coroa enfiava sua benga em meu já arrombado cu. Não demorou e ele gozou, pude sentir sua porra quente escorrendo pelas minhas pernas.

Virei o outro, então, de barriga pra cima, e comecei a fodê-lo de frango assado. O coroa, com o pau lambusado, batia uma punheta no cacete dele. Logo gozou, inundando seus poucos pentelhos de leite quente.

Tireu a pica do seu cu, e masturbei-me freneticamente por alguns segundos. Minha porra espirrou, indo parar na boca e no peito do rapaz. O bigodudo, então, beijou-o na boca, lambeu-lhe o peito liso, sorvendo cada gota do meu sêmen.

Dormimos os três abraçados, repetimos a dose, e fomos cada um para sua casa. E nem os nomes não perguntamos um ao outro…

Copy Protected by Tech Tips's CopyProtect Wordpress Blogs.