Histórias Reais

Matando Saudades

O que passo a narrar aconteceu realmente na quarta-feira próxima passada. Eu estava meio de saco cheio, e nada afim de trabalhar. Saí da firma e fui para o Centro, a princípio pensando que iria dar uma passadinha na sauna. Antes, porém, quis ir ao cinema da Júlio de Castilhos.

Havia uns dez minutos que eu estava lá dentro, quando entrou um coroa lindo. Reconheci imediatamente como sendo um “ex” meu, que havia mais de um ano que eu não via. Saí de onde estava e abordei-o. Ele só reconheceu minha voz, pela escuridão, e me convidou a sentar.

daddy01Ele é um coroa lindo, de cabelos branquíssimos, esbelto, inteligente, espirituoso. Seu pauzinho é pequeninho, mas de alguma forma muito gostosinho. Acho que eu gosto porque não machuca.

Conversamos superficialmente sobre algumas coisas, e começamos a nos beijar e a nos tocar. Lembrei de toda a paixão que senti por ele, e o tesão foi tanto que meus bagos já estavam doendo. Convidei-o a ir a um outro lugar, talvez um hotel.

Saímos, tomamos um chope, e fomos para o hotel. Poder finalmente abraçar aquele cara depois de um ano foi muito bom! Seus beijos apaixonados, seus braços me envolvendo, sua bunda em minhas mãos, isso tudo me deixava louco.

Um banho rápido, e ele estava deitado sobre mim, novamente sugando-me a língua com frenesi. Beijou meu peito, meu pescoço, e novamente abraçou-se a mim. Deitei-o, e iniciei eu uma seção de amassos, lambidas e chupadas que lhe arrancavam gemidos. Quando cheguei ao seu cacete, pequeno mas duro, abocanhei de leve, vagaroso, como se fosse uma verga de um metro. Ele enlouqueceu. Chupei-o carinhosamente, e lambi seus ovos, sua virilha, suas coxas. Passei o dedo em seu cuzinho, e desejei comê-lo. Ele nunca havia me dado, e sempre me comera, quando havia penetração entre nós, porque seu pau não machuca.

Posicionei-me para um 69, e ele me chupou como eu nunca imaginei ser chupado. Estávamos os dois com muito tesão. Continuei a massagear seu cuzinho enquanto chupava seu caralho e lambia suas bolas. Estávamos, ambos, meio tontos de tesão.

Meu pau estava qual um ferro de tão duro, e eu não poderia esperar mais. Virei-o gentilmente de bruços, e fui beijando seu corpo, desde o pescoço até a bunda (linda e maravilhosa). Quando enfiei a língua no seu reguinho ele soltou um grito abafado que não deixava dúvidas quanto ao prazer que eu lhe proporcionava. Lambi sua bunda mais algumas vezes, e enfiei novamente a língua entre suas nádegas, procurando sua grutinha. Separei as duas polpas com as mãos, e pude enxergar um cuzinho apertadinho e enrugado.

daddy02Lambi e chupei seu cu até eu próprio não agüentar mais. Lambuzei-o de saliva, uma vez que fora desprevenido e não dispunha de KY. Lambuzei o cacete também. Com as mãos separei as nádegas do meu homem, e encostei a cabeça do pau no cuzinho dele. Ele tremia. Forcei um pouquinho, mas parecia que o cuzinho não ia receber o meu volume. Fiquei com dó de machucá-lo, mas ele pediu num sussurro: “põe… põe…”

Forcei mais um pouquinho, e a cabeçorra passou. Fiquei alguns instantes paradinho, para ele se acostumar ao volume que carinhosamente o invadia. Lentamente fui enfiando o cacete inteiro, até meus pentelhos encostarem na pele lisinha da bunda dele. Ante uma queixa de dor, removi o tarugo, ensalivei mais, e enfiei de novo. Fiquei uns cinco minutos deitado sobre ele, o cacete atolado em seu cuzinho. Falava-lhe palavras carinhosas, acariciava suas mãos, beijava seu pescoço. Era linda a visão do seu cabelo grisalho bem aparado.

Comecei a fodê-lo lentamente, sem movimentar muito. Era muito prazer! Ele gemia de tesão. Viramos de lado, para que eu pudesse fodê-lo ao mesmo tempo em que o tocava. Eu sentia suas costas em meu peito, seu pau na minha mão, meu pau no seu cu… Era uma loucura! Aumentei o ritmo das bombeadas, e após um tempo, gozamos ambos. Ao mesmo tempo! Foi a primeira vez que isso me aconteceu, de eu sentir minha porra inundando meu homem, e ver seu cacete espirrando leite a um só tempo!

Saímos dali para jantar e pormo-nos um ao outro a par dos acontecimentos do último ano. Valeu a pena matar serviço para poder matar saudades daquele homem tão maravilhoso.

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