Ficção

O Sequestro

freundinLogo no início de minha carreira trabalhei em uma empresa de importação e exportação que se caracterizava, principalmente, pela rigidez com que se tratavam todas as relações comerciais e pessoais relacionadas aos negócios. Isso era reflexo, naturalmente, do seu diretor, filho do fundador da empresa, o Dr. Vilmar.

Todos gostavam dele, mas de certa forma também o temiam. Ele não admitia erros, e preferia pagar qualquer preço do que manter um colaborador que tivesse, algum dia, errado em algum dos procedimentos. Da mesma forma, não admitia que os clientes reclamassem de um funcionário da empresa. Se algo assim acontecesse, e chegasse a seus ouvidos, era demissão na certa. Havia vários casos conhecidos na empresa de ex-funcionários que além de terem recebido todas as verbas rescisórias referentes a uma demissão por justa causa, ainda haviam ficado alguns meses recebendo salário mesmo sem trabalhar, apenas para não pisarem mais na firma.

A meu turno, levei alguns meses até conhecer pessoalmente o Dr. Vilmar. Devido à natureza não tão nobre de meu trabalho, e ao horário diferenciado por causa da faculdade, as chances de nós nos encontrarmos eram reduzidas.

Da primeira vez em que eu o vi as circunstâncias não eram propriamente favoráveis para mim. O telefone tocara, e eu atendi como de costume: “Expedição, Alfredo”. Foi um erro. Banal para qualquer pessoa, terrível para mim, devido às circunstâncias, e para o Dr. Vilmar, devido a seu temperamento. Na verdade, era ele telefonando do orelhão em frente à empresa para fazer “benchmark” da qualidade do atendimento telefônico. “Rapaz, no seu treinamento não lhe disseram que toques longos no ramal indicam uma ligação oriunda de uma linha externa, e que toques curtos indicam uma ligação oriunda de ramal? E por que você não atendeu o telefone com o cumprimento adequado? Aguardo o senhor em minha sala dentro de quinze minutos, e sem atrasos, bem entendido?”

Fiquei atônito, comentei com meu chefe o que havia acontecido, e ele confirmou que era mesmo “o Hômi” quem havia telefonado, e que esse era um hábito seu. Indicou-me o caminho e desejou-me sorte. “Vais precisar, Alfredo.”

Bati à porta suavemente, abri a porta e pedi licença. Eu tremia de nervosismo. “Entre”, ouvi. “Doutor Vilmar, sou o Alfredo, com quem o senhor falou por telefone há quinze minutos.”

Dr. Vilmar aparentava uns 50 anos de idade (mais tarde soube que ele tinha, na verdade, 59), impecavelmente bem vestido, os cabelos grisalhos cortados curtos, os olhos azuis, os lábios finos ornados por um farto bigode igualmente bem aparado, em um tom mais escuro que o cabelo. Não era obeso, mas para magro tampouco servia. E exalava um perfume absolutamente enlouquecedor.

Tivemos uma conversa rápida. Ou melhor, fui platéia para um breve monólogo, em que ele me explicou os valores da empresa, e por que meu erro havia sido tão grave. “O que o senhor tem a dizer disso, Senhor Alfredo?”

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Durante um milésimo de segundo pensei em meu trabalho, na faculdade, no que eu estava fazendo ali, e resolvi não me deixar intimidar pela cara amarrada do chefão. Expliquei longamente por que a saudação padrão da empresa não se aplicava àquele caso, uma vez que o número chamado não é de conhecimento do público, portanto jamais estaria ao dispor de um cliente, e do quão mais produtiva pode ser uma saudação curta. Puro blefe, mas à medida em que eu falava, mais e mais idéias surgiam, para eu embasar minha nascitura teoria. “Dr. Vilmar, queira desculpar por eu não ter seguido as regras da empresa, queira desculpar por eu ter dito tudo isso que o senhor pediu para ouvir, mas não me peça para desculpar a intransigência em recomendar que se sigam regras apenas porque são regras.” Pensei em perguntar onde deveria apor minha assinatura para ser mandado embora, mas calei. E ficamos os dois ali por mais uns dez minutos, em silêncio, até que ele me mandou voltar a meus afazeres. Não comentei com ninguém o que havia acontecido, até porque sabia que isso poderia me trazer mais problemas do que benefícios.

