Ficção

Seu Almeida

daddy032Estava eu no supermercado, quando vi meu vizinho saindo carregado de compras. Ele é um homem muito bonito, com sessenta anos de idade, bigode muito bem aparado, olhos verdes, cabelos grisalhos. E o principal: um peito peludo, ornado por duas tetinhas durinhas, e uma barriga redonda e firme.

Apressei-me em minhas compras, e saí andando atrás dele, com um tubo de pasta de dentes na mão, observando seu caminhar firme, a passo lento, e sua bunda redonda, acima das coxas grossas. Vi que ele carregava uma série de sacolas, e que aí poderia residir uma chance de aproximação.

— Boa tarde, “Seu” Almeida! Quer ajuda com as sacolas?

— Obrigado, eu me viro… — disse-me ele, timidamente.

— Por favor, vamos para o mesmo prédio, mesmo… Não me custa nada… — e fui levando a mão em direção à dele. Enquanto tomava uma das sacolas para mim, pude sentir a pele macia e quente de sua mão.

Fomos até o prédio, conversando sobre o tempo e sobre o time de futebol. Estávamos já no elevador, eu certo de que minha aventura com o vizinho estava acabando.

Mas o destino às vezes nos reserva umas peças, e dessa vez não seria diferente. Estávamos entre o segundo e o terceiro andares, e o elevador parou, abrindo a porta naquele espaço que só tem concreto. Tentamos mexer nos comandos, apertar a campainha, mas nada conseguimos. De repente o síndico nos gritou pedindo calma, pois a assistência técnica já tinha sido chamada, e iria demorar cerca de uma hora para chegar.

Ante essa notícia, sentei no chão, de pernas abertas, propositalmente deixando meu saco escapar pela perna do calção. Ele olhou para minha mala, duas vezes, e com sua timidez característica desviou o olhar.

— Por que não se senta, “Seu” Almeida?

— Estou muito velho pra sentar no chão.

— Que nada! Depois eu te ajudo a levantar.

— É… Quando eu tinha tua idade não precisava de ajuda para levantar nada…

Do ângulo em que estava, olhando aquele coroa de baixo para cima, eu podia ver seu saco volumoso e bem desenhado sob o pano das calças. O tempo estava correndo, e eu não queria desperdiçar a chance, bem como não queria “queimar meu filme” com o vizinho.

daddy041A essa altura dos acontecimentos meu caralho estava duro como pedra, quase não cabia no calção. Aproveitando uma disfarçada que ele deu olhando para os próprios dedos ajeitei-me de forma a deixar a cabeçorra roxa aparecendo para fora do calção.

Quando ele viu fez o que eu gostaria, mas não tinha esperanças que fizesse: passou a mão no próprio saco, dando umas apertadinhas. Sorri levemente, e ele largou as sacolas, e abriu os botões da calça. Afrouxou o cinto e deixou suas vestes caírem aos pés.

Fiquei hipnotizado pelo que vi: um caralho grosso, róseo, circuncisado, sobre duas enormes bolas de carne. Seus pentelhos eram macios, negros, e suas coxas peludas eram muito firmes. Tirou a roupa e aproximou-se de mim. Roçou o caralho em meu nariz, e acabei abocanhando-o inteiro. Com a mão direita eu massageava seu saco carnudo, e com a esquerda alisava sua bundona branca e macia. Senti sua pica inchando em minha boca, e ouvi seus gemidos incontidos.

— A assistência já vai chegar. Os senhores podem esperar mais um pouco? — perguntou o zelador.

— Está tudo bem — disse o “Seu” Almeida.

Começou a foder minha boca, segurando meus cabelos com as mãos. A meu turno, chupava sua pica enorme, e enfiava meu dedo em seu cuzinho. Acelerou ele o ritmo das estocadas, e acabou por encher minha boca com seu leite quente. A princípio tive um pouco de engulhos, mas acabei sorvendo cada gota daquele néctar.

— Fazia tempo que eu não dava uma gozada tão gostosa. É bom ter um vizinho que chupa assim tão gostoso… Agora levanta, que eu quero ver essa pica dura de perto.

Obedeci, arriando o calção, e fui surpreendido por um delicioso beijo, durante o qual nossas mãos passearam pelo corpo alheio, apertando carnes e sentindo calores. Meu vizinho era o máximo!

Começou, ainda me beijando, a apertar meu caralho em suas mãos, de um jeito que me deixava louco! Fez-me uma chupeta gostosa, e acabei gozando em sua boca, também. Minhas pernas estavam trêmulas, meu saco dolorido, e louco por continuar a brincadeira com “Seu” Almeida.

Mas o tempo estava contra nós, e tínhamos de nos apressar. Mal terminamos de repor nossas roupas e o elevador entrou novamente em funcionamento.

Acabei acompanhando meu delicioso vizinho até seu apartamento (afinal, eu tinha de entregar as compras que estavam comigo), e experimentando do cuzinho mais apertado que já vi na vida. Mas isso é assunto para amanhã…

Copy Protected by Tech Tips's CopyProtect Wordpress Blogs.