Ficção

Meu Barbeiro

chests1451A manhã estava fria, prenunciando inverno, a despeito de estarmos no outono. Uma garoa finíssima me pegara de surpresa, e acabei entrando no salão do Deco, meu novo barbeiro, mais para me proteger do tempo do que para cortar cabelo. Mas, ali estando, seria uma excelente desculpa para passar o tempo.

Era quase meio-dia, e quem veio me cortar o cabelo foi o próprio Deco.

— Como vai, patrão, gostou do corte? Vamos repetir?

— Claro, Deco, não só cabelo como barba e, por favor, não esqueça de me aparar o bigode.

Deco é um sujeito muito atraente. Deve ter uns 50 anos de idade. Tem olhos negros que contrastam com a brancura de sua pele, e seus cabelos grisalhos, meio raros na fronte, são cortados muito curtos. Tem um nariz muito bem desenhado, lábios finos, e um sorriso maravilhoso. Da outra vez em que estive cortando cabelo com ele (e só entrei no salão porque ele era muito atraente, mesmo) já ficara observando os fios de cabelo grisalho que saíam para fora de sua camisa, e para os pêlos que recobriam sua mão.

Com a naturalidade de sempre Deco abriu minha camisa no colarinho, e vestiu-me com a tradicional capa protetora. Cada vez que a pele dele tocava na minha parecia que faíscas elétricas incendiavam meu corpo, e não fui capaz, confesso, de segurar uma ereção que veio instantânea. Para incendiar mais as coisas, ele tinha aquele cheiro suave e barato de talco e loção pós-barba, que em outro homem causariam asco, mas no barbeiro são elementos de puro excitamento.

Antes de começar o corte Deco passou a mão por meus cabelos, e massageou de leve minhas orelhas. Não sei o que ele queria fazer comigo, mas o fato é que quase perdi os sentidos de tanto prazer! E fez a parte anterior da mão deslizar sobre meu rosto, suavemente.

— Quando é que o patrão fez a barba pela última vez?

— Deco, não me chame de patrão, pode me chamar de Alfredo. Fiz a barba ontem à noite.

— Você tem a barba forte, Alfredo, já está espetando. Será mesmo bom que a façamos aqui, seu rosto vai ficar mais macio durante alguns dias.

— Eu confio em você, Deco, faça o que quiser.

Disse isso e olhei pelo espelho para os olhos do meu barbeiro. Estavam arregalados como duas jabuticabas brilhantes, dando ao seu rosto um ar ainda mais delicioso.

Como era próximo ao horário do almoço, logo os demais barbeiros saíram, e ficamos apenas Deco e eu no salão. Meu pau ainda estava duro, e ele parecia não ter pressa de terminar o que estava fazendo. Suas mãos passeavam por meus cabelos, e com freqüência apoiavam-se em meu rosto para cortar um fiozinho ou outro atrás da orelha. Eu olhava, nestes momentos, diretamente para os olhos do meu barbeiro, desejando que ele pudesse ler meus pensamentos, que ele pudesse perceber o que o seu toque fazia comigo. Ele também ficava esfregando sua barriga arredondada em mim, deixando-me mais aceso ainda.

Terminado o corte de cabelo ele reclinou a cadeira, e começou a aquecer as toalhas para me fazer a barba. Ao tirar a capa de sobre mim ele roçou a mão sobre meu cacete rígido, e desejei que não tivesse sido apenas um acaso.

Recomeçou a fazer seu trabalho, e num dado momento não me segurei, e quando ele encostou a mão de leve em meu rosto, discreta mas incisivamente pressionei a face sobre sua mão. Fiz isso mais duas vezes. Na quarta levantei a mão de sobre o colo e segurei a mão dele, fazendo-a deslizar na direção dos meus lábios.

— Não se preocupe patrão, digo, Alfredo, não vou machucá-lo com a navalha.

— E quem está preocupado com a navalha, Deco?

post_62274_1140892447Soltei sua mão e agarrei o pau, ajeitei-o para que ficasse totalmente visível sob minha calça. Fiquei por algum tempo apenas apertando-o da base à chapeleta, e vice-versa, enquanto Deco trabalhava em meu rosto.

Estava já crente que nada passaria disso, até porque ele parecia não ter notado minha insinuação. Então ele começou a falar da esposa, do casamento, coisa e tal. Ou ele estaria discretamente tentando dizer que não apreciava minha “oferta”, ou estava abrindo caminho para que eu o seduzisse realmente. Preferi acreditar na segunda hipótese.