Três semanas depois fui chamado para uma reunião na sala dele novamente. Ele estava simplesmente lindo! Vestia calça e casaco azul marinho, e camisa azul celeste, realçando a cor de seus olhos. Os cabelos bem arrumados, com gel, o bigode impecavelmente aparado. Corri o olhar para a região do ventre, e devido ao caimento do tecido era perfeitamente perceptível um volume considerável dentro de sua cueca.

“Alfredo, eu lhe chamei aqui porque preciso de um motorista. Você dirige?”

“Sim, eu tenho habilitação, mas não tenho praticado e…”

“Está bem”, interrompeu-me ele, “agora vamos”.

Por algum motivo Dr. Vilmar não dispunha de motorista naquela manhã. Senti que havia algo estranho no ar, mas pouco mais que um moleque, não me sentia à vontade para perguntar o que estaria acontecendo.

“Siga este mapa, Alfredo. Estamos indo para a sede campestre de um importante cliente, em Nova Petrópolis. Vamos tratar de um negócio vultoso, mas que por algum motivo está carecendo de clareza.”

Eu não me sentia muito bem dirigindo aquele carro, um Opala luxuosíssimo, com sua pintura na cor negra tão brilhante quanto a carreira que eu esperava construir na empresa do Dr. Vilmar. Senti-me um pouco melhor quando começamos finalmente a subir a serra, e o movimento na estrada era menor. Por outro lado, meu patrão também parecia mais tranqüilo, pois havia até reclinado o banco, e ressonava levemente.

“Coitado”, pensava eu, “deve estar morrendo de cansado. Não sei se eu saberia levar a vida que ele leva.”

Enquanto eu dirigia calmamente pela estrada vazia, aproveitava ora para lançar um olhar para a linda paisagem dos vales que se mostram aos viajantes, ora para admirar o corpo daquele homem maravilhoso. Talvez fosse apenas minha imaginação, mas às vezes eu tinha a impressão que à mesma medida em que ele suspirava profundamente, o volume em suas calças também se mexia. Por mais de uma vez tive a nítida impressão de ele estar tendo uma ereção, e para cada uma dessas vezes que senti isso, por no mínimo mil falei a mim mesmo que mantivesse a razão.

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Nossa viagem estava de certa forma agradável, até que entramos em um trecho de neblina forte. Diminuí a marcha, liguei os faróis baixos, e redobrei a atenção. Dr. Vilmar acordou nesse momento, e comentou com uma rara espontaneidade: “puta que pariu, que cerração fodida”.

Não terminou de fechar a boca e ouviram-se três estampidos. “Dr., isso é barulho de tiro!”, exclamei amedrontado, já perdendo o controle do carro. “Te segura, Alfredo, agarra firme o volante!”, disse-me ele com os olhos arregalados, os dentes expostos em um esgar. Ao mesmo tempo em que começávamos a rolar encosta abaixo, o ruído de motores de motocicletas e automóveis sendo suprimido apenas pelo ruído indescritível dos galhos e folhagens de árvore roçando na lataria do luxuoso automóvel que se despedaçava.

A cena toda não se passou em mais do que cinco segundos, mas para descrever tudo o que se passou em minha cabeça neste período, creio que precisaria de várias horas. Minha maior preocupação era com a integridade do meu patrão, mas também consegui pensar em algumas desculpas mirabolantes para tentar salvar meu emprego. Antes que eu pudesse agir rumo à liberação de meu companheiro das ferragens, ouvi pessoas se aproximando, e uma voz familiar dizendo: “puta que pariu, o velho arrumou outro motorista, o imprestável nem pra guiar não serve!”.

Então era isso! O motorista faltara de propósito porque sabia que haveria alguma sabotagem visando prejudicar o Dr. Vilmar!

“Apaga esse cara, meu, deve ser empregado do magnata!”

“Não é, não, conheço todos os empregados daquela bosta, e esse aqui eu nunca vi. Vai ver é amante do velho.”

Senti uma forte pancada na nuca, e o que se seguiu entre o momento do “acidente” e eu recobrar a consciência me é totalmente ignorado. Acordei completamente dolorido em um lugar muito apertado, um cubícuo, totalmente escuro, e muito frio. Contudo, havia algo quente encostado em mim, e logo identifiquei um corpo masculino. Era o Dr. Vilmar.

