O Cliente

chubfest4_7Quarta-feira, véspera de feriado, horário do almoço. Ao passar pela recepção da empresa em que trabalho não pude deixar de notar o homem que aguardava por algum de meus colegas: uns 50 anos, gordo, fofo, calvo, grisalho, enormes olhos cor de mel, um bigodão delicioso. De sua camisa importada saltavam muitos pêlos macios e grisalhos, e seus braços fortes eram recobertos por densa pelagem negra. Sentado, enter suas pernas podia-se notar o imenso volume do saco, da pica, não saberia dizer direito. Eu tinha que conversar com ele, no mínimo!

— O senhor já está sendo acompanhado?

— Sim, obrigado. O rapaz está providenciando o CD que eu devo levar.

— Ótimo! Posso fazer-lhe companhia enquanto isso? — Falei e encante-me com o maravilhoso sorriso que iluminou aquele rosto lindo.

— Claro, será uma honra!

Conversamos por mais alguns minutos, até que meu colega chegou com os produtos que o homem esperava. Desolei-me, por um instante, porque imaginei que jamais voltaria a falar com ele, e que no máximo poderia tocar umas punhetas imaginando o que me ficara na mente da imagem daquele deus.

Mas fui salvo pelo gongo, porque lembrei que não custaria nada dar um cartão de visitas pra ele, e dizer que se precisasse de algo, estaria ao inteiro dispor (muito mais inteiro do que ele poderia supor).

À tardinha, já no fim do expediente, meu telefone tocou. Era ele! Estava encontrando dificuldades para utilizar o programa que comprara, e perguntava se eu não poderia ensinar-lhe algumas coisas. Fiquei de caralho duro na hora, só de imaginar-me ao lado daquele homenzarrão, e disse que não tinha nada para fazer à noite, e que poderia “abrir uma exceção”, dando-lhe atendimento fora do meu trabalho normal.

Por volta das 19h eu estava em seu escritório (um andar inteiro, finamente decorado, no Centro da cidade), ensinando aquela criatura maravilhosa a dar cliques de mouse. Num dado momento ele pergunta. Estranhamente ele estava mais formal do que pela manhã, vestindo terno completo e gravata.

— Te importas se eu ficar um opuco mais à vontade? Acho que não necessitamos mais de tanta formalidade!

— Fique à vontade, a casa é sua!

— Sei que temos uma certa diferença de idade, e que eu sou cliente e tu fornecedor. Mas não precisas me chamar de “senhor”. Prefiro que me chames de Ramos, simplesmente.

— Está bem, Ramos. Assim farei.

000_dsc00345Falava e olhava aquele homem, que displicentemente tirara o casaco e o colete, e agora estava desatando a gravata e abrindo os botões da camisa. Novamente pude divisar aquela selva de pêlos, e outra vez senti os arrepios em meu corpo.

Ele trouxe uísque para ambos, e logo estávamos falando de nossas vidas pessoais. Ele quis saber se eu era casado, com quem vivia, coisa e tal, e julguei que seria hora do bote. Mas tinha de ser um bote certeiro, calculado, e se eu não acertasse, teria de cair de pé, com honra, para não pôr a perder até mesmo a relação comercial.

— Sabe, Ramos… É que… bem, digamos que meu pai não fosse ficar muito orgulhoso se soubesse como meu afeto se manifesta…

— Por quê? Vais dizer que tu és viado?

— Sim, eu sou. Embora eu já tenha sido casado com mulher, gosto mesmo é de homens — disse eu após uma breve pausa, analisando suas feições, tentando reconhecer se ele estaria propenso a rejeitar-me ante a revelação.

Ele ficou visivelmente espantado, mas quis saber mais sobre isso. Disse que sempre pensara que os homossexuais fossem aquilo que se vê na televisão, afeminados, escandalosos. Era uma surpresa total que eu, macho como sou, fosse homossexual.

— E que tipo de homem te atrai, Alfredo?

— Tu, Ramos. Já que perguntaste, devo dizer que tu és o homem que me atrai.

Creio que o álcool soltava nossas línguas, pois o que se seguiu foi algo que eu não imaginaria até aquele momento.

— Alfredo, uma vez eu comi uns travestis. Na verdade, houve uma época em que eu toda noite comia um travesti da Farrapos, e só parei porque veio essa onda toda de AIDS, e tudo o mais.

— Quem sabe — falei com a mão já pousada sobre a dele — tu não tenhas vontade de experimentar com um homem também?