— Eu não tenho esse tipo de problema, Deco. Sou separado, e faço da minha vida o que bem quero, durmo com quem bem entendo, faço o que me dá na veneta.

— E você varia muito de parceiras, Alfredo? Deve ser bom ter essa liberdade toda.

— A liberdade é ótima, mas não tenho ido atrás de parceiras, não.

Ele engoliu em seco e me olhou nos olhos. Se não havia entendido até então o que eu queria com ele, agora estava entendendo.

Logo os outros barbeiros voltaram do almoço, e eu ainda estava na cadeira do Deco. Fizeram um pouco de troça dele, dizendo que ele estava muito lerdo, e perguntaram se eu não queria que um deles fosse me buscar uma. Deco discretamente pôs um jornal em meu colo, creio que para proteger meu cetro do olhar indiscreto dos seus colegas.

Terminado o serviço de mais de hora, convidei-o:

— Deco, me acompanha no almoço? Nem você nem eu almoçamos ainda, e eu detesto almoçar sozinho.

— Claro!

No caminho ele me perguntou onde iríamos almoçar, e eu não perdi a chance:

— O que você acha de almoçar na minha casa?

— Aceito — disse-me ele, após pensar por uns segundos.

Falamos mais um pouco de banalidades, e ao chegarmos em meu apartamento, mandei que Deco ficasse à vontade. Ele foi logo tirando os calçados e a camisa, agradecendo a oferta. Fiquei petrificado ante a visão de seu peito nu, totalmente tomado de pêlos grisalhos, seus mamilos redondinhos e salientes, pedindo para serem chupados, e sua barriga grande e firme. Enquanto ele pendurava a camisa no cabide pude notar que sua bunda era deliciosamente firme e grande, e suas coxas muito grossas.

Sem dizer palavra ele se virou e começou a abrir minha camisa. Fiquei estático, e ele me disse baixinho:

— Já tenho prática de desabotoar e abotoar sua camisa. Não me custa ajudá-lo.

— Então deixe-me praticar com botões também, quero abrir a sua calça.

Terminei de despi-lo, ainda sem crer que aquilo realmente estava acontecendo. Ele usava uma cueca do tipo “boxer”, que deixava muito bem delineados seu saco e seu cacete, que ainda estava flácido, mas que era enorme, grosso. Quando baixei sua cueca, passando a mão em suas nádegas, quase tive um orgasmo meramente por estimulação visual.

Ele também me despiu, e quase foi “atacado” por meu pau em riste, que latejava e pulava de tesão.

— Ora, Alfredo, ele está duro desde que comecei a cortar seu cabelo. Creio que teremos de dar um jeito nisso.

Segurou então meu cacete com a mão direita, e envolveu-me com o braço esquerdo, puxando-me para um beijo delicioso. Eu parecia que ia incendiar de tesão, sentindo aquela mata de pêlos roçando em mim, aquela bunda grande, redonda, firme, em minhas mãos, aquele saco carnudo, aquela pistola grossa e comprida, recoberta de pele, tocando meu corpo.

Fomos rapidamente para a cama, e ficamos mais um longo tempo apenas nos acariciando e nos beijando. Seu caralho era muito grande, parecia pesado de tão grosso. Não agüentei mais, e acabei caindo de boca naquela maravilha. Lambi, chupei, suguei, brinquei com as enormes bolas dele, enfiei o dedo em seu cuzinho.

— Isso, Alfredo, me chupa! Nossa, que boquinha quente! Cuidado com esse dedo aí atrás, que eu não sou viado!

Ajeitei-me para um “69”, ele visivelmente relutou por instantes em pôr a boca no meu pau. Acabou cedendo, e sua chupada não era das mais suaves. Na verdade, entendi que era a primeira vez que meu barbeiro tinha uma pica na boca.

— Deco, preste atenção como eu faço, e faça igual. Do contrário sinto dor ao invés de prazer.

Em poucos minutos estava sendo levado às nuvens por aquele coroa maravilhoso. De vez em quando tirava o seu cacete da boca e engolia suas bolas carnudas, lambia-as, expulsava-as novamente e voltava a chupar seu pau. Numa dessas senti seu cacete ficando ainda mais grosso, e ele iniciando um movimento de vaivém mais rápido. Ele ia gozar na minha boca.

