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O Urso e o Coroa

Meu nome é Alberto, sou um coroa de 55 anos de idade, 1,78m de altura e 102kg. Tenho o peito forte, assim como o resto do corpo, fruto de ter sido atleta no passado, recoberto de pêlos já grisalhos, da mesma cor dos cabelos e do bigode que cultivo com cuidado. Fui casado por mais de 30 anos, mas por uma fatalidade acabei encontrando a viuvez.

Até três anos atrás, pouco depois da morte de minha esposa, eu tinha uma conduta essencialmente heterossexual, e nunca sequer passara por minha cabeça a possibilidade de ter encontros de natureza sexual com outro macho.

Contudo, tomado por uma grande curiosidade em termos de sexo, acabei percebendo que o universo homossexual era bastante amplo. Lia diariamente no jornal anúncios de acompanhantes masculinos oferecendo seus préstimos a homens solitários, ouvia falar de saunas, de salas de exibição de vídeos eróticos gays, via revistas sobre o tema nas bancas. E a curiosidade aumentava a cada dia. Tanto quanto aumentava a sensação de culpa por estar fazendo uma incursão num terreno tão proibido quanto o homossexualismo.

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No Banheiro do Aeroporto

jim_april_27_002Estava participando de uma reunião de trabalho em um hotel próximo ao aeroporto de Congonhas, e na hora do almoço resolvi ir até lá confirmar minha passagem. Depois de passar no balcão da companhia aérea fui até o banheiro. Ao entrar vi um coroa no mictório e resolvi ficar do lado dele, que quando me viu olhou logo de lado e viu meu pau, olhando com aquela cara de quem está afim

Como o banheiro estava muito cheio resolvi sair e fui lavar as mãos. Fiquei olhando pelo espelho, ele deu uma olhada e saiu. Fui seguindo o coroa até o outro banheiro, e quando chegamos fiquei em um mictório e ele se posicionou no outro ao lado. Como estávamos sós ele pegou no meu pau que já estava estourando de tão duro, mas chegou alguém e tivemos que sair

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O Motorista do Ônibus

O relato que vou apresentar é sobre a oportunidade que tive de realizar uma fantasia de longa data. Assim como eu, tenho certeza que várias pessoas tem essa mesma fantasia. Principalmente as pessoas que gostam de homens coroas. Bom, estou falando isso por que não tem nada mais provocador e excitante que aqueles motoristas de ônibus, coroas, charmosos, com aquela gravata básica e camisa social, que exalam masculinidade por todos os poros.

Certa vez, quando fui prestar vestibular em Porto Alegre, aconteceu. É, quando a gente menos espera, os melhores momentos da vida acontecem. Fui de ônibus lotação, para economizar tempo e dinheiro, já que moro a 140 km de Porto Alegre. Bom, chegando lá, me preparando para procurar a minha sala, ouvi alguém na multidão falar: “me alcança minha carteira de identidade”. Me deu um calafrio e lembrei que havia me esquecido da minha a 140 km dali.

Deu-me uma raiva que eu queria me esbofetear. Meses de estudo para nada. Bom, afinal o que poderia fazer agora. Chateado fui de volta ao ônibus e expliquei ao motorista que riu da minha burrice. Entrei no ônibus e sentei numa janela e só lembrava que teria 4 horas para ficar me torturando até os outros terminarem as provas e ir para casa. Nisso, outro ônibus encostou ao lado do nosso e ao colocar os olhos no motorista, todas as mágoas e problemas desapareceram. QUE HOMEM!!!!! Não consegui tirar os olhos daquele tesão. Usando um óculos escuro daqueles tipo policial americano, manobrava com seus braços fortes e peludos, o volante para estacionar o ônibus.

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A Mala do Titio

18630082Quando tinha 18 anos fui morar com um tio em virtude de minha cidade não possuir estrutura para concluir meus estudos.

Sempre namorei, e adoro uma xota. Entretanto, minha primeira experiência com outro homem foi marcante e inesquecível.

Tinha um corpo normal para um garoto da idade, não mais que 1,80m, 70kg, pêlos distribuído pelo corpo, uma bunda carnuda e um pinto razoável (15cm, porém grosso).

Meu tio, 38 anos, separado, advogado, morava sozinho num apartamento pequeno. Possui um corpo de dar inveja a muitos homens da sua idade. Embora nunca tivesse visto pelado, ou mesmo de cueca, seu corpo peludo, suas pernas torneadas e sua mala chamavam à atenção de qualquer um.

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O Tímido

26Tomás tinha 22 anos de idade, e trabalhava como office-boy numa grande agência de cobrança. Não gostava muito de trabalhar na rua, mas devido à sua timidez ele sabia que não encontraria outro emprego com facilidade, e o dinheiro lhe era muito importante. Suas passagens pela sede da empresa se davam, basicamente, no início do dia e no final da tarde, o que lhe impedia até mesmo de conhecer melhor os próprios colegas.

Um dia suas preces foram atendidas: ao chegar no escritório de manhã para fazer o levantamento do que precisaria fazer, foi avisado pelo gerente da unidade que aquele seria seu último dia no serviço de rua, e a partir do próximo dia ele passaria a receber treinamento no trabalho do escritório.

Foi o mais longo dos dias de trabalho, e até esquecendo da timidez ele se despedia dos conhecidos dos bancos e repartições por onde habitualmente passava, anunciando a boa nova. E no dia seguinte lá estava ele radiante de alegria, mas pálido de nervosismo e medo do desconhecido.

Quem ficou para ensinar-lhe o trabalho era o colega que estava por aposentar-se, o Ernesto. Tomás não sabia se havia sido uma bênção receber o treinamento de Neto (era como chamavam o colega mais velho) ou se era uma provação a que a vida o fazia passar: Neto era um coroa maravilhoso aos olhos de Tomás, que também acreditava que ninguém desconfiasse de suas preferências sexuais, nem de sua virgindade.

Tomás não se incomodava tanto com gostar de homens, mas quando punha-se a pensar nesse assunto ficava muito indignado por gostar de “velhos” e gordos. Seria muito menos fácil do que ser heterossexual, mas ainda assim seria mais fácil gostar de jovens da sua idade. Mas, não, Tomás gostava justamente de homens do tipo de Neto: não que fosse baixinho, mas para alto tampouco servia; gordinho, com uma barriga redonda e dura, os “peitinhos” crescidos, visíveis, coxas grossas, braços fortes, cabelo que brotava da abertura da camisa, grisalho como o da cabeça; e o que enlouquecia o jovem Tomás: uma bunda grande, redonda, firme, que parecia deixar armada a calça social do coroa.

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