Ficção

Reencontro com Deco

ltuk9a7Certamente não posso me queixar de minha vida sexual, que tem sido plenamente povoada por deliciosos coroas que encontro em minhas andanças. São clientes da empresa em que trabalho, vizinhos, alguns desconhecidos, e até, e principalmente, Deco, meu barbeiro.

Desde que Deco e eu nos encontramos na minha casa que tenho pensado muito nele, em seu corpanzil peludo, em sua piroca dura, seu saco carnudo. Lembro com detalhes de seu cuzinho virgem sendo arrombado por minha pica sedenta, sua bunda branca e peluda ao meu inteiro dispor. Lembro de seus gemidos, de seu pouco jeito pra transar com macho, de sua chupada nervosa.

Um dia, encontrei-o na rua, cmprimentei-o polidamente, mas desejando vê-lo pelado novamente, eninsar-lhe a dar prazer a um homem. Confesso que tive ciúmes da mulher dele, e dos outros caras que agora, certamente, estão loucos pra trepar com ele.

Mas segunda-feira era dia de cortar o cabelo, novamente! Eu não podia esperar pela hora do almoço, para ir à barbearia deliciar-me com meu ursão. Mas não deu. Atrasei-me em uma reunião, e tive de aguardar até a noite. Por várias vezes me vi de pau duro imaginando reencontrar aquele homem.

Ao cair da tarde, corri para a barbearia, que não tinha nenhum cliente, e três barbeiros vadiando. Deco entre eles. Os outros dois eram uns velhos feios, desengonçados. O mais velho dos dois usava uma dentadura ridícula, que inchava seu lábio inferior. O outro era magérrimo, e a cada dois minutos enfava a mão dentro da calça, talvez pra conferir que o pau ainda estivesse ali. Mas Deco não… Aquele macho, casado, coroa, fodedor de bucetas, piçudo, ele era um gentleman! Apavorei-me ante a idéia de que um dos escrotos quisesse cortar meu cabelo, mas decidi que não abriria mão do meu barbeiro cuja virgindade me fôra ofertada.

— Cabelo e barba, Alfredo?

— Isso, Deco. Gostaria que tu fizesses o mesmo que fizeste na vez anterior — disse olhando em seus olhos — mas dessa vez sem esquecer de aparar o bigode.

— Já vamos ver isso. Fica à vontade.

— Só não pode tirar a roupa — disse o escroto com a mão na calça.

— Não te preocupes, não vou ficar dando espetáculo de graça — respondi secamente.

Deco começou a passar a mão em meus cabelos, e eu sentia uma espécie de torpor percorrendo meu corpo. Suas mãos quentes e fortes acariciando minha cabeça me deixavam totalmente relaxado. O caralho também não se continha, e já queria saltar para fora da calça.

— Alfredo, meus colegas são muito xaropes, mas não dá bola a eles, não!

— Eu não venho aqui por causa deles — ia chamá-lo de querido, mas segurei-me a tempo — mas sim pra cortar cabelo contigo.

Senti então as costas de sua mão escorregando pelo meu rosto, o olhar fixo no meu. Inspirei mais fundo, e senti aquele perfume barato e excitante do meu barbeiro. A lembrança do seu corpo nu não me saía da cabeça.

17042074Deco sutil e inteligentemente convenceu seus colegas de que o dia estava encerrado, e que eu certamente deveria ser o último cliente. Ambos saíram, deixando-nos a sós. Eu desejava isso, mesmo. Só estava um pouco incomodado pela grande janela envidraçada, que permitia que qualquer transeunte visse cada detalhe do que estava acontecendo na barbearia.

— Adorei a massa daquele almoço, Deco. Tu cozinhas muito bem.

— Obrigado — disse-me ele secamente.

“Puta merda”, pensei. “O cara não gostou da trepada, e eu estou queimando meu filme. Mas não pode ter sido!”

Tentei desviar a atenção desses pensamentos e lembranças, pois se ele realmente estivesse arrependido, deveria estar odiando a idéia de me cortar cabelo e fazer barba. Mas, então, por que teria mandado os colegas embora?

