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Posts Tagged ‘deco’

Fetiche: barbeiros

March 9th, 2009
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dscn5001Acho que seria interessante eu admitir: barbeiros me dão tesão, e são meu maior fetiche!

Segunda-feira fui até minha habitual barbearia, mais para ver o Deco do que propriamente para cortar o cabelo. Lá chegando, avistei todos os barbeiros vadiando, entre eles o Deco, e um único fazendo a barba de um negrão. O primeiro da fila veio para me atender, mas não teve nem chance.

— Desculpe, eu sempre corto com o Deco.

Deco, como sempre, estava muito lindo em seu guarda-pó branco, a camisa aberta no peito, expondo aquela mata de pêlos. Estava com a barba crescida, o que me chamou a atenção imediatamente. Afinal, eu nunca havia visto meu barbeiro com a barba por fazer.

Muito seriamente ele começou a cortar meu cabelo. Mal sorria. Pelo espelho eu observava seu rosto bonito, seus lábios que eu desejava novamente, seu cabelo curto. Não conhecesse eu meu barbeiro, pensaria que não haveria a menor chance de eu ter aquele homem novamente.

Enquanto Deco cortava meu cabelo, disfarçadamente tocava meu rosto, massageava meus ombros, meu pescoço, deixei os olhos correrem ante o amplo espelho que havia na minha frente. Foi quando notei que havia um novo barbeiro, que eu nunca havia visto antes. Creio que Deco percebeu meu interesse naquele coroa baixinho, gordinho, calvo, grisalho, com farto bigode, que estava sentado de frente para o espelho, displiscentemente coçando o saco mesmo por sobre a calça jeans.

— Alfredo, já te apresentamos o Macedo, nosso novo colega?

Fiquei atônito. Macedo, por sua vez, ao ouvir seu nome, veio cumprimentar-me.

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Reencontro com Deco

March 9th, 2009
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ltuk9a7Certamente não posso me queixar de minha vida sexual, que tem sido plenamente povoada por deliciosos coroas que encontro em minhas andanças. São clientes da empresa em que trabalho, vizinhos, alguns desconhecidos, e até, e principalmente, Deco, meu barbeiro.

Desde que Deco e eu nos encontramos na minha casa que tenho pensado muito nele, em seu corpanzil peludo, em sua piroca dura, seu saco carnudo. Lembro com detalhes de seu cuzinho virgem sendo arrombado por minha pica sedenta, sua bunda branca e peluda ao meu inteiro dispor. Lembro de seus gemidos, de seu pouco jeito pra transar com macho, de sua chupada nervosa.

Um dia, encontrei-o na rua, cmprimentei-o polidamente, mas desejando vê-lo pelado novamente, eninsar-lhe a dar prazer a um homem. Confesso que tive ciúmes da mulher dele, e dos outros caras que agora, certamente, estão loucos pra trepar com ele.

Mas segunda-feira era dia de cortar o cabelo, novamente! Eu não podia esperar pela hora do almoço, para ir à barbearia deliciar-me com meu ursão. Mas não deu. Atrasei-me em uma reunião, e tive de aguardar até a noite. Por várias vezes me vi de pau duro imaginando reencontrar aquele homem.

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Meu Barbeiro

March 9th, 2009
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chests1451A manhã estava fria, prenunciando inverno, a despeito de estarmos no outono. Uma garoa finíssima me pegara de surpresa, e acabei entrando no salão do Deco, meu novo barbeiro, mais para me proteger do tempo do que para cortar cabelo. Mas, ali estando, seria uma excelente desculpa para passar o tempo.

Era quase meio-dia, e quem veio me cortar o cabelo foi o próprio Deco.

— Como vai, patrão, gostou do corte? Vamos repetir?

— Claro, Deco, não só cabelo como barba e, por favor, não esqueça de me aparar o bigode.

Deco é um sujeito muito atraente. Deve ter uns 50 anos de idade. Tem olhos negros que contrastam com a brancura de sua pele, e seus cabelos grisalhos, meio raros na fronte, são cortados muito curtos. Tem um nariz muito bem desenhado, lábios finos, e um sorriso maravilhoso. Da outra vez em que estive cortando cabelo com ele (e só entrei no salão porque ele era muito atraente, mesmo) já ficara observando os fios de cabelo grisalho que saíam para fora de sua camisa, e para os pêlos que recobriam sua mão.

Com a naturalidade de sempre Deco abriu minha camisa no colarinho, e vestiu-me com a tradicional capa protetora. Cada vez que a pele dele tocava na minha parecia que faíscas elétricas incendiavam meu corpo, e não fui capaz, confesso, de segurar uma ereção que veio instantânea. Para incendiar mais as coisas, ele tinha aquele cheiro suave e barato de talco e loção pós-barba, que em outro homem causariam asco, mas no barbeiro são elementos de puro excitamento.

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