Ficção

Presente de Natal

Era uma tarde quente de verão, às vésperas do Natal, e o que me salvava a vida era o ar condicionado da minha sala. Sofro muito com o calor, porque muito suo, muito sinto-me desconfortável nas altas temperaturas.

Meus colegas já haviam ido embora, e eu só ficara porque um dos servidores de Internet precisava voltar a funcionar antes do feriadão de Natal. Fiquei sozinho na empresa.

De repente ouvi a campainha tocando. Mas não havia expediente externo. Nem interno. Eu não iria atender a porta. E a campainha tocou novamente. Mais uma vez. E outra. Desci as escadas furioso, pronto a mandar aquele filho da puta para bem longe.

Mas que nada! Fiquei paralisado ante a surpresa que o destino me reservava: um homem de seus 50 anos, cabelo grisalho, bem penteado, bigode bem aparado, barba impecavelmente bem feita. Vestia uma camisa leve, gravata, calça de pregas, e sapatos muito bem lustrados. Tanto quanto pude analisei aquela visão escultural que se me apresentava: olhos verdes, barriguinha saliente, uma bundinha empinadinha, e mãos peludas, que me faziam sonhar com o que estaria sob aquela camisa.

— Pois não, em que posso ajudá-lo?

— Eu precisava da ajuda de um dos técnicos do suporte… Tenho de entregar uns relatórios na segunda, e…

— O pessoal do suporte já foi embora. Aliás, a empresa inteira foi.

— Que pena! Bem, desculpe o incômodo, meus relatórios vão ter de esperar.

Disse isso e foi se retirando. Eu tinha de pensar rápido! Não estava nem um pouco disposto a perder a companhia daquele coroa, nem que fosse para ouvir sua deliciosa voz e seu sotaque de italiano.

— Talvez eu possa ajudá-lo. Deixe-me chavear esta porta, e vamos até minha sala, no segundo andar.

— Eu aceito sua ajuda!

“Céus! Ele aceitou minha ajuda! Vou ficar do ladinho desse monumento sabe-se lá até quando!”

Subimos as escadas, e eu fui providencialmente chaveando uma a uma as portas às nossas costas. Enquanto íamos passando pelos diversos setores da empresa, ele ia fazendo perguntas, exalando uma simpatia que era como o seu perfume: embriagante.

Mostrei-lhe meu computador (que tem de papel de parede a foto de dois ursos polares, um deles ainda filhote, abraçados), e ele abriu um sorriso largo, aprovando a imagem que via. Claro, nem por isso pensei que o que viria a acontecer fosse possível ou esperado.

Expliquei-lhe o que estava fazendo, e pedi um tempo para terminar a configuração do servidor, porque era urgente, e já poderia dar-lhe toda a atenção.

— Toda a atenção que mereço?

— Sim, toda. E olhe que eu sou meio detalhista!

— Isso é uma promessa?

Eu não podia acreditar! Ele estava correspondendo ao meu jogo!

Sentei-o a meu lado, de tal sorte que eu podia ver o volume que suas bolas e sua pica faziam sob a calça. Não pude me segurar, e tive uma bela ereção ali mesmo. Fiquei com medo que ele notasse e reprovasse.

— Está quente aqui. Importa-se se eu tirar a gravata? — perguntou-me ele.

— Não, fique à vontade. Eu mesmo já tirei a minha há tempo. Além do mais, estamos só o senhor e eu aqui.

— Não me chame de senhor, chame-me de “você”. Tem mais a ver conosco, que somos quase da mesma idade — disse em tom de brincadeira.

— Não, ainda bem que não somos. Acho que você está na idade de ouro do homem, eu ainda não.

— Por quê?

Seria a chance que eu esperava, de que precisava! Se ele não se melindrasse com os elogios, meio caminho estaria andado!

— Porque a essa altura da vida o homem já está emocional e financeiramente equilibrado, já tem sua família, toda a experiência da vida, além de ser muito mais bonito do que quando jovem. A propósito, não vejo aliança em sua mão…

— Não sou mais casado, … (e contou-me toda a história de sua separação, dos filhos, da ex-mulher).

Eu estava com o pau cada vez mais duro, louco para avançar sobre aquele espécime maravilhoso, beijar seus lábios, lamber seu bigode, morder seu peito, chupar seu cu, suas bolas. Sentei-me de pernas abertas, de modo que ele percebesse minha excitação. Ele fez o mesmo, e começou a passar discretamente a mão sobre o pau que eu percebia ainda estava mole.

