Seu Almeida II
Seu Almeida e eu saímos do elevador onde passáramos a última hora e fomos ao seu apartamento, sob o pretexto de eu entregar sua sacola de compras que estava comigo.
Tão logo a porta se fechou atrás de nós, o velho partiu para cima de mim, num longo e delicioso beijo. Seus lábios colados aos meus, suas mãos fortes e macias me apertando as costas e as nádegas e sua respiração me deixavam louco.
Tomamos um banho juntos, ocasião em que aproveitei para tocar cada milímetro do corpo dele, principalmente o sacão pendurado e a piroca flácida. Era tanto tesão que eu parecia que explodiria se ele me tocasse o cacete.
Estava eu no supermercado, quando vi meu vizinho saindo carregado de compras. Ele é um homem muito bonito, com sessenta anos de idade, bigode muito bem aparado, olhos verdes, cabelos grisalhos. E o principal: um peito peludo, ornado por duas tetinhas durinhas, e uma barriga redonda e firme.