Histórias Reais

Punhetinha com o Sogrão

12Há alguns anos o Lucas, um velho amigo de meu pai, mudara para perto da nossa casa, e acabei por conhecer o coroa. Era uma delícia de homem: pouco mais de 50 anos na época, cerca de 1,60m de altura e uns 85kg; olhos verdes, cabelo grisalho, peito peludo, braços e pernas fortes, uma bunda redonda que dava água na boca, e um volume considerável entre as pernas. Para completar o quadro ele tinha a voz aveludade, um sotaque meio caipira, e lábios de enlouquecer qualquer um.

Depois que o vi pela primeira vez comecei a aproximar-me, mesmom sem esperanças de que alguma coisa pudesse rolar, haja vista a amizade entre as famílias, e seu jeito sério de homem casado. Embora não fosse meu interesse acabei conhecendo suas filhas, e uma delas acabou por encantar-se por mim, e eu a usava como pretexto para visitar o pai. Quando me dei conta, embora nem mesmo um beijo tivesse jamais dado na menina, as famílias achavam que estávamos namorando, e ela alimentava esse delírio sei lá eu por quê.

Uma tarde eu estava na calçada esperando um ônibus, e o sogrão passou de carro e me viu. Parou e perguntou pra onde eu ia, oferecendo uma carona logo em seguida. Disse que estava só indo dar uma volta, e que seria bom poder conversar comigo até chegar ao meu destino.

Juro que não ouvi uma palavra do que o sogrão dizia, embriagado que estava pelo seu perfume. Não pude evitar uma ereção indisfarçável, e senti o rosto avermelhar quando ele falou “você não está ouvindo uma palavra do que eu digo”, ao parar num semáforo.

Enquanto esperava o sinal abrir ele me deu uma medida de alto a baixo, e quando viu que meu cacete estava duro feito rocha começou a amassar as próprias bolas, sobre as calças. “Vou pegar uma rua secundária porque preciso ir no matinho dar uma mijada”, disse ele olhando para minha barraca armada.

2Ao chegar no matinho que ele citara, descemos do carro, e ele rapidamente tirou o pau pra fora das calças. Era tudo! Um caralho grosso, não muito comprido, ornado pelo sacão rosa e liso. Em vez de mijar ele empunhou o falo com a mão direita, e pegou nas bolas com a esquerda, puxando o sacão para baixo. Ele massageava o cacete com suavidade, fazendo surgir e sumir aquela chapeleta roxa.

Tirei meu caralho pra fora também, chegava a doer de tão duro. Aproximei-me dele, ficando a menos de um metro de distância. Massageave suavemente o pinto porque de tanta excitação eu poderia gozar antes da hora.

O pau de meu assim chamado sogro começou a inchar, e a cabeçorra rosada ficou lisa e brilhosa. O saco encolheu um pouco, para sobrar pele para envolver todo o diâmetro do caralho grosso.

“Nunca imaginei que um gordo pudesse ter um pau grande como esse teu”, disse-me o sogro.

“Nem eu imaginava que o do senhor pudesse ser assim tão grosso”, respondi.

Eu estava louco para cair de boca naquela jeba, passar a língua naquelas bolas macias, beijar aquela boca deliciosa. Queria me engalfinhar com aquele homem, comer seu cu, na verdade queria ficar transando com ele até morrer.

3O sogrão acelerou então a punheta, e pela mudança na respiração percebi que o gozo estava próximo. Não tardou muito e vi aquele cacete jorrando leite, encharcando o chão de sêmen. Queria pegar aquele pau ainda duro para sentir o calor na mão, mas tive receio. Acelerei minha bronha, e logo gozei também.

Ele tirou um lenço do bolso, enxugou o excesso de porra do pau, dobrou o lenço do avesso e mo ofereceu para limpar meu próprio pau. Aceitei, claro.

Voltamos para o carro, e logo eu estava no meu destino.

Ao chegar em casa fui fazer-lhe uma visita, esperando que ele talvez pudesse manifestar algum interesse por mim, mas nada. Semanas passaram sem uma única palavra, até que abrodei o assunto, e ele respondeu dizendo que não sabia do que eu estava falando. Tem cabimento uma hipocrisia dessas?

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