Deco já estava me aparando o bigode, e eu meio triste, quando ele me perguntou:

— Quer jantar comigo hoje? Posso te mostrar outras especialidades diferentes daquele almoço.

Não sei quanto tempo passou-se entre a pergunta dele e a minha resposta. O fato é que milhões de pensamentos passaram por mim, conjeturei muito acerca de suas intenções, se ele teria gostado da experiência, se estaria apenas me convidando a jantar, ou se suas intenções eram totalmente compatíveis com a minha.

— Claro, Deco! Na minha casa ou na tua?

— Pode ser na minha, se não te incomodares com a presença da minha mulher.

— Não, prefiro na minha.

Seguiu-se um longo sorriso, enquanto aquele deus terminava de me aparar, e de fechar a barbearia. Talvez por não ter se apercebido, talvez para me excitar mais, ele não tirou o guarda-pó branco que usava.

jerry_gTomamos um táxi até minha casa, e já subimos no elevador de mãos dadas.

— Alfredo, desculpa, mas eu fico nervoso na tua companhia. Eu gostei do que aconteceu, e tenho pensado em fazer mais coisas, mas ainda me sinto meio culpado… Afinal, sou um homem casado, tu poderias ser meu filho, e…

Calei sua boca com um beijo. Um beijo tórrido, em que os beiços dos machos se procuravam e se queriam, em que as línguas se entrelaçavam, e que mãos percorriam pescoços, peitos e bundas.

Chegamos em meu apartamento, e deitei meu barbeiro, de roupa e tudo, sobre minha cama desarrumada. Tirei seus sapatos e meias, e fiz uma massagem em seus pés.

— Alfredo, nunca me fizeram massagem nos pés antes… Eu… Eu não…

— Shhhhh! Quietinho aí, moço. Continuei apertando os pés ligeiramente suados de meu homem, arrancando-lhe gemidos. Fi-lo sentar na cama, e tirei sua roupa, deixando-o nu da cintura pra cima. Ele então meu deu um beijo que tinha mais ternura do que lascívia. Um beijo quente, tranqüilo, com a mão empalmando meu rosto.

Tirei o resto de suas roupas, deleitando-me com a visão de sua pica rosada sobre o saco carnudo, seus pêlos por todo o corpo. Estava flácido seu caralho, mas era a mais bela visão que eu poderia ter naquele entardecer.

Notando que meu barbeiro havia apreciado a massagem nos pés, estendi o carinho por todo o seu corpo, demorando-me mais nas coxas, na bunda e nas costas. Ele gemia e suspirava sob minhas mãos fortes, e parecia não estar nem perto do corpo, tamanho o seu nível de relaxamento.

Não preciso dizer que meu caralho estava em ponto de bala, louco pra aproveitar do torpor do meu parceiro para enrabá-lo ali mesmo. Mas eu sabia que a noite estava apenas começando, e que haveria muito mais a ser feito.

Cansado da sessão de massagem, deitei-me ao lado de deco, e vi que seus olhos estavam úmidos.

— Que foi, Deco?

— Eu nunca fui tratado desse jeito por ninguém. Nem mesmo as mulheres mais apaixonadas jamais me fizeram tamanho carinho. Alfredo, eu nem sei o que está acontecendo comigo!

r000_0360Abracei novamente meu homem, que agora parecia apenas um menino de cabelos grisalhos, beijei-lhe a testa, os olhos úmidos, a face e a boca. Massageei suas orelhas, e tirei também minha roupa. Não agüentando mais, levei a mão até seu cacete flácido, e pude sentir o sangue circulando, fazendo-o ficar imediatamente de pé.

Segui beijando seu peito, sugando seus mamilos, lambendo seu umbigo. Cheguei em sua virilha que beijei suavemente, e nas bolas que lambi com gosto. Acabei por abocanhar seu caralho, que já estava duro, arrancando gemidos do sujeito. Enfiei o dedo em seu cuzinho, massageei o anelzinho.

Deco então deitou-me de barriga pra cima, e devolveu todas as carícias, porém em ordem inversa: começou abocanhando meu caralho, pra só depois beijar minha boca. A ternura começou a dar espaço, também, para uma safadeza deliciosa.

