Histórias Reais

Iniciação de um Coroa

daddy141Meu nome é Rodolfo, tenho 54 anos, 1,70m de altura, 85kg, olhos verdes, cabelos e bigode grisalhos, começando a ficar calvo. Fui casado por muitos anos, embora desde cedo tenha tido preferência por indivíduos do sexo masculino, preferencialmente gordinhos e de idade mais avançada.

Mas só tive uma iniciação no sexo com outro homem no ano passado, logo depois de meu casamento desfazer-se, com um colega de trabalho. Seu nome é Alberto, tem 50 anos, é um pouco mais gordo que eu, tem lindos olhos negros sob espessas sobrancelhas também negras, que contrastam com sua barba e seus cabelos brancos.

Estávamos ambos saindo de uma confraternização da empresa, e eu precisava de uma carona para ir para casa, uma vez que minha ex-mulher ficara com o carro. Embora não morasse no mesmo bairro que eu, Alberto ofereceu-me a desejada carona. Aceitei de pronto, e fomos até minha casa conversando banalidades. Ao chegar em frente a meu portão, Albertou perguntou de chofre:

— Rodolfo, como você está se virando sem mulher?

Fora pego de surpresa! O que eu diria a ele? Que não estava sentindo a menor falta? Que preferia mesmo era outro homem? Mentiria alguma amenidade qualquer?

— A gente aprende, Alberto. Além do mais, comprei um microondas e uma máquina de lavar!

— E o que você faz com o tesão? Um homem como você, bonito, saudável, gostosão, deve ter um tesão incontrolável!

Eu não podia acreditar no que meus ouvidos registravam! Meu colega estaria passando-me uma cantada, ou seria mera impressão? E se não fosse nada disso? O fato é que não consegui segurar uma ereção que se fez presente, que deixou minha calça parecendo uma barraca armada. Malditas cuecas largas!

— Olha só, era disso que eu falava. — disse-me ele, passando a mão de leve sobre meu pênis rígido.

Pensei que iria desmaiar, haja vista o estado em que fiquei. O coração disparou, a voz sumiu, o raciocínio parou. A mão daquele homem lindo, maduro, gordo, típico macho, afagando meu pau era algo com que eu jamais sequer sonhara, mas que naquele momento estava me fazendo muito feliz. Juntei o resto das forças que tinha e convidei-o a terminar o assunto em minha casa.

— Vamos, não tenho horário para chegar em casa mesmo… — respondeu-me ele.

Tão logo a porta fechada atrás de nós, controlando-me para não ter um ataque cardíaco pelo tesão acumulado por mais de meio século, peguei pela primeira vez a mão de um homem. Senti sua textura, seu calor, a força dos músculos, aproveitei para sentir os pêlos do braço, e levei a mão até seu peito forte, para sentir, mesmo sob a camisa, seus pêlos macios e grisalhos.

daddy15Ele se aproximou mais de mim, envolveu-me em seus braços, e deu-me um beijo que jamais esquecerei. Foi a primeira vez que senti verdadeiro prazer em beijar alguém. Suas mãos rapidamente começaram a me massagear as costas, a bunda, seus braços a me apertar. Tirou-me a roupa com paciência, cobrindo meu corpo todo de beijos suaves. Deixou minha cueca por último. Despiu-se na minha frente, e eu estático, ficando também só de cuecas. Logo vi que ele tinha um pinto grande e grosso, embora o saco fosse menor que o meu. Abraçamo-nos novamente, e ele se ajoelhou em minha frente. Baixou minha cueca e começou a chupar meu pau.

Que delícia! Meu colega estava me levando à loucura! Enquanto chupava-me o pau, massageava minha bunda, e passave o dedo em meu cu. Quis fazer o mesmo com ele, e logo estávamos fazendo um delicioso 69. Certamente ele, cheio de prática, me dava muito mais prazer do que eu a ele. Mas era delicioso!

Lá pelas tantas ele me virou de bruços, e beijou minhas costas inteiras. Desceu até minha bunda e enfiou sua língua quente em meu rabo. Urrei de prazer, perdi os sentidos, voltei. Nunca tinham me chupado o cu. Pensei que seria bom dar para meu amigo, mas tive medo, pois quando estava a chupá-lo, quase me engasgava com o tamanho de sua vara. Meu cu não agüentaria aquele mastro (creio que uns 18cm de comprimento, e uns 8cm de circunferência).

Porém, não resisti quando ele se posicionou com a benga em minhas nádegas. O calor da chapeleta roçando meu cu era delicioso. Alberto tirou, então, um tubo de KY do bolso da calça, e me lambusou o rabo. Imaginei que também estivesse lambuzando o caralho, porque por alguns instantes não tive a menor idéia de onde ele estivesse, ou o que estivesse fazendo.

daddy16Encostou sua vara dura como aço em meu anelzinho virgem e forçou a entrada. Tentei relaxar ao máximo, mas senti muita dor quando a cabeçorra se alojou dentro de mim. Alberto, experiente em arrombar cus, deixou o caralho parado por vários minutos, enquanto eu me acostumava à invasão que meu corpo sofria. Quando a dora cessou pedi a ele que enfiasse mais, no que fui prontamente atendido. Era maravilhoso sentir um cacete duro no rabo! Estranhamante, eu me sentia muito mais homem naquele momento do que jamais havia me sentido antes.

Alberto deixou a pica novamente enterrada em mim por mais alguns minutos, tão logo senti seu púbis em minha bunda branca. Então, começou a realmente me foder. No início vagarosa e calmamente. Aos poucos foi acelerando o ritmo das estocadas, e meu tesão aumentando. Viramos de lado, e ao mesmo tempo em que tomava no rabo eu podia tocar uma punheta. Alberto me dizia palavras desconexas, me chamava de viado, de seu macho, de gostoso. Até que começou a gemer, e a acelerar o ritmo das estocadas. Imaginei que ele estivesse gozando, e fiquei feliz por saber-me com o rabo cheio da sua porra.

Com o seu cacete ainda enfiado em mim bati uma punheta, fazendo meus 16cm de pica espirrarem longe uma farta dose de porra, que alojou-se sobre meu estômago. Alberto tirou o cacete ainda duro de meu cu, e lambeu-me as bolas, chupou-me o pau melado de porra (ainda lembro que pensei que morreria de tanto prazer), e bebeu cada gota de meu sêmen, deixando-me novamente sequinho qual no início da noite. Beijou-me, e pude sentir em sua barba o cheiro do meu esperma.

Com o cu latejando fomos dormir, e a partir dessa minha iniciação tornamo-nos amantes. Depois aprendi a comer cu de homem, e a beber porra direto do pau. Hoje sou um homem feliz, disposto apenas a ser feliz. Dando ou comendo cu.

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