Ficção

O Exame Médico

Troquei de emprego na semana passada, saindo de um lugar muito agradável de trabalhar mas que não me dava dinheiro, para ir para outro que não sei se é bom em termos de ambiente, mas que me renderá mensalmente o dobro da receita que eu tinha antes.

Fiquei um pouco chateado com a notícia de que meu exame admissional seria mais detalhado que o com que eu estava acostumado, pois não queria perder a tarde inteira em um consultório médico. Mas mudei rapidamente de idéia quando vi o médico que me acompanharia nos exames!

daddy03Era um sujeito muito lindo: entre 50 e 60 anos de idade, 1,60m de altura, cerca de 90kg bem distribuídos, calvo, cabelos banquíssimos, que contrastavam com sua pele rosada e seus olhos muito azuis. Tinha braços fortes e peludos, dedos grossos. E quando ele me pediu que lhe acompanhasse até o consultório, pude observá-lo de costas, apreciando a mais bela bunda que já vi na vida.

O interesse repentino pelo médico logo passou, porque fiquei verdadeiramente preocupado com os exames. Não sou nenhum moleque, e meu peso extra às vezes pode significar alguma complicação cardíaca.

Ele começou me pedindo para tirar a camisa, pois ele queria ouvir meus pulmões e coração. Obedeci, e enquanto ele passeava com o estetoscópio em minhas costas pude sentir a maciez de suas mãos, o calor de sua respiração, e de vez em quando sua barriga esfregando em mim, sentado na cadeira.

Ele puxou assunto comigo, e acabei relaxando, esquecendo da preocupação. Então, ao terminar aquela fase do exame ele me pediu para tirar as calças e as cuecas. Fiquei com medo que ele visse que eu estava excitado, e não teria como explicar!

Despi-me, e ele pegou meu cacete flácido mas espichado, arregaçando o prepúcio, deixando à mostra a cabeçorra de meu caralho. Fez isso algumas vezes, até que não agüentei e comecei a ter uma ereção. Então ele segurou meu saco por baixo, apertando as bolas de leve.

— Doutor, desculpe, eu não estou conseguindo me controlar, eu…

— Quietinho aí, estou examinando você!

Comecei então a olhar para aquele homem calvo, delicioso alisando meu pau e minhas bolas, e acabei ficando com o caralho em ponto de bala. Ele continuava me massageando de leve, levando-me à loucura!

dady04Num espasmo de prazer virei o rosto para cima. Foi quando o safado aproveitou para abocanhar minha rola. E que boca tinha aquele homem! Engolia meu pinto inteiro, eu chegava a sentir seu bigode branco roçando em meu púbis! Com meu pau na boca e as mãos livres ele começou a massagear minhas nádegas, enfiando um de seus dedos grossos na portinha do meu cu.

Peguei-o pelo rosto, ergui-o, e trocamos um delicioso beijo. Que homem! Que tesão! Tirei sua camisa, chupei seus mamilos, beijei seu peito, que mais parecia um travesseiro de pêlos. Ele arriou as calças, e o espetáculo foi quase insuportável: uma piroca branquinha, grossa, comprida, com um prepúcio enorme, e duas bolas de carne penduradas sob ela.

Chupei aquele cacete com sofreguidão. Quis aproveitar ao máximo, pois não sabia quando teria novamente exame de saúde por causa do trabalho.

Então meu médico me jogou sobre uma “cama´´ que havia por ali, deitando-se em seguida a meu lado. Fizemos um delicioso 69, e quando vi estava com a boca cheia do leite daquele coroa. Ele caiu meio desfalecido a meu lado, largando minha pica. Comecei, então, a masturbar-me, e logo estava gozando. Quando soltei meu leite ele saltou de onde estava, e lambeu cada gota de porra, proporcionando um prazer tão intenso que chegava a agoniar!

Abraçamo-nos novamente, e ele avisou a secretária que não haveria mais consultas aquela tarde.

— E o paciente, doutor? Aquele que o senhor já estava atendendo?

— Ele já foi há tempo, você não o viu sair?

Ficamos o resto da tarde brincando, cheguei até a comer o rabo dele. E nunca mais nos vimos, pois na semana seguinte ele foi transferido para outra unidade da Clínica.

Mas não perco a chance de repetir a dose.

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