Instintivamente eu o abracei, levei a boca próximo a seu ouvido e perguntei se ele estava bem. “Humpf…”, resmungou ele com dificuldade. “Fica calmo, Dr. Vilmar, quanto menos chamarmos atenção aqui, melhor”.

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Do jeito que fôramos jogados naquele espaço tão exíguo era praticamente impossível qualquer movimento. Minhas costas pelo menos estavam apoiadas em uma parede reta, o que diminuía o desconforto a um nível suportável. O bom da situação era que meu patrão estava sobre mim, como que se estivesse deitado em meu colo. “O senhor me desculpe, mas serei obrigado a segurar seu corpo com meus braços, não há espaço para nada”, falei polidamente, já abraçando o corpo do Dr. Vilmar, pousando ambas as mãos sobre seu peito. Ele, a seu turno, pousou as mãos sobre as minhas, sem nada dizer. Apesar do lugar em que estávamos, parecia um sonho bom poder estar daquele jeito com aquele homem maravilhoso. Seu perfume me fazia entrar em transe, e lentamente fui baixando as mãos, acariciando sua barriga, até pousá-las sobre seu colo. Não pude evitar uma ereção

característica dos de pouca idade, apesar da situação nada convencional. Dei uma leve amassada no saco de meu patrão, que não tirara as mãos de sobre as minhas, ao que ele sussurrou: “Alfredo, desculpa ter te metido nesta confusão; quando aparecer alguém vou oferecer o dinheiro que quiserem para podermos ir embora”. As palavras do diretor da Companhia Cecatto de Importação e Exportação foram interrompidas por, literalmente, um balde de água fria que fora jogado sobre nós.

“As duas bonecas já dormiram o suficiente, agora vão ficar acordadinhas até a hora de apagar, entendeu?”

“É o meu motorista…”

“Shhh…”, sinalizei pedindo silêncio. Olhei para cima e vi que estávamos em um buraco de uns três metros de profundidade, que depois constatei havia sido cavado dentro de uma casa em um local afastado, no meio de um matagal. O motorista continuou gritando, visivelmente embriagado.

“Dr. Vilmar, esse cara está bêbado, não vai tardar a pegar no sono. É melhor que ele pense que estamos ainda inconscientes, ou pelo menos que ele não saiba como estamos. Quando sentirmos que ele adormeceu daremos um jeito de sair daqui.”

“Ora, rapaz, falando desse jeito você até me dá esperanças…”

Apertei-o fortemente contra mim outra vez, pousei o queixo sobre seu ombro, e nada disse. Escorreguei as mãos novamente para sua barriga, agora que estávamos ensopados, até na tentativa de aquecer-me um pouco.

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Meu chefe se ajeitou, e praticamente ficou com o lóbulo da orelha direita entre meus lábios. Não resisti, beijei sua orelha levemente, e desci a mão até seu ventre. Suas roupas agora estavam mais coladas ao corpo, depois do banho gelado, e era perfeitamente possível sentir os limites de seu pênis flácido, jogado sobre o púbis, para a esquerda. Beijei com mais intensidade o pescoço e o rosto de meu chefe, enquanto massageava seu pau ainda dentro da calça. Com alguma dificuldade consegui liberar aquele pedaço de carne de onde estava, vindo a dar-me o prazer de segurá-lo todo em minhas mãos. Com a mão esquerda eu segurava o saco carnudo, embora encolhido pelo frio, com a direita eu massageava seu cacete em contínuo crescimento. Não demorou para eu ter em minhas mãos um monumento de uns 19cm de comprimento, muito duro, grosso. Tão calmamente quando pude toquei uma punheta para o Dr. Vilmar, até sentir seu corpo estremecer junto ao meu, e um jato de esperma aquecer a pele gelada de minha mão.

Havia muitas horas que estávamos ali, e mais algumas ficamos. Minhas pernas doíam, pois não havia espaço para esticá-las. Meu companheiro deveria estar ainda pior que eu, pois estava confinado no espaço que restava entre mim e a parede à sua frente. Tinha medo dos efeitos que o frio associado à falta de circulação pudesse nos causar, mas não deixei que ele soubesse o que eu estava pensando.

A escuridão já estava diminuindo quando finalmente ouvimos altos roncos, característicos do sono em embriaguez. “Ele dormiu, Alfredo, como vamos sair daqui?”

