Seu Almeida e eu saímos do elevador onde passáramos a última hora e fomos ao seu apartamento, sob o pretexto de eu entregar sua sacola de compras que estava comigo.
Tão logo a porta se fechou atrás de nós, o velho partiu para cima de mim, num longo e delicioso beijo. Seus lábios colados aos meus, suas mãos fortes e macias me apertando as costas e as nádegas e sua respiração me deixavam louco.
Tomamos um banho juntos, ocasião em que aproveitei para tocar cada milímetro do corpo dele, principalmente o sacão pendurado e a piroca flácida. Era tanto tesão que eu parecia que explodiria se ele me tocasse o cacete.
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Estava eu no supermercado, quando vi meu vizinho saindo carregado de compras. Ele é um homem muito bonito, com sessenta anos de idade, bigode muito bem aparado, olhos verdes, cabelos grisalhos. E o principal: um peito peludo, ornado por duas tetinhas durinhas, e uma barriga redonda e firme.
Apressei-me em minhas compras, e saí andando atrás dele, com um tubo de pasta de dentes na mão, observando seu caminhar firme, a passo lento, e sua bunda redonda, acima das coxas grossas. Vi que ele carregava uma série de sacolas, e que aí poderia residir uma chance de aproximação.
— Boa tarde, “Seu” Almeida! Quer ajuda com as sacolas?
– Obrigado, eu me viro… — disse-me ele, timidamente.
— Por favor, vamos para o mesmo prédio, mesmo… Não me custa nada… — e fui levando a mão em direção à dele. Enquanto tomava uma das sacolas para mim, pude sentir a pele macia e quente de sua mão.
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