Ficção

O velho que espancava

Quando eu o conheci ele tinha 72 anos. Agora deve estar com uns 83 ou 84. Era bonito, grandão, cabelo branco na cabeça, no peito, no saco, nos braços, mas os das pernas e da bunda eram negros. Aliás, que bunda! Firme feito rocha, não tinha nem como comparar com muita bunda de moleque que tem por aí!

Conhecemo-nos meio por acaso, e devido a sua aparência extremamente masculina tive medo de me aproximar. Depois ele disse que também teve medo na minha aproximação pelo mesmo motivo, e ambos rimos disso. Em meia hora de conversa estávamos decididos a ir a um motel.

Lá chegando, nos abraçamos, e no primeiro beijo senti que ele mordera meu lábio. Não dei bola.

Logo em seguida ele segurou meu ombro direito e enfiou um soco no meio do meu peito. Ato reflexo enfiei a mão aberta na orelha dele e o joguei sentado na cama.

Ele saltou de onde estava e veio com a mão fechada para socar meu rosto. Aparei a mão dele com a minha esquerda, e com a direita desferi um murro na boca do estômago que o deixou meio imobilizado.

Já fui vestindo minha roupa, sem desgrudar o olho do velho: se precisasse eu não hesitaria em deixá-lo inconsciente, mesmo que isso pudesse me causar problemas com a polícia.

— Espera… uff… Vamos conversar… — resmungou ele meio apnéico.

Falou que pra ele sexo tinha de ser assim, que ele sentia excitação ao espancar e subjugar o parceiro, e que prometia não bater muito forte pra não me machucar. Retruquei dizendo que pra mim isso é doença, e que sexo pra mim é sinônimo de prazer pra ambos, e muito carinho.

Pra resumir a história: transamos aquela e mais quatro vezes, em todas eu o chupei e o fiz gozar chupando seu cu peludo, mas ele nunca deixou que eu o comesse, e por isso perdi o interesse na transa.

Algumas semanas depois de nossa derradeira trepada eu o encontrei na sauna, gostoso como sempre, apetitoso, perfumado, com o sacão balançando para quem quisesse ver. Muito educado ele disse que infelizmente ia preferir transar com um outro parceiro que era mais compatível com o seu fetiche, pediu que eu não me importasse. Claro que não me importaria, e fiquei feliz com sua delicadeza.

Pouco depois entrei na sauna úmida e ele estava lá, de pau duro, e um rapaz o chupava. Quando me viu entrar, pegou o rapaz pelos cabelos, e socava sua boca contra o mastro. Levantou-se, erguendo o rapaz ainda daquele jeito, e enfiou dois socos no peito dele, tal como fizera comigo da primeira vez. O rapaz não reagiu. O velho largou o cabelo dele, e começou a sentar-lhe a mão aberta na cara e nas orelhas.

O rapaz nem gemia.

Então o velho enfiou um soco no estômago que fez o rapaz arquear. Teve o queixo recepcionado por um joelhaço, e quando caiu no chão úmido e fedorento da sauna levou uns coices pelo corpo. O pau do velho parecia que tinha triplicado de tamanho desde quando eu o conhecera. Seu rosto mostrava um esgar, numa espécie de transe.

O rapaz começou a levantar-se novamente, para outra vez ser surrado até cair semi-inconsciente no piso. Quando o rapaz esteve estirado no chão o velho projetou o púbis e o caralho imenso sobre o rapaz, massageou o mastro de leve, não mais do que quatro punhetadinhas, e gozou litros de gala sobre o rapaz, ensopando seu corpo de esperma e espalhando o cheiro de sexo pelo vapor.

Jamais esquecerei do seu gemido de êxtase, e do pau jorrando leite feito uma torneira.

Saímos os dois dali direto para o chuveiro, e o rapaz ficou estirado no chão, tentando ficar de pé. Convidei-o para ir a um canto reservado para conversarmos, e acabei pela primeira vez comendo aquela bunda que se dizia virgem. Por mais que tenhamos tomado o cuidado de não nos expormos aos demais frequentadores da sauna, o rapaz, ainda ensopado de porra, presenciou a cena em que eu socava meu caralho duro no cu apertado do velho, abrindo-lhe as pregas e depositando meu leite dentro dele, para no final trocarmos um longo e carinhoso beijo.

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