Juntando o que nos sobrava de forças, ficamos de pé, e com dificuldade subi nos ombros do Dr. Vilmar. Isso me permitiu ficar com o peito na altura do solo, facultando-me sair do buraco em que estávamos. Fiquei surpreso ao ver que o dia já estava amanhecendo, e que junto do motorista estavam mais dois homens, também embriagados. Só pude agradecer a Deus por serem os nossos malfeitores tão incompetentes, a ponto de dormirem a sono solto, sem se preocuparem com os reféns.

Havia na cintura de um deles dois revólveres. O motorista, que jazia babando no chão, bem próximo a onde estávamos presos, tinha uma faca atravessada na cintura. O terceiro homem estava mais afastado, e eu não quis conferir que perigos nos aguardavam ali.

Com cuidado, que nem era assim tão necessário, desarmei os dois idiotas que estavam mais próximos, entregando os objetos ao meu companheiro de cela. Aliás, precisava dar um jeito de tirá-lo de onde estava.

Não havia muita coisa com que eu pudesse realmente contar para tirá-lo dali. Resolvi correr o risco de ir até a rua, já lamentando por não haver ficado com as armas dos raptores. Encontrei uma madeira de uns cinco metros de comprimento, por uns quinze centímetros de largura, grossa e pesada. Eu teria de conseguir dar um jeito de tornar aquilo uma rampa para meu companheiro.

Com dificuldade consegui enfiar aquele pedaço monstruoso de madeira no buraco em que meu patrão ainda estava. Juntando o resto de suas forças, e uma coragem inacreditável, ele escalou aquela madeira íngreme até a borda do buraco. Não deixei que ele se cientificasse de todos os detalhes à sua volta, e puxando-o pela mão saímos matagal afora, com o único objetivo de fugir.

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Caminhamos até amanhecer o dia, e mais um pouco. Já além dos nossos limites, chegamos à beira da rodovia em que no dia anterior o carro em que estávamos despencara.

“Alfredo, só há um jeito de conseguirmos ajuda. Faz o que eu te peço, e reza.”

Dr. Vilmar tirou um lenço branco, ou que até o dia anterior era branco, dobrando-o ao meio diagonalmente, formando um triângulo. Mandou-me ficar parado à beira do asfalto com aquele aparato estendido sobre a cabeça, da maneira mais visível possível, de forma que o vértice do triângulo apontasse para minha cabeça. Ele estava escondido atrás de umas árvores, próximo a onde eu estava. Dois automóveis passaram, e o terceiro parou ao me ver, cumprimentando-me com três fachos de luz dos faróis. Um homem também de meia-idade se aproximou, chamando-me de irmão, e perguntando qual era minha necessidade. Dr. Vilmar apareceu cambaleante, conversou rapidamente com o sujeito que nos enfiou em seu carro, e partimos.

Os dois conversavam pouco, em voz baixa no banco da frente, numa linguagem meio enigmática (mais tarde vim a entender tudo o que aquilo significava), o que me dava a chance de observar o estado em que nos encontrávamos, tanto o todo-poderoso Vilmar Cecatto quanto eu.

De mim lembro que estava com as roupas rasgadas, sujas, todo dolorido, cansado, faminto, morrendo de frio. Sobre meu punho direito era possível perceber um fio largo de algo ressecado, sobre os pêlos. Era o sêmen que meu patrão depositara quente sobre o braço gelado, na noite anterior. Instintivamente levei os lábios àquela região do braço.

Nesse momento Dr. Vilmar virou-se para trás, e vi o que até então não havia enxergado: ele ostentava um olho roxo, terrível, que quase desfigurava seu lindo rosto. A barba estava crescida, dando um tom azulado a seu semblante, e os cabelos desgrenhados completavam o quadro de sofrimento que, paradoxalmente, tornava-o ainda mais atraente.

“A imprensa já está noticiando meu sumiço, encontraram o Opala e tudo; estão suspeitando de ti, contou-me meu irmão”, falou apontando com o olhar para o nosso benfeitor. “Mas não se preocupe, não vou deixar que nada aconteça em teu prejuízo.”

