Ficção

O Motorista do Ônibus

O relato que vou apresentar é sobre a oportunidade que tive de realizar uma fantasia de longa data. Assim como eu, tenho certeza que várias pessoas tem essa mesma fantasia. Principalmente as pessoas que gostam de homens coroas. Bom, estou falando isso por que não tem nada mais provocador e excitante que aqueles motoristas de ônibus, coroas, charmosos, com aquela gravata básica e camisa social, que exalam masculinidade por todos os poros.

Certa vez, quando fui prestar vestibular em Porto Alegre, aconteceu. É, quando a gente menos espera, os melhores momentos da vida acontecem. Fui de ônibus lotação, para economizar tempo e dinheiro, já que moro a 140 km de Porto Alegre. Bom, chegando lá, me preparando para procurar a minha sala, ouvi alguém na multidão falar: “me alcança minha carteira de identidade”. Me deu um calafrio e lembrei que havia me esquecido da minha a 140 km dali.

Deu-me uma raiva que eu queria me esbofetear. Meses de estudo para nada. Bom, afinal o que poderia fazer agora. Chateado fui de volta ao ônibus e expliquei ao motorista que riu da minha burrice. Entrei no ônibus e sentei numa janela e só lembrava que teria 4 horas para ficar me torturando até os outros terminarem as provas e ir para casa. Nisso, outro ônibus encostou ao lado do nosso e ao colocar os olhos no motorista, todas as mágoas e problemas desapareceram. QUE HOMEM!!!!! Não consegui tirar os olhos daquele tesão. Usando um óculos escuro daqueles tipo policial americano, manobrava com seus braços fortes e peludos, o volante para estacionar o ônibus.

Mil e uma coisas passaram pela minha cabeça naquele momento. Era um homem daqueles que tem um charme natural e que encanta. Tinha uns 45 anos, mais ou menos uns 1,80m e uns 90 kg distribuídos em braços, peito e pernas. Usava uma camisa branca, uma calça social bordô e uma gravata da mesma cor. Seus cabelos eram pretos com uns 40 por cento já grisalhos. Usava um bigode farto, que cobria seu lábio superior e também tinha uns pêlos brancos entre os demais negros. Tinha umas sobrancelhas grossas que se uniam no centro. Seus olhos negros lhe davam aquele ar de cafajeste sedutor que me deixaram molhadinho de tesão.

4Passou-se meia hora e as provas já haviam começado. O motorista do meu ônibus havia sumido. O gostosão do ônibus ao lado também. Eu estava sozinho por ali, sentado na poltrona da janela. Quando menos espero vejo-o circulando seu ônibus e batendo nos pneus com aquela marretinha. Foi quando ele parou bem ali na minha frente e resolveu fazer um xixi. “Sorte dessas nunca mais”, pensei comigo mesmo. Entrei em êxtase só de pensar no que eu ia ver. Ele tirou a pingola para fora, molinha e rodeada pelos seus pêlos negros. Suspirei profundamente e admirei sem ressentimento aquela maravilha urinando de frente para mim.

Foi quando ele resolveu olhar para cima e me viu espiando. Ele levou um susto e eu fiquei com vergonha. Mas não parei de olhar nem ele de mijar. Ele olhou novamente para cima e eu de propósito fixei meu olhar na pingola dele. Ele bem sério olhou para o chão. Só que quando terminou de mijar ele não guardou o negócio e começou a chacoalhar ele. Senti que algo estava a meu favor. Notei que lentamente aquele pau começou a crescer, crescer e crescer. Eu estava quase gozando aquelas alturas e ao mesmo tempo não acreditando no que estava acontecendo. Quando já estava bem duro ele olhou para mim, deu um sorriso e guardou. Entrou no ônibus dele e sentou na poltrona dos fundos. Como meu ônibus era mais alto que o dele eu pude enxerga-lo perfeitamente. Ele se esticou na poltrona e abriu os 3 botões de cima da camisa e sem dó nenhum de mim passava lentamente sua mão por entre os pêlos de seu peito carnudo e forte. Vi aqueles pêlos saltarem para fora da camisa.

5Não agüentando mais de tesão fiz um sinal que gostaria de falar com ele. Ele fez um sinal para ir até no ônibus dele. Saí correndo. Entrei em seu ônibus e quando chego no final do corredor na poltrona onde ele estava sentado, surpreendi-me vendo-o já com o pau de fora e perguntando se eu havia gostado. Falei que gostado não seria a palavra certa, pois eu estava em êxtase pelo conjunto todo. Ele me pediu um tempo e foi até na frente do ônibus e fechou a porta. Voltou e fechou as cortinas do fundo. Sentou ao meu lado e disse: estou a sua disposição.

Belisquei-me para ver se era verdade ou se estava sonhando. Felizmente doeu e era verdade. Pedi para ele abrir toda a camisa, mas sem tirar a gravata. Ele fez. Grudei-lhe um beijo daqueles de tirar o fôlego enquanto minhas mãos viajavam por entre aqueles pêlos macios e negros. Seus mamilos eram grandes e rosados. Lambi por um tempão e pude sentir seu cacete duro sob a calça. Tirei-o para fora. Que cacete maravilhoso. Uns 18 cm, grosso e rosado. Suas veias saltadas me deixaram louco. Um saco enorme e bem gostoso de chupar. Chupei seu cacete com uma vontade e tesão que faziam ele dar urros de prazer.

6Foi quando com uma robustez ele me colocou de pé, me virou e puxou minha calça para baixo. Colocou-me de quatro em cima da poltrona e caiu de língua no meu rabinho. Gente, que coisa maravilhosa sentir aquela língua quente e úmida me penetrando enquanto seu bigode me pinicava o rego. Quase gozei. Ele se levantou e começou a passar seu cacete no meu rabo. Tirei uma camisinha do bolso da calça e pedi para colocar. Ele aceitou numa boa. Dei uma lubrificada no pau dele e deixei-o me comer. Senti aquele cacete me invadindo centímetro por centímetro. Que maravilha. Seus braços fortes me apertavam contra seu peito peludo enquanto me comia e beijava meu pescoço com seu bigodão me pinicando. Senti seus movimentos acelerarem predizendo seu gozo. Isso me deixou louco e gozei rebolando feito uma puta naquele cacete maravilhoso fazendo ele gozar urrando e me enchendo com seu leitinho. Sujei toda poltrona com minha porra e tive que limpar depois enquanto ele se limpava no banheiro.

Depois ficamos até o final das provas trocando beijos e carícias. Fiz ele gozar mais uma vez chupando seu cacete até ele gozar na minha boca e me lambuzar no leite dele. Encontrei-me com ele só mais uma vez depois, pois ele mora em uma cidade muito longe da minha e é casado. Eu passei no vestibular em outra universidade. Acho que esta foi uma das melhores fodas da minha vida. Seguidamente me masturbo pensando nele e no que fizemos aquele dia.

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