Inventei um pretexto para levantar-me, e passei por trás dele. Ao passar, toquei seus ombros suave mas firmemente. Ele estaqueou.

Voltei e ele continuava passando a mão no pau. Meu servidor já estava funcionando, e eu poderia a partir de então dedicar-me totalmente a seduzir aquele coroa lindo e delicioso.

— Onde tem um banheiro? — perguntou-me.

— Lá embaixo no primeiro andar. Terei de ir com você, porque chaveamos todas as portas.

Lá chegando, ele tirou a benga para fora da calça. E que enorme caralho! Ainda estava meio mole, mas era muito grosso, dotado de um prepúcio carnudo que cobria toda a chapeleta, mas que ele facilmente arregaçava ante meus olhos perplexos. Como ele ficou apenas se punhetando, daquele jeito displicente, na minha cara, decidi partir para o ataque. Meti a mão direita naquela piroca gostosa e macia, e a esquerda enfiei em seus cabelos, que puxei com carinho, fazendo-o curvar a cabeça um pouquinho para trás.

Ele gemia e tremia, feito um menino virgem. Tirei meu pau pra fora da calça, e levei a mão do coroa até meu instrumento. Ele segurava timidamente, largava, tornava a pegar… Virei-o de frente, e dei-lhe um beijo na boca. Nossos paus se esfregavam, e senti que ele estava finalmente se soltando, pois seu pinto começava a endurecer.

Beijei sôfrego aquela boca, e ali mesmo, com os lábios colados aos dele, fui tirando sua roupa. Eu não podia acreditar no que eu via! Um corpo muito peludo, de pêlos macios, pretos mas com uma mecha de grisalhos no peito, a barriga saliente, mas duríssima, um pinto enorme, um saco carnudo, e as coxas grossas e cabeludas, macias… Nossas roupas no chão, beijei-o novamente, e virei-o de costas. A visão foi tão estonteante quanto a anterior! Uma bunda grande, peludinha, macia, e durinha. Tive de segurar-me para não cair de boca naquele reguinho cheiroso!

Seu caralho era enorme, e estava meio mole meio duro. Segurei com carinho, sentindo na mão a textura da pele que recobria aquele membro gostoso. Empalmei seu saco, alisei seus pentelhos, beijei seu pescoço. Ele começou a me despir, e conforme ia me tirando a roupa ia beijando a pele que se punha à mostra. Quando dei por mim aquele homem lindo estava de joelhos na minha frente, mamando no meu cacete, que a seu turno saltitava de prazer.

Aproveitei as roupas no chão, e deitei-o ali mesmo, no corredor da firma. Alisei sei corpo inteiro, chupei, beijei, e finalmente abocanhei aquela jeba. A essa altura do campeonato ela estava tão dura quanto a minha, e eu não conseguia pôr direito na boca. Enquanto chupava brincava com suas bolas carnudas, e enfiava um dedo em seu cuzinho. Não podia acreditar que aquele monumento estava ali, ao meu inteiro dispor!

Fizemos um longo 69, e paramos porque ele pediu para curtir mais antes de gozar. Já não sabia quanto tempo estávamos nos amassando, mas não suportava mais a vontade de esporrar sobre aquele corpo lindo de macho coroa.

Pensei em comê-lo, mas não tínhamos camisinha. Então, virei-o de lado, e dei um trato de língua em seu cu peludinho. esse homem urrava de prazer, pateticamente deitado no chão sobre as roupas jogadas. Intensifiquei as lambidas e chupadas, e presenciei algo inédito: ele gozou fartamente sem eu nem tocar em seu pau, apenas com minha língua em seu rabo! Ele tremia de prazer e tesão!

Deitei-me a seu lado, e comecei a me punhetar. Imaginei que após uma gozada daquelas ele quereria descansar um pouco. Mas que nada! Caiu novamente de boca, chupando-me até o gozo! Foi a primeira vez que gozei numa chupada. Quando ejaculei ele engoliu cada gota do meu esperma, e ficou lambendo meu caralho até ele amolecer. Achei que ia morrer de tanto tesão! Que macho!

Saímos dali e fomos para a casa dele, pois ele não poderia ficar vestido com roupas amassadas, suadas e esporreadas. Chegando lá… Bem, chegando lá ocorreu outra história deliciosa, mas que eu conto mais tarde.

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