Ficção

Fetiche: barbeiros

dscn5001Acho que seria interessante eu admitir: barbeiros me dão tesão, e são meu maior fetiche!

Segunda-feira fui até minha habitual barbearia, mais para ver o Deco do que propriamente para cortar o cabelo. Lá chegando, avistei todos os barbeiros vadiando, entre eles o Deco, e um único fazendo a barba de um negrão. O primeiro da fila veio para me atender, mas não teve nem chance.

— Desculpe, eu sempre corto com o Deco.

Deco, como sempre, estava muito lindo em seu guarda-pó branco, a camisa aberta no peito, expondo aquela mata de pêlos. Estava com a barba crescida, o que me chamou a atenção imediatamente. Afinal, eu nunca havia visto meu barbeiro com a barba por fazer.

Muito seriamente ele começou a cortar meu cabelo. Mal sorria. Pelo espelho eu observava seu rosto bonito, seus lábios que eu desejava novamente, seu cabelo curto. Não conhecesse eu meu barbeiro, pensaria que não haveria a menor chance de eu ter aquele homem novamente.

Enquanto Deco cortava meu cabelo, disfarçadamente tocava meu rosto, massageava meus ombros, meu pescoço, deixei os olhos correrem ante o amplo espelho que havia na minha frente. Foi quando notei que havia um novo barbeiro, que eu nunca havia visto antes. Creio que Deco percebeu meu interesse naquele coroa baixinho, gordinho, calvo, grisalho, com farto bigode, que estava sentado de frente para o espelho, displiscentemente coçando o saco mesmo por sobre a calça jeans.

— Alfredo, já te apresentamos o Macedo, nosso novo colega?

Fiquei atônito. Macedo, por sua vez, ao ouvir seu nome, veio cumprimentar-me.

— Alfredo é um dos clientes mais antigos — disse Deco — nem sei há quanto tempo ele corta cabelo comigo…

Macedo era uma simpatia, seus olhos verdes, a pele rosada, o bigodão grisalho. Seus braços eram mais fortes que os de Deco, e sua barriga maior, mais redonda, e também mais dura.

Era tarde, e logo os outros barbeiros foram embora, ficando apenas Macedo, Deco e eu na barbearia.

— Macedo, por favor fecha a barbearia prá nós. Já estou terminando o cabelo do Alfredo, e não gostaria de atender mais ninguém hoje. E acho que tu também estás cansado…

Eu não podia crer! Estava sozinho, fechado na barbearia, com meu velho e gostoso barbeiro, e mais um lindíssimo coroa! Pena, pensava eu, que não daria pra aproveitar.

Eu certamente não parava mais de olhar para Macedo, e acho que acabei por despertar algum ciúmes no Deco. Enquanto Macedo foi ao bar da esquina comprar água mineral, Deco, terminando de espanar os tocos de cabelo de meu ombro, perguntou:

— Gostaste do meu colega? Pensas em trocar de barbeiro?

— Ele é uma gracinha! Será que ele topa uma brincadeira?

— Acho que não. Tem mulher, filhos, vive falando de buceta…

— Não te preocupes, tu continuas sendo o meu preferido, não vai ser qualquer sacudo que vai te destituir do posto. Disse enchendo a mão em seu saco.

jervis12Quando Macedo chegou de volta, estávamos Deco e eu justamente falando do tesão que sentíamos por outros machos. Tentamos disfarçar quando ele chegou, mas o cacete de Deco, duro feito rocha, na perna da calça, acompanhando a coxa, não dava chance a camuflagem alguma.

— Será que estou sobrando? — perguntou Macedo já passando a mão no pau.

— Não, Macedo, bem pelo contrário — disse eu.

— Porra, Deco, que pau grande esse teu! Há dias que te vejo cortando cabelos por aqui, mas não imaginava que tivesses uma guasca desse tamanho!

— Dizes isso — falei — porque ainda não experimentaste esse cacetão do Deco. Posso te garantir que é uma delícia.

Trocamos uns beijos, os três, nem sei quem começou a beijar quem, e decidimos que teríamos de sair dali. Afinal, a barbearia daria, no máximo, pra bater umas punhetas. Rumamos pra minha casa.

Antes mesmo de chegarmos ao apartamento eu já estava beijando a boca de Macedo. Adoro homens mais baixos que eu, pois quando beijo-os apóio sua cabeça em meu braço, e com o outro envolvo seu abdômen.

Chegamos no apartamento, e fomos direto para a cama. Queria curtir aquele corpo maduro e gordinho que estava ali, bem como queria ver meu Deco deliciar-se em um cacete que não fosse o meu. Estávamos os três de cueca, Deco e eu de pau duro, e de Macedo dava pra perceber que o pau era pequeno, mas o saco carnudo e volumoso.

Deitei Macedo de bruços, e comecei a beijar sua nuca, suas costas, massagear-lhe o corpo. Ao chegar na bunda passei batido, indo direto para as coxas. Alisei suas pernas, e voltei para a bunda. Deco, muito mais safado do que eu supunha, já havia enfiado sua pica na boca do outro barbeiro.

Macedo gemia, sugava o enorme caralho, e se deixava entregue aos meus caprichos. Virei-o de barriga pra cima, e Deco enfiou o cu na cara do colega. Seu cacete chegava a pulsar de tanto tesão. Tirei a cueca de Macedo, e caí de boca naquelas bolas enormes. Abocanhei o pinto, que não devia ter mais de 4cm de comprimento, e comecei a chupar também.

