Ficção

O Espião

2007-046

Sábado, cerca de uma da tarde. Embora inverno, a tarde era quente, um vento prenunciando chuva tornava o dia abafado o suficiente para que algumas pessoas se aventurassem em mangas curtas e bermudas.

Fui almoçar em meu restaurante de todos os sábados, no Menino Deus, menos pela qualidade do que pela falta de ânimo para inovar no que quer que fosse. Lá chegando, tive a impressão de que o bairro inteiro tivera a mesma idéia, haja vista a extensão da fila que se formava diante do estabelecimento.

Deixei meu nome na fila de espera e fui procurar um lugar em que ficasse menos exposto aos olhares, mas não tão oculto a ponto de não ouvir quando chamassem meu nome. Fiquei observando as famílias que se acercavam, e uma em especial me chamou atenção.

042__action_g3A matriarca da família era uma senhora de uns 50 anos, que não poupava paparicos para a filha e a neta. Não sei qual das três era mais infantil, mas creio que o bebê ainda tivesse mais maturidade do que as adultas. O genro era um rapaz da minha idade, mais ou menos, forte, peludo, cabelos negros muito curtos. Mesmo não gostando de jovens sou obrigado a admitir que era um belo espécime de macho.

Contudo, quem merece um parágrafo todinho para si é o patriarca, ou o sogro, ou o avô, não sei qual a denominação mais adequada. Tinha uns 55 anos, creio eu. Era da minha altura (cerca de 1,80m), e pesava uns 130kg. Olhos azuis, cabelos loiros grisalhos, bigode, um rosto lindo. O peito era largo, peludo, mal cabia na camisa social que vestia. As pernas grossas e peludas também desafiavam a bermuda a escondê-las. Dei um jeito de mudar um pouco de posição, para poder ver o coroa de costas. Que bunda! Que bunda tinha aquele homem! Grande, redonda, firme, extremamente sensual.

Fui chamado para ocupar meu assento, e em seguida a referida família também foi. Para minha sorte, sentaram à mesa em frente à minha. O coroa e o genro conversavam alegres, percebia-se que os dois tinham um relacionamento muito cordial. Tanto que ficaram os dois sentados de costas para a parede, portanto de frente para mim, a menininha na cabeceira da mesa, e avó e mãe em frente a eles.

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Fiquei observando aquele monumento masculino do jeito que pude, já me preparava para ir embora quando tive uma visão extremamente privilegiada: no momento em que as duas mulheres foram servir sobremesa, e a visão ficou livre para os dois, vi que genro e sogro estavam com as pernas quase entrelaçadas, encostadas, roçando uma na outra. O jovem deu uma disfarçada, e meteu a mão furtivamente na mala do coroa, que continuou conversando com a naturalidade de quem está habituado a esses arroubos.

Eu não tinha dúvidas de que estava presenciando uma cena entre dois machos que se conhecem muito bem, e fiquei de pau duro só de imaginar aqueles dois homens nus. Aliás, para ser honesto, o que me excitava era a idéia de o coroa estar nuzinho da silva ante meus olhos famintos.

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Apressei-me em pagar a conta, e corri para meu carro, ficando atento à porta do restaurante. Quando aquela família saísse dali eu poderia saber, pelo menos, se moravam no bairro ou não, já imaginando a possibilidade de investir sobre o coroa caso o encontrasse sozinho. Para minha sorte, o carro deles, um Meriva, estava um pouco adiante do meu. Acomodaram-se todos, os dois machos na frente, as mulheres e o bebê atrás, e partiram. Por impulso saí atrás, mantendo uma certa distância, chegando a assustar-me quando me dei conta que estava seguindo uma família no caminho de casa. “Foda-se”, pensei.

Seguiram em direção a Ipanema, e eu atrás, mantendo distância, já de pau pra fora da calça, imaginando que agora os dois iriam para alguma garagem, “lavar o carro”, ou coisa parecida, para ficarem se bolinando a tarde inteira. Pararam diante de uma daquelas casas enormes e lindas, e eu fui um pouco adiante, pois a rua era de mão única. Tinha a esperança de ver o corpão do coroa mais uma vez, e então iria embora. Mas só as mulheres desceram, e em minutos os dois homens estavam novamente passando por mim na rua.

