Ficção

Medo de Avião

chaperoneCaros Amigos.

Devo, antes de mais nada, confessar que apesar de ser um homem despachado, vivido, experiente, apesar de ainda nem ter chegado aos 30 anos de idade, apesar de tudo isso eu nunca havia voado. Mas a hipótese de um novo emprego em São Paulo, que me renderia seis vezes meu salário atual, me fez embarcar num vôo numa sexta-feira pela manhã rumo à Cidade da Garoa.

Enquanto aguardava no aeroporto, não pude deixar de externar o nervosismo natural daqueles que pela vez primeira embarcam num avião. Como também não pude deixar de notar os belos homens que por ali andavam.

Um, em especial, fez-se notar sobremaneira. Na sala de espera sentou-se a meu lado, de tal forma que eu podia sentir o seu perfume, lendo um livro que eu não conseguia identificar. Aparentava uns 45 anos (mas tinha 62, soube mais tarde), gordinho, calvo, dono de olhos verde-azulados, lábios lindos, bigode. Uma vez que ele vestia uma calça informal e camisa pólo, pude perceber que ele era muito peludo, e que tinha um considerável volume entre as pernas. Vi que não era gaúcho pela maneira de falar (sempre usando “você”, jamais um “tu”).

Notando meu nervosismo, ele puxou papo, perguntando se era meu primeiro vôo. Ascedi com a cabeça, pois a garganta seca não me permitia falar. Percebendo minha dificuldade, ele se levantou de onde estava, foi ao bebedouro e trouxe dois copos de água gelada, um para cada.

— Não se preocupe, a chance de acontecer um acidente aéreo é infinitamente inferior que a de acontecer um acidente automobilístico.

— Eu não tenho medo, apenas estou ansioso pela novidade que é, para mim, voar, ir para São Paulo, sozinho…

Conversamos mais um pouco, e acabamos nos separando, pois ele queria aproveitar os últimos minutos para comprar revistas, ir ao banheiro, etc.

Fui um dos primeiros que ocuparam os assentos, E para minha grata surpresa o meu vizinho de viagem era justamente aquele homem que minutos antes havia sido tão gentil comigo.

— Você está nervoso? Se quiser pode segurar minha mão — disse-me ele na hora da decolagem.

Não estava nervoso coisa nenhuma, mas nem pensei em mais nada, e acabei segurando com força a mão daquele monumento em forma de homem. Afinal, eu não tinha nada a perder, uma vez que ele estava oferecendo-se para ser tocado.

Ao encostar minha pele na dele, parecia que faíscas percorriam meu corpo inteiro, as pernas afrouxaram, senti um frio no estômago. Em pouco tempo a aeronave estava estabilizada, e meu pretexto para segurar a mão do vizinho já não era mais adequado.

— Eu sou o Alfredo. E você?

— Felipe é meu nome. É um grande prazer conhecer você, Alfredo.

— O prazer maior é meu. Você deve estar achando ridículo um homem do meu tamanho estar nervoso por estar voando…

Não houve resposta verbal da parte dele. Apenas um olhar profundo, que parecia invadir-me a alma, que vasculhava no meu interior em busca de sentimentos inconfessos, desejos inefáveis, a verdade que o medo oculta.

— Alfredo, eu acho maravilhoso um homem que não finge seus sentimentos, que a eles é fiel. Se você está nervoso, fique nervoso — disse ele apertando forte minha mão.

Conversamos durante toda a viagem, e a cada minuto aquele homem me fascinava mais. Justo eu, fodedor experiente, que muito cu de macho descabacei. De repente, toda minha cancha na arte da sedução parecia nada. O raciocínio normalmente lépido parecia arrastar-se, e eu só conseguia pensar que em breves minutos perder-me-ia daquele homem.

Ao chegar em Guarulhos, não saberia como deslocar-me até o escritório da Paulista em que correriam minhas entrevistas. Claro que não ficaria assim por muito tempo, mas essa ignorância calhou perfeitamente.

— Alfredo, eu tenho o dia inteiro livre, você quer minha companhia até o local da sua entrevista? São Paulo pode ser meio selvagem demais para quem está acostumado à hospitalidade gaúcha.

— Você pode? Eu aceito, eu… eu… — não sei mais o que disse a ele, pois a simples idéia de passar mais algumas horas em sua companhia já era desnorteante para mim.

Passei por todo o processo, e ele ali do meu lado. Almoçamos juntos, conversamos mais, e ele parecia cada vez mais belo. Por várias vezes me imaginei beijando aqueles lábios, passando a mão nos pêlos do seu peito. De vez em quando perguntava onde estava aquele sedutor que, normalmente, já teria levado Filipe para a cama.

No final do dia, a resposta: embora eu tenha sido muito bem classificado em todos os testes e dinâmicas, o RH da empresa achava que uma transferência de Porto Alegre para São Paulo poderia implicar um estresse além do que eles poderiam tolerar que eu administrasse. Em outras palavras, não consegui o trabalho.