Foi então que aquele caralho começou a crescer e a inchar na minha boca. Em poucos segundos eu estava com a boca cheia de carne, e mais alguns instantes e já não conseguia mais engolir aquele cacete todo! Duro, o pau de Macedo devia medir uns 17cm, muito grosso, cheio de veias. Nunca havia visto um pau crescer tanto assim.

Deitei ao lado de Macedo, em posição para um 69, mas ele largou do pau do Deco, e enfiou o rabo na minha cara. Sua bunda peluda, grande, redonda, as bolas grandes penduradas, eram uma visão do paraíso. Senti, então, uma boca quente engolindo-me o caralho, até as bolas. Era Deco mostrando que aprendera a lição.

035Lambi e chupei o cu de Macedo, deixando-o louco de tesão. Foi quando Deco me perguntou se podia comer o Macedo antes de mim. Houve protestos. Não meus, mas de Macedo:

— Nenhum de vocês vai comer meu cu! Esses paus são muito grandes!

Deco calou a boca de Macedo com um beijo. Pena que teve, para isso, de largar minha pica.

Começamos, então, Deco e eu a brincar com Macedo. Eu chupava o cacetão e as bolas, Deco massageava o cu. Enfiava um dedo, tirava, enfiava outro. Peguei um tubo de KY, untei bem o caralho enorme do Deco, e vi aquele cuzinho peludo sendo deflorado. Deco aprendera bem a lição, realmente, porque ele enfiava no cu do barbeiro com calma e carinho. Lentamente vi a bunda de Macedo ir engolindo o caralho do meu barbeiro. Quando esteve toda enfiada, a pica começou um lento vaivém.

— Deco, filho da puta, meu cu tá ardendo! Tira essa pica daí!

Calei a boca de Macedo com meu cacete. Fiz com que a chapeleta roçasse sua garganta, tirando-lhe o fôlego. Viramos o homem de barriga pra cima. Deco pôs seus pés sobre o ombro e, fora da cama, retornou a foder-lhe o cu. Fiquei de cócoras sobre a cara de Macedo e enfiei novamente o caralho em sua boca. Ajoelhei-me sobre ele, e parti pra chupar aquele cacete cujo gosto recém havia descoberto.

Da posição em que fiquei podia ver o caralho de Deco entrando e saindo daquela bundinha peluda. Não agüentei, e comecei a foder com mais força a boca do nosso novo amigo. Senti que seu caralho inchava na minha boca. Ele ia gozar!

Gozou, e deixei toda a porra escorrer por sobre seu cacete. Vendo a cena Deco acelerou as estocadas, e gozou também. A meu turno, bati uma punheta, e em segundos estava banhado com minha própria porra.

Ficamos por algum tempo apenas deitados, amontoados, sentindo o cheiro do sexo, o cheiro de macho que impregnava o ambiente. Busquei umas bolachas na cozinha, porque era só o que havia em casa, e ficamos conversando um pouco. Macedo reclamava que o pau de Deco era muito grande, que estava com o rabo ardido.

artfingerstonySeria hora de recompensar o baixinho, mas eu ainda queria comer seu traseiro. Deco, então, deitou-se de bruços, alegando que assim descansaria melhor. Macedo não perdeu a chance, e começou a beijar todo o corpo do colega. Seu caralho novamente cresceu, e ao enfiar a língua no cu de Deco entendi que ele queria mesmo ir à forra.

Enquanto Macedo ficava chupando o cu de Deco, que não conseguia abafar os gemidos de tesão, tomei uma chuveirada, lavei bem o pau e voltei. Estava com saudade da chupada de Deco, podia lembrar ainda que fôra eu quem ensinara como se chupa pau. Macedo como que me pedia autorização para lambuzar o traseiro de nosso amante, para enfiar aquele cacetão. Com um aceno de cabeça consenti que ele fodesse o cu de meu barbeiro.

Macedo era mesmo muito experiente. Ficou dando umas “cabeçadas” com o caralho na portinha do cu de Deco, e num dado momento enfiou a chapeleta inteira no rabo do parceiro. Deco apertou forte meu caralho com a boca, e entendi que estava doendo. Mas Deco já estava mais acostumado a tomar no cu, eu mesmo ensinara a ele.

O baixinho tirou o caralho, lambuzou-o mais, e enfiou novamente. Dessa vez, contudo, ele foi lentamente enfiando tudo, sem nunca parar, até encostar as bolas na bunda deliciosa de Deco.

Deitou-se sobre as costas do meu barbeiro, deixando a bunda grande, peluda, arrebitada. Tirei o caralho da boca de Deco, e fui conferir o estrago que meu barbeiro havia feito no novo colega. Abri suas nádegas e vi um cu todo aberto, deflorado mesmo. Enfiei o dedo, e ao tirar pude ver vestígios da porra de Deco ainda dentro dele. Lambuzei o cacete, e posicionando-me não sem dificuldade sobre os dois homens, enrabei o macho que comia meu antigo parceiro.

Ficamos um tempo ali, os três, e recomeçamos a foder. Na verdade, quem mais se mexia era Macedo, que requebrava para enfiar o cacete no cu de Deco, e facilitava o trabalho do meu caralho. Não demorou muito e ele gozou no cu de Deco. Ficou deitado sobre o barbeiro, e eu acelerei as estocadas. Gozei também, fazendo meu sêmen misturar-se ao de meu barbeiro.

Pegamos no sono, e quando acordamos já era muito tarde. Os dois foram pra casa, e eu continuei dormindo. Estou pensando seriamente em, hoje, ir aparar o bigode na barbearia…

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