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Eu tinha basicamente duas opções: desistir daquela besteira e ir pra casa ou continuar seguindo os dois por mais um tempo, e ver o que aconteceria. Optei pela segunda alternativa.

Parei de preocupar-me em ser visto, e simplesmente fui seguindo o mesmo caminho que eles. Pareciam que estavam indo para o aeroporto, ou algum outro lugar na Zona Norte. Mas que nada! Em vez de seguirem pela Farrapos, entraram em uma rua secundária, e foram para uma sauna!

Achei que estava vendo coisas, que eles estavam ali para ir a um outro lugar qualquer, algum prédio vizinho, mas não! Os dois entraram na sauna sem maiores cerimônias. Estacionei logo atrás deles, e, claro, entrei na sauna também.

“Raul, não tenho dinheiro pra te pagar hoje, pendura pra mim”, disse eu ao atendente. Peguei a chave do armário e fui para o vestiário, a tempo de ver o cora terminando de se despir. O genro não estava ali, o que me permitiu observar com um pouco mais de atenção o homenzarrão que se preparava para encher de cornos a testa da esposa, em uma sauna cheia de homens. Pude vê-lo de frente e de costas, e contemplar as costas quase tão peludas quanto o peito, e uma bunda lisinha, redonda, dava vontade de lamber e morder! E quando ele virou de frente, quase tive uma síncope! O cara tinha um saco enorme, rosado, fofo, e um cacete curto mas muito grosso pendendo sobre os ovos!

O homem saiu do vestiário, e logo em seguida também saí, não o avistando mais. Fui até a sauna úmida, e flagrei ele e o genro sentados um ao lado do outro, as pernas encostadas, extremamente comportados. Como o ambiente estava meio escuro, sentei do outro lado, pendi a cabeça para trás, e fingi que os ignorava. Não tardou para que a mão do coroa começasse a roçar as pernas peludas do rapaz, que se espichou para facilitar o acesso ao seu cacete. O sogro segurava o pau do genro, apertava, massageava de leve, e eu ali, sem conseguir segurar a ereção que denunciava minha farsa.

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O coroa abriu mais as pernas, e o genro então caiu de boca no seu cacete flácido. Meu ângulo era ruim, não podia ver nada do que me interessava, como a língua dele nos ovos do parceiro, ou o cacetão do coroa a engasgar o rapaz. Mas eu podia ver que o coroa não perdeu a chance de enfiar um dedo no cu do jovem, uma vez que sua bunda tinha ficado arrebitada e com as nádegas levemente abertas. O coroa enfiava o dedo, e o rapaz rebolava feito uma cadela no cio. Ouviram-se passos no corredor, e os dois saltaram para a posição hipócrita de quem não está fazendo nada.

Entraram mais três pessoas na sauna, e eu resolvi sair dali, pois dificilmente os dois dariam para uma platéia mais numerosa o mesmo espetáculo que estavam dando para mim. Fui para o chuveiro, e fiquei de olho na porta da sauna. Não demorou muito para que o rapaz saísse da sauna, e três passos atrás dele saísse o sogro.

Dirigiram-se para um reservado, e eu me desesperando por perder a festa dos dois fui falar com o Raul. “Cara, me ajuda a ver esses dois transando”, implorei. “Tá, mas bico de siri”, exigiu ele, “vou obrigar os dois a ficarem num reservado que pode ser espionado”. Fiquei boquiaberto com a resposta do meu amigo, pois minha fala havia sido mais uma figura de retórica do que um pedido propriamente dito.

Um minuto depois Raul reapareceu no vestiário, expondo a palma da mão aberta. Entendi, era para eu ir para o reservado de número cinco. Corri, e lá chegando vi todas as portas cerradas, menos a daquele quartinho. Entrei, tranquei a porta, e vi que de uma das paredes laterais saía uma luz. Ajoelhei-me e pelo buraco na parede pude enxergar os dois homens beijando-se sobre o colchonete.

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Os dois formavam mesmo um par muito bonito, e eu morria de inveja do genro. Ele tinha ao seu inteiro dispor aquele corpanzil másculo e peludo, aquele saco volumoso, o pau grosso, as pernas fortes, tudo, para o seu prazer. O jovem se posicionou sobre o coroa, e começaram um 69. O pau do mais velho sumia na boca esgaçada do jovem, seu nariz afundava nas carnes macias daquele saco rosado e volumoso.

