O Urso e o Coroa
Meu nome é Alberto, sou um coroa de 55 anos de idade, 1,78m de altura e 102kg. Tenho o peito forte, assim como o resto do corpo, fruto de ter sido atleta no passado, recoberto de pêlos já grisalhos, da mesma cor dos cabelos e do bigode que cultivo com cuidado. Fui casado por mais de 30 anos, mas por uma fatalidade acabei encontrando a viuvez.
Até três anos atrás, pouco depois da morte de minha esposa, eu tinha uma conduta essencialmente heterossexual, e nunca sequer passara por minha cabeça a possibilidade de ter encontros de natureza sexual com outro macho.
Contudo, tomado por uma grande curiosidade em termos de sexo, acabei percebendo que o universo homossexual era bastante amplo. Lia diariamente no jornal anúncios de acompanhantes masculinos oferecendo seus préstimos a homens solitários, ouvia falar de saunas, de salas de exibição de vídeos eróticos gays, via revistas sobre o tema nas bancas. E a curiosidade aumentava a cada dia. Tanto quanto aumentava a sensação de culpa por estar fazendo uma incursão num terreno tão proibido quanto o homossexualismo.

Esta é uma aventura minha com um taxista irresistível que conheci há algum tempo, quando estava fazendo uma auditoria em sistemas informatizados em um grande escritório contábil da capital gaúcha.
Sempre digo que não sou brasileiro, uma vez que as três coisas preferidas do brasileiro são cachaça, futebol e mulher. Algumas vezes, contudo, falando em futebol, assisti umas partidas da Copa pra ver aqueles coroas lindos que ficam nos lugares especiais das arquibancadas, uns torcedores especiais, ou mesmo algum médico ou técnico, prncipalmente da Seleção Brasileira.
Certamente não posso me queixar de minha vida sexual, que tem sido plenamente povoada por deliciosos coroas que encontro em minhas andanças. São clientes da empresa em que trabalho, vizinhos, alguns desconhecidos, e até, e principalmente,