Atônito, olhando-me com os olhos arregalados, ele apenas aproximou seu corpanzil do meu. Enlacei seu pescoço, e tasquei um beijo naquela boca maravilhosa. Era sensacional sentir o bigode dele em meus lábios, sua língua explorando minha boca, meu bigode nos lábios dele. Meu caralho pulsava, queria espaço para crescer mais.

Passei a mão em sua cabeça calva, segurei seu rosto, e comecei a despi-lo. A cena era maravilhosa: tinha o corpo todo recoberto de pêlos, sua barriga grande lhe dava um charme especial. Seus braços eram fortes, as mãos macias e firmes. Ao tirar-lhe as calças, então, outra surpresa ainda maior: sob sua samba-canção escondia-se um saco enorme, do jeito que eu gosto, e uma piroca grossa e pesada. Ele tremia.

Comecei a tirar minha própria roupa, sob seu olhar assustado. Quando comecei a tirar as calças ele se livrou das roupas que ainda estavam a seus pés, e ajoelhou-se em minha frente.

ernie— Podes pegar, Ramos.

Ele nada fez, o que me obrigou a dar-lhe mais um longo beijo, dessa vez explorando toda a superfície de sua bunda grande, branca e peluda. Meu pau duro roçava em sua barriga, e achei que era hora de dar um trato naquele homem. Deitei-o sobre o espesso tapete do escritório, e fui beijando-o todo, da cabeça aos pés, demorando-me mais nos mamilos rosados, e menos no pau e no saco. Voltei lambendo suas pernas, e enfiei a língua na sua virilha, arrancando-lhe um gemido que parecia um urso arfando.

Lambi suas bolas e abocanhei o caralho. Segurei seu saco com uma das mãos, a pica com a outra, e comecei a chupá-lo. Em questão de segundos seu pau estava duro, dando cabeçadas latejantes no céu da minha boca. Seu pau liberava um líquido delicioso, salgadinho, que me fazia imaginar a fartura do seu gozo. Deixei-o de pau bem duro (era curto, uns 12cm, mas muito grosso), e sentei-me sobre seu peito. Bati com o caralho duro em sua cara, até que ele abocanhou minha vara. Fodi um pouco sua boca, mas ainda queria chupar mais o corpo daquele macho.

Fizemos um 69 delicioso, até que resolvi enfiar a língua em seu cu. Que delícia de cu! Rosado, cheiroso, limpinho, rodeado de pentelhos. Ele urrava de prazer. Bateu uma punheta, e rapidamente encharcou meu peito com seu sêmen.

Pensei que seria hora de bater uma punhetinha, limpar-me e ir embora. Mas que nada! O cacete dele não amolecia, apesar de sua idade, e ele queria mais!

Tirou uma camisinha não sei de onde, encapou o cacete, e encharcou-se de saliva. Pediu que eu deitasse de lado, pois ele queria me foder.

— Ramos, eu não sou os travestis que te dão na maior. Teu pau é muito grosso, e vais me partir ao meio.

— Deixa eu te mostrar, se doer a gente pára.

Deitei, porque na verdade meu cu ansiava por aquela jeba. Ele encostou a cabeça no meu rabo e forçou. Naturalmente, não entrou nem um milímetro, mas eu me regozijava em ter aquele caralho onde ele estava. Chupou-me o cu, então, com maestria, levando-me às nuvens. Encharcou meu rabo de saliva, cuspiu no pau, e enfiou a chapeleta no meu rabo. Senti-me totalmente invadido por aquele  caralho, e logo senti seus pentelhos, sua barriga, roçando minha bunda.

Era muito bom ter aquele gordo enfiado em meu rabo, e logo ele começou a bombear-me, pois queria novamente atingir o gozo. Eu batia uma punheta, e em segundos gozei. Era um rio de porra, que ele espalhou em meus pentelhos, pois queria atolar a mão no meu leite. Tirou o pau de meu cu, despiu-se do preservativo, e tocou mais uma punheta. Novamente vi seu pau grosso expelir jatos de porra branca e quente.

Fora uma foda rapidinha, pensava, mas estava exausto (e satisfeito). Deitei em seu peito, e acabamos pegando no sono, esporrados como estávamos. Acordamos e fomos jantar. Espero, agora, ansiosamente pelo fim do feriado, para que ele me ligue novamente, fazendo uma avaliação dos meus “serviços prestados”.