Ficaram naquela posição por alguns minutos, e então o rapaz deitou de barriga para cima, o pau apontando para o teto. O coroa então lambusou bem o rabo com gel, posicionou-se sobre o pau do genro, e sentou-se com força, atolando a jeba em suas entranhas, num urro abafado de dor e tesão. Da posição em que eu estava podia ver o caralho enfiado no rabo do coroa, as bolas do rapaz encostando nas polpas da bunda grande e branca do sogro.

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Ficaram um pouco daquele jeito, e então o coroa ficou de quatro, e o genro montou sobre ele, cravando seu cacete novamente naquele cu lisinho que contrastava com as coxas peludas. Enfiava e tirava, num balé de sensualidade e lascívia. Acelerou o ritmo das estocadas, e quando finalmente tirou o cacete do rabo do coroa, um fio de porra branca escorreu, indo alojar-se sobre o colchonete.

Se eu encostasse no meu pau acabaria gozando, tamanha minha excitação. Os dois deitaram-se ao lado um do outro e adormeceram. Fiquei admirando a cena, curioso para ver o que aconteceria quando acordassem.

Uns vinte minutos se passaram, e então o coroa acordou. Limpou com uma toalha de papel o excesso de porra e gel do rabo, e tratou de acordar o genro enfiando a pica grossa em sua boca outra vez. O genro mamava com vontade, e em segundos aquele cacete estava novamente gigantesco. O coroa virou o rapaz de quatro, e caiu de língua em seu cu. Era um cuzinho rosado, também, e a bunda embora não fosse grande e gostosa como a do sogro também era apetitosa. Enquanto lambia o cu do rapaz, o homem dava uns tapas em sua bunda, até em suas costas. fazendo o rapaz pular a cada lambada.

Então o velho pegou o que sobrara do gel, e lambusou o cu do parceiro, enfiando logo de cara dois dedos em suas pregas. O rapaz reclamava, mas a cada resmungo tomava um tapa mais forte. O homem tirou os dois dedos, lambuzou mais um pouco e enfiou os dedos indicador, médio e anular de uma vez no cu do genro. Girava a mão, punha e enfiava, alternando com uns tapas nas nádegas a essa altura avermelhadas do rapaz, e de vez em quando levava a mão ao cacete. “Duvido que ele consiga comer o cu do cara”, pensei eu.

Então o coroa se posicionou na entrada do cu do genro, mirou a cabeça roxa do pau duro no meio das pregas do jovem, e enfiou tudo de uma vez, fazendo o cara dar um pulo para a frente, de dor. O tapa comeu outra vez, e outra vez o velho enfiou sua piroca de aço no cu do genro. Ficou um pouco parado, e logo começou a foder, com força e ritmo, parecia que ia virar do avesso o cu do rapaz.

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Foram poucos segundos, creio que nem bem um minuto de espetáculo, o cacete enorme empalando o jovem, o saco farto batendo sobre o saco do genro, e o velho tirou o cacete do cu do parceiro, a tempo de eu ver a cabeça roxa cuspir fortes jatos de leite sobre as costas do rapaz. O primeiro foi até a altura do pescoço, e seguiram-se mais uns quatro ou cinco jatos de porra branca e cremosa.

Não sou de ferro, e também acabei por gozar após punhetar por não mais que quatro vezes meu próprio cacete. Esperei um instante após os dois saírem do reservado, e fui tomar um banho. Quando saí da ducha não havia o menor sinal dos dois. Vesti-me e fui para casa, pois aos sábados gosto de fazer compras no Carrefour.

Quando eu estava já com as compras feitas, colocando as sacolas no porta-malas do carro, eis que um Meriva estacionou exatamente ao meu lado, com um casal dentro. Antes de ligar o motor do carro ainda pude ouvir a voz da mulher reclamando: “você e seu genro são muito incompetentes para saírem para o supermercado sem a lista de compras, e demorarem quatro horas para comprar uma caixa de cervejas!”.

Hunf! Mulheres!

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