Gozou, e quase me afoguei na sua porra. Era tanto leite como eu jamais havia visto. Não consegui engolior tudo, e acabei cuspindo um pouco fora. Ele largou meu pau de onde estava e veio me beijar, sorvendo até a última gota de seu esperma.

— Você é mais puto e mais safado do que eu pensava, Deco!

— Sempre tive vontade de fazer isso, mas nunca tive coragem. Você me deu coragem, e estou adorando tudo isso que está acontecendo. E agora chega de papo, que quero ver seu pau cuspir leite também.

Bati uma punheta rápida, e logo explodi num farto gozo. Deco a tudo assistia, e quando eu larguei o cacete melado, ele o abocanhou, sorvendo novamente todo meu esperma. Eu urrava de prazer, tamanha a prática que em pouco mais de meia hora aquele homem havia adquirido em chupar cacete.

Tomamos banho, Deco fez almoço para nós, e fomos dormir um pouco. Ele deitou em meu braço, e logo adormeceu. Fiquei admirando seus traços, sua boca, sua expressão enquanto dormia. Meu pau endureceu novamente, e pensei que haveria ainda muito o que brincar com ele durante a tarde.

sd668721Ele então se mexeu, ficando de bruços, expondo aquela maravilha de bunda, branquinha, redonda, lisa, que certamente seria ainda virgem. Comecei a beijar-lhe o pescoço, a orelha, o rosto, e fui descendo pelas costas, até chegar em suas nádegas. Lambi seu traseiro, beijei, e então fui enfiando a língua vagarosamente entre as duas polpas de carne. Lambi e chupei muito, então resolvi ir mais longe: com as mãos separei as duas metades da bunda, deixando seu botãozinho minúsculo totalmente à mostra. Lambi, chupei, massageei, e ele gemendo, fingindo que dormia.

Dei então uma cusparada bem no seu cuzinho, e enfiei o dedo indicador. Era um cu muito apertado, que me obrigou a ter paciência para enfiar o dedo todo. Tirei o indicador e pus o médio. Girava o dedo dentro dele, tirava, punha de novo, e ele sempre gemendo de tesão. Resolvi ir mais longe, e enfiei dois dedos de uma vez. Ele fazia caretas, dizia que estava doendo, mas não tirei os dedos de seu rabo. Em alguns minutos ele estava gemendo outra vez. Então fui na cozinha, peguei manteiga, e untei seu cu e meu pau. Encostei a chapeleta no rabinho dele e forcei. Não foi necessário muito esforço, e a cabeça do meu pau estava enfiada no cu do meu barbeiro.

— Ai, Alfredo, está doendo, tira, tira, tira!

— Quietinho, aí, moço, é só você relaxar que pára de doer! Faça de conta que está dando uma cagada!

Ele se acalmou, e nos próximos quinze minutos, aproximadamente, fiquei apenas enfiando milímetro por milímetro meu caralho duro no cuzinho dele. Quando finalmente senti sua bunda apertando meus pentelhos perguntei o que ele estava sentindo.

— Eu não imaginava que ser viado fosse tão bom! Agora eu quero que você me foda, me arrombe o cu!

Viramo-nos de lado, então, porque eu queria pegar aquela vara enorme, e comecei a fodê-lo. No início, lenta e suavemente. À medida em que eu acelerava as estocadas, o caralho do meu barbeiro ficava mais e mais duro. Num dado momento, senti que ele poderia vir a explodir em gozo novamente (afinal, eu já tinha experimentado na boca aquele caralho), e acelerei o ritmo para não ficar para trás.

Ele gozou, ensopando de porra branca meu lençol, e segundos depois eu gozei, enchendo seu cu com meu sêmen.

Ficamos abraçados e nos beijando por mais um tempo, até que meu barbeiro falou que precisava ir embora, a esposa o esperava. Então, passei a mão mais uma vez por todo aquele corpanzil que havia sido meu, e dei uma olhada em seu cuzinho: não era mais aquele botãozinho minúsculo, rosa claro, mas um cu arrombado, muito vermelho, meio inchado até.

— Sua mulher não vai desconfiar de seu cu aberto como está, Deco?

— Não, ela não tem esse tipo de intimidade comigo.

— Como se sente?

— Apesar da dor estou muito feliz. Só vou esperar o cu melhorar e desinchar para dar de novo. Adorei dar meu cabaço pra você.

E Deco foi embora, levando consigo duas doses do meu prazer.

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