— Puta que pariu, que peitos deliciosos tu tens, Alfredo! Adoro passar minha língua nesses pêlos! Adoro essa tua barriga de macho! Estava morrendo de saudade do teu pau!

— Eu também, Deco, não agüentava mais de vontade de trepar contigo! Pega no meu cacete, pega! Chupa e depois vem me beijar, que eu quero sentir na tua boca o gosto do meu pau!

— Claro, safado! Mas tu vais sentir o gosto do meu pau na tua boca! Quero encher tua garganta com meu leite!

Fizemos um meia-nova delicioso, com nossos paus em nossas bocas. Abri bem as pernas, deixando meu cu à mostra, e meu barbeiro então começou a lamber meu rabo.

— Como você faz isso direitinho, Deco!

— É mesmo? Sonhei com o momento de lamber teu rabo! Imaginei que fosse bom, mas não imaginava que fosse tanto! Mas sei como é bom ser lambido, e quero te dar o mesmo prazer…

— Deco, tu estás querendo me comer? É isso?

— É o que mais quero, Alfredo! Cheguei a injeitar cus de machos, porque queria que meu primeiro cu fosse o teu, assim como o teu foi meu primeiro caralho!

Beijamo-nos novamente, abraçamo-nos, e eu estava sinceramente com medo de tomar no rabo aquela piroca enorme do Deco. Agora que suas intenções eram evidentes e indisfarçáveis, seus 19cm pareciam ainda maiores.

Mas meu barbeiro soube amaciar meu cu, e logo eu estava imaginando o tesão que seria sentar naquele mastro. Tornei a chupar sua pica, sorvendo o líquido que escorria pelo buraquinho da glande.

Peguei de uma camisinha e encapei o pau de Deco. Por um lado com pesar, pois queria mesmo era aproveitar aquela delícia nua. Por outro, com satisfação, pois sabia que ele enfiava aquela tora na buceta da mulher, e seria mais do que prudente não misturar as coisas.

Deco me deitou de lado, deu uma cusparada em meu cu, e encostou a cabeça do pau em meu anelzinho. Tentei ficar o mais relaxado possível, para não dificultar aquela enrabada. Temia, também, que a pouca experiência dele com homens pudesse prejudicar o andamento das coisas.

Mas que nada! Ele sabia muito bem como comer um cu! Enfiou a cabeça do pau, e ficou um longo tempo parado, me dizendo safadezas, e me deixando acostumar com o volume que me invadia. Meu tesão ia às nuvens, e se eu tocasse no caralho naquele momento, certamente iria gozar muito. Ele continuou enfiando mais e mais, e eu sentindo minhas entranhas se abrindo para dar passagem àquele macho.

Quando o pau esteve todo enfiado no meu rabo, ele me abraçou forte, passando suas mãos em meu peito.

— Barbeiro safado, sabe comer um cu como ninguém!

— É instinto! Todo macho sabe comer cu de macho, é só fazer!

Deco começou então a me foder, e cada vez que sua pica massageava minha próstata eu tinha a impressão de que ia morrer de prazer. Nunca tinha sido tão bom dar o cu!

De repente, senti que seu pau ficara ainda mais grosso e mais duro, e ele anunciou que ia gozar. Toquei uma punheta rapidamente, e gozei praticamente junto com ele. Nunca vi tanta porra saindo do meu pau! Foram pelo menos seis golfadas de leite, que deixaram minha barriga ensopada.

Deco começou a tirar a pica do meu rabo, e parecia que não terminava mais de sair. Seu pau, realmente, é muito grande!

Ficamos alguns minutos enroscados, sentindo nossos cheiros de machos, o calor dos corpos, quando olhamos para o relógio, e vimos que haviam se passado mais de três horas desde que chegáramos em casa. Tomamos banho, comemos um sanduíche, e meu barbeiro foi pra casa, feliz da vida por ter comido meu cu. Eu fiquei feliz da vida, com o rabo arrombado e latejante, por ter retribuído o prazer que ele me proporcionara dias antes.

Acho que na próxima semana vou ter de tirar um tempo pra ir fazer a barba com o Deco novamente…

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