Em poucos minutos estávamos os dois em uma daquelas pousadas típicas da serra gaúcha, ainda afastados da cidade. O desconhecido que nos ajudava deixou uma soma em dinheiro com a dona do estabelecimento que se apressou em nos providenciar um quarto com banho e um café. Como lhe fora pedido o máximo de discrição, ela sugeriu que ficássemos Dr. Vilmar e eu em um quarto de casal, para não levantar suspeitas. “Qualquer coisa eu digo que é um casal em lua de mel”, disse ela com seu sotaque carregado de italiana.

Quando finalmente estivemos trancados naquele quarto que agora era nosso refúgio até que chegasse mais ajuda, com uma mesa posta com um simples mas delicioso café da manhã, o chuveiro esperando por nós, finalmente desmoronamos os dois. Dr. Vilmar e eu chorávamos, silenciosamente, expurgávamos todo o medo que sentíramos e que o orgulho, ou o senso de conservação, ocultara.

Fui tomar banho primeiro, e mais refeito voltei nu do banheiro, sentando-me para comer. O leite já estava frio, tanto quanto o café, mas isso era o que menos importava. Meu patrão foi em seguida, e também voltou nu. E eu fui brindado com uma das mais lindas visões que um homem pode ter.

Dr. Vilmar era muito peludo, mas só nas pernas, púbis, barriga e peito. Nas costas ele não tinha nada de pêlos. Suas pernas grossas, de tenista, combinavam com a pujança de seu saco carnudo, rosado, e o pênis grosso que eu havia masturbado na noite anterior.

Terminamos de comer, e deitamos na cama para descansar. Deixei para trás todos os protocolos, e meti a mão naquele cacete. Ele fez menção de recusar, mas logo relaxou. Beijei sua boca, mas não fui de pronto correspondido. Mas o cacete endurecendo não deixava dúvidas de que ele estava gostando do jogo.

Beijei seu peito peludo, os mamilos carnudos, e pousei em seu saco. Antes de chupar o pau dele, lambi seu saco rosado e lisinho. Ou lisão, pois era um saco considerável! Punha uma bola de cada vez na boca, pois seria impossível pôr as duas ao mesmo tempo. Acariciava suas pernas, e do jeito que dava tentava passar o dedo em seu cuzinho.

Chupei demoradamente o pau de meu patrão, até sentir suas mãos em meus cabelos, puxando-me para um beijo. Então ele retribuiu os carinhos, fazendo-me ir às nuvens com sua boca e sua língua!

De repente ele me virou de bruços, e começou a beijar minhas costas, minha bunda. Afastou minhas nádegas e começou a lamber meu cu. Juro que nunca havia sentido, e nem nunca mais depois daquilo senti, uma sensação tão gostosa! Ele lambeu e chupou meu cu demoradamente, fazendo-me relaxar intensamente ao mesmo tempo em que o tesão atingia níveis estratosféricos.

“Alfredo, deixa eu te comer?”

“Claro, Vilmar…”

Então ele apontou o cacete na entrada de meu cuzinho virgem, e com calma foi me penetrando, me possuindo. A dor era inevitável, mas estar entregue aos braços daquele homem compensava o sofrimento, que logo passou dando lugar somente ao prazer.

Após alguns minutos de penetração ele gozou, enchendo meu reto com uma quantidade de esperma inacreditável. Eu estava ardido, mas feliz, embora ainda incompleto.

Tomamos um banho, um de cada vez, e voltamos para a cama. Dr. Vilmar fez meu pau ficar duro novamente, e nem foi nada difícil, admito, e então começou a retribuir o que eu lhe dera minutos antes. Foi sentando em meu pau, lentamente, até ficar com seu saco rosado pousado sobre meu púbis. Foram poucos movimentos de quadril que ele fez, e eu também estava me esvaindo em gala, entregue ao prazer.

Dormimos abraçados o resto do dia, acordamos apenas no início da noite. Não falamos mais no assunto, e logo após todo o procedimento junto à polícia, depoimentos, etc., acabamos combinando que tiraríamos alguns dias de folga para digerir os acontecimentos das últimas horas.

Quando Dr. Vilmar voltou ao trabalho, encontrou minha carta de demissão redigida de próprio punho, explicando da maneira mais formal possível os motivos pelos quais eu estava me afastando da empresa.

Há poucas semanas, um convite de página inteira para uma missa de sétimo dia. Era um aviso fúnebre pago pelos funcionários da Companhia Cecatto, em homenagem ao patrão, pai e amigo que fora o Dr. Vilmar, “especialmente nos últimos quinze anos” (sic).

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