— Como foi, Alfredo? Você vem?

— Não, Filipe. Não dessa vez — disse eu com uma lágrima no olho. Mas esta não era pelo emprego, mas sim porque eu sabia que não veria mais aquele ser que me fez desconhecer os sentimentos que passavam feito um filme em meu coração.

Ele me abraçou, então, envolvendo todo meu tórax com seus braços peludos, a orelha encostada no meu rosto.

— Não fique assim, meu menino! Tem algo melhor guardado para você!

Retribuí o abraço, e decidi não tomar a iniciativa de largar aquele corpanzil que tanto prazer me dava. Parece que ele pensou a mesma coisa, pois não desfazia o abraço de jeito nenhum. Eu sentia o coração de Filipe batendo forte junto ao meu peito, e a emoção tomava conta de mim.

— Filipe, eu preciso lhe falar, estou apaixonado por você!

— Oh, meu filhão! — exclamu ele, irrompendo em lágrimas — Eu também estou, você é muito especial…

Saímos os dois do prédio da Paulista e fomos para o seu apartamento no Tatuapé. Não dissemos palavra alguma, simplesmente fomos. Lé chegando, trocamos finalmente nosso primeiro beijo. À medida que eu ia conhecendo aqueles lábios, a emoção ia crescendo, junto com meu pau, e não contive o choro. Uma espécie de transe tomou conta de mim, e arranquei as roupas de Filipe, tudo que eu queria era vê-lo nu.

vdaddies29Quase enlouqueci a ver seu cacete: cerca de 18cm, grosso, com a glande rosada, e um saco grande, com duas bolas carnudas e pesadas. Ajoelhei-me em sua frente, e enfiei tudo na boca.

— Calma, filho, deixa teu paizão respirar…

Fomos para a suíte, tomamos um banho, e fomos para a cama. Eu queria ficar nos braços de Filipe, não importava o que acontecesse. Chupei e lambi cada milímetro da sua pele, principalmente o cu peludo, as bolas grandes e o cacete duro feito rocha.

— Deita aqui, filhão. Papai vai brincar com você agora.

Filipe beijou minha boca, brincou com minhas orelhas, chupou meus peitos, meu umbigo, e finalmente abocanhou meu cacete. O prazer foi indescritível, e achei que ia explodir de tesão. Ele passava a língua na glande, pelo corpo dó pau até as bolas, e voltava a abocanhar com suavidade. Enquanto chupava segurava minhas bolas, ou apertava o caralho com a mão.

Quando viu que eu estava em ponto de bala ele começou a lamber meu cu. Que delírio! Ele me lambeu o rabo até eu pedir para ser comido por ele.

Enfiou uma camisinha, lubrificou meu cu com KY, e começou a penetrar-me lentamente. Não gosto muito de dar, principalmente para caralhos grandes, mas Filipe estava me levando ao céu. Quando senti seus pentelhos e minha bunda, comecei a me punhetar, no que fui repreendido.

— Não, filho, deixa que papai faz!

Filipe começou a me punhetar de leve, enquanto estocava em meu rabo com a mesma suavidade. Eu estava enlouquecido. De repente, ele começou a acelerar as estocadas, e percebi que ele iria gozar. Punhetando-me agora mais rápido, logo cheguei ao orgasmo, e menos de um segundo após ele deixava seu leite dentro de mim.

Abraçamo-nos, e acabamos dormindo por algumas horas. Acordei com Filipe chupando meu cacete, novamente cheios, ambos, de tesão. Deitei-o de bruços, e servi-me naquela bunda redonda, peluda, grande, cheirosa. Seu cuzinho era muito apertado, e do jeito que estava deitado as bolas grandes apareciam entre suas pernas, abaixo do cu.

— Filho, nunca ninguém comeu o cu do papai. Me ensina a dar?

Vesti uma camisinha no pau, e fui massageando o cuzinho apertado de Filipe, para deixá-lo mais relaxado. Ele tremia, gemia, arfava. Comecei, então, a penetrá-lo o mais lentamente possível. Quando a cabeça do meu pau venceu a resistência inicial Filipe soltou um grito de dor e prazer. Deixei meu pau inteiro enfiado em seu rabo, enquanto massageava suas costas fortes e peludas. O prazer era indescritível!

Fodi seu cu em todas as posições, até que coloquei-o de frango assado. Ele gemia, urrava, com o cacete enterrado em seu cu. Então vi que ele procurava o cacete, e em duas ou três bombadas de masturbação ele estava gozando feito uma vaca leiteira. Tirei o cacete de seu cuzinho e toquei uma punheta, gozando em seu rosto. Com um longo beijo limpei toda a porra de sua carinha.

Voltei para Porto Alegre no dia seguinte, e desde então não tenho mais sossego. Só penso nele, que nunca mais ligou, nem atendeu meus telefonemas, de quem não sei o que é feito… Se você quiser experientar esse amor de macho por macho que descobri que tenho, escreva-me!

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