Ficção

Seu Almeida II

daddy052Seu Almeida e eu saímos do elevador onde passáramos a última hora e fomos ao seu apartamento, sob o pretexto de eu entregar sua sacola de compras que estava comigo.

Tão logo a porta se fechou atrás de nós, o velho partiu para cima de mim, num longo e delicioso beijo. Seus lábios colados aos meus, suas mãos fortes e macias me apertando as costas e as nádegas e sua respiração me deixavam louco.

Tomamos um banho juntos, ocasião em que aproveitei para tocar cada milímetro do corpo dele, principalmente o sacão pendurado e a piroca flácida. Era tanto tesão que eu parecia que explodiria se ele me tocasse o cacete.

Fomos para a cama dele, e ficamos nos amassando por mais algum tempo. A noite já havia caído, e eu estava certo de que só sairia da casa de meu vizinho na manhã seguinte. Num dado momento ele virou com os pés na direção da minha cabeça, insinuando um “69”. Toquei mais uma vez sua piça a esta altura dura como aço, lambi suas bolas, e senti sua boca quente agasalhando minha jeba. Como lambia, como chupava! Que loucura!

Ele então ficou sobre mim, sem tirar a pica de minha boca, e eu pude vislumbrar pela primeira vez seu cuzinho róseo e cheio de preguinhas. Seu sacão caía e tocava meu nariz, e suas coxas grossas roçavam meu rosto. Comecei a massagear aquele botãozinho, deixando meu vizinho trêmulo.

Eu temia que ele gozasse na minha boca antes da hora, o que me fez sair da posição tão agradável. Posicionei-me sobre ele, pondo o caralho sobre seu reguinho. Beijei seu pescoço, lambi suas orelhas, chupei suas costas, e desci até a bunda (maravilhosa!) que mordi, lambi e chupei com gosto. Abri as nádegas, e enfiei a língua naquele cuzinho apertado. Ele gemia, urrava, esperneava. Pus um dedo no seu cuzinho, e meu tesão aumentou. Tirei aquele e enfiei ouro dedo.

— Desse jeito tu me matas! — exclamou meu parceiro.

Dei mais uma gusparada, enfiei os dedos novamente, e desisti de tentar comer aquele rabinho sem muito lubrificante. Fui à cozinha e trouxe manteiga, pois lembro de ter visto o Marlon Brando comendo um cu assim, certa vez. Untei suas preguinhas, espalhei um pouco de gordura no meu pau, e comecei a penetrá-lo. Logo que a cabeça do pau venceu a reistência inicial de suas preguinhas desacostumadas a levar pau, parei de forçar, e fiquei dizendo palavras safadas e carinhosas ao ouvido do velho. Seus cabelos grisalhos me deixavam louco!

Enfiei o pau inteiro, após mais alguns minutos de lenta penetração, e então comecei a fodê-lo. Virei-o nas mais diversas posições, pois queria ver minha pica entrando e saindo do cuzinho do Seu Almeida. Queria também ver seu sacão e seu caralho enorme ao mesmo tempo em que o comia.

Até que não agüentei mais, e avisei que iria gozar. Acelerei as estocadas, e ao mesmo tempo o velho começou a tocar uma punheta. Gozei, e para minha surpresa, ele também. Foi lindo ver aquele cacetão cuspindo leite ao mesmo tempo em que eu havia gozado! Fiquei com o caralho no rabo dele mais um tempo, brinquei mais um pouquinho com suas bolas, espalhei a porra sobre seus pentelhos, massageei sua pica até amolecer. Então tirei o caralho do rabo dele.

Beijamo-nos muito mais, tomamos banho e dormimos. Passei a noite enroscado com aquele coroa delicioso, com quem tive um caso que durou até pouco tempo atrás.

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