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Posts Tagged ‘fetiche’

Meu Barbeiro

March 6th, 2009
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daddy13Eu morei por um ano em Santo André, São Paulo. Esta história se passou lá. Aluguei um apartamento num bairro tranquilo, fora do centro, e comecei a descobrir o “caminho das pedras”, onde ficava a melhor padaria, quando era a feira, onde comprar jornal e revistas, coisas assim.

Nos primeiros dois meses eu cortava meu cabelo no Shopping em São Bernardo, depois descobri, andando pelo bairro em que morava que a duas quadras do meu apartamento havia uma pequena barbearia, daquelas bem tradicionais. Na verdade era uma extensão da casa do proprietário, um anexo lateral que bem poderia ter sido uma garagem no passado, mas agora era uma pequena barbearia com uma só cadeira e um só barbeiro.

Ele era um senhor com cerca de 60 anos, devia ter uns 70kg e 1,70 de altura. Cabelos totalmente brancos, bem cortados, partidos lateralmente da direita para esquerda. Quase sem barriga, o que só se notava quando ele sentava. Em suma era um senhor aparentemente comum (e extremamente atraente para mim).

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Uma Tarde no Consultório

March 6th, 2009
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daddy12Essa é uma história real, e como toda história real que se preze, esta também carece de verossimilhança. Peço também um pouco de suspensão de descrença e tenho certeza que muito leitor vai se identificar com o que aconteceu comigo. Me apresento, sou profissional liberal da área da saúde, casado há 16 anos, tenho três belíssimos filhos adolescentes e uma esposa maravilhosa. Em resumo, sou um cara profissionalmente bem sucedido, vivo bem, com uma família no mínimo fantástica, mas…ei-lo, o tal do “mas” que acaba fodendo com qualquer vidazinha perfeita. Pois muito bem, mas apesar desse aparente quadro de harmonia, vi-me , aos 40 anos, envolvido em desejos que durante tempos eu tentei sufocar. É claro que isso não acontece de uma hora pra outra, isso está latente, pulsando no coração e na cabeça do cacete: o desejo por outro corpo masculino. O fato de haver me conectado à internete também foi algo facilitador (ou seria melhor dizer, desagregador) dessa minha nova maneira de pensar em prazer. Tornei-me um onanista, ou melhor dizendo e bom e velho português de beira de cais: um punheteiro. Portanto vejam, um cara casado, maduro, realizado, a quem nunca colocariam qualquer suspeita de frustração ou tristeza, estava ali, vendo fotos de homens maduros (porque essa é minha obsessão) e fazendo justiça em seguida com as próprias mãos. Ah como eu desejava ter um ursão daqueles, um coroa tesudo, grande, peludo, pra eu me perder e piar feito pintinho perdido. Pois muito bem, num desses bate-papos da internet acabei teclando um sujeito que se dizia casado, timido, 60 anos, já avô, mas que queria muito ter outro cara nas mesmas condições, para que pudesse “brincar” de vez em quando. Essa foi a expressão que ele usou, “brincar”. Não gostei muito dessa história mas ainda assim trocamos e-mails. No dia seguinte recebi enorme mensagem onde ele, para meu espanto, abria seu coraçao e sua identidade para mim. Incrível, eu pensei, como pode ele se arriscar tanto. Forneceu-me fone, local de trabalho, onde morava, tudo. Era um maluco, eu concluí. E acho que foi isso que me despertou o interesse em conhecê-lo. Quem é esse maluco? Liguei pra ele e adorei a voz, voz firme, de macho rodado e maduro. Do meu consultório meu pau deu sinais de alerta. Ele falou coisas sacanas que me deixaram ainda mais caído por ele. Eu tinha que conhecer aquele coroa. Numa sexta-feira, quando reservo um tempo para mim e não marco consulta alguma, fui à minha sala e resolvi ligar pra ele. Atendeu-me e pude perceber pela excitação da sua voz que minha ligação o deixara muito animado. Conversamos longamente e eu, ousado como nunca fora em minha vida, o convidei para que me visitasse no consultório. Fiquei tremendo ao desligar o fone, não sabia como agir. Arrumei um pouco a sala, que dispõe de um pequeno sofá e uma cama onde examino os pacientes. Ele chegou e bateu na porta, eu quase desmaiei de medo. Ao abrir a porta deparei-me com um belíssimo exemplar de homem maduro, de estatura baixa, muito branco e lisinho (este era o seu defeito), cerca de 1,60, devia pesar uns 80 quilos o que fazia dele uma espécie de pequeno papai-noel imberbe. Tinha olhos azuis profundos e um sorriso lindo e sacana. Apresentou-se e apertou fortemente a minha mão. Eu estava trêmulo e ele notou. Sorriu amigavelmente para mim e, inesperadamente, mostrou-me um pequeno embrulho: Trouxe para nós dois. Era um saco de papel com várias camisinhas e um tubo de gel. Minha respiração acelerou-se, meu pau acordou. Ele me abraçou gentilmente e disse que sempre sonhara com o dia em que teria um macho nos braços. Eu senti algo muito duro entre suas pernas, o meu amigo tinha um pau enorme, era espantoso. Ele abriu a calça e pediu carinhosamente que eu o chupasse. Eu tentei argumentar que nunca tinha feito aquilo, que não era sensato sexo oral sem camisinha, que não deveria…mas logo estava ajoelhado e com tudo aquilo desajeitadamente em minha boca. Era demais, eu chupava e ele me acariciava os cabelos me chamando de filhinho. Era um pau muito branco, de cabeçona vermelha. Uma delícia chupar aquilo, um sacão macio, muito gostoso e perfumado. Eu não acreditava que tudo aquilo estivesse acontecendo. Ele então, cansado de ficar em pé, sentou-se no sofá, tirou a bermuda e a cueca, pediu que eu fizesse o mesmo. Abriu bem as pernas e pediu que o mamasse. Parecia um sultão e eu sua concubina, mamando gostosamente aquele coroa delicioso. Ele pediu-me que eu o chupasse com a bunda mais próxima ao alcance de suas mãos e começou a massagear meu reguinho, chuapava o dedo e metia no meu rabinho, devagar e sempre. Eu adorava tudo aquilo. Ele disse que me queria penetrar. Recusei. Mas recusei de uma forma tal que no fundo queria dizer: me come, pelo amor de Deus. E é claro que ele sabia disso. Foi tudo muito rápido, eu fiquei de joelhos no sofá, ele em pé, roçando aquela rola em meu anelzinho. Senti quando ele forçou e a cabecinha penetrou-me. Abafei o grito trincando os dentes. Duvidei que aguentasse tudo aquilo. Mas ele parou, ficou me acariciando as costas, lambendo meu pescoço, e começou uma metidinha intermitente: forçava, parava, forçava, tirava, e assim foi até que eu senti os pentelhos dele em minha bunda e ele disse em meu ouvido. Você é todo meu agora, relaxe. E eu fiquei por alguns minutos me sentindo completamente preenchido. Uma sensação única e maravilhosa. Só quem já deu o cu pode saber o quão é maravilhoso sentir um homem te dominando, espada cravada em seu território e você ali, sendo a prenda e o prêmio. Eu gozei num jato absurdo de porra que explodiu na parede. Ele, aproveitando-se do meu gozo, meteu fundo e forte e gemeu gostosamente enquanto me despejava seu esperma maduro e maravilhoso. Ficamos extasiados e cansados. Enquanto nos limpávamos no banheiro da sala, ele me contou que desde que se aposentara começara a pensar mais profundamente em ter um amante masculino e que queria que eu fosse esse amante. Que eu me guardasse só para ele. Recusei a proposta pois queria ainda pensar em tudo aquilo que tinha acontecido. Não me sentia preparado para um relacionamento ainda. Nos falamos ainda outras vezes e a cada dia que passa mais estou inclinado a ligar pra ele e convidá-lo para uma consulta.

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O Cabaço do Síndico

March 6th, 2009
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daddy10Eu recém havia mudado para um novo prédio, num bairro próximo ao Centro, e não conhecia ninguém na vizinhança. Todas as pessoas pareciam caladas, taciturnas, e nem crianças por perto havia. Eu era o único solteiro do prédio, que era habitado principalmente por casais de meia-idade.

Era uma sexta-feira à tarde, no outono, e eu chegava do trabalho um pouco mais cedo que de costume. Não teria como não notar o homem que estava sentado diante do portão do prédio: completamente calvo, olhos negros, muito graúdos, uma pele alva, rosada até, bigode grisalho, e sobrancelhas negras e grossas. Era baixinho, mas muito encorpado, forte mesmo, e tinha uma barriga espetacular. Eu podia ver, ainda, os tufos de cabelo grisalho saindo para fora de sua camisa, bem como seus braços recobertos por farta penugem negra. Vestia uma bermuda que deixava à mostra um belíssimo par de coxas fortes e peludas, e entre elas um “pacote” volumoso. Desacelerei o passo para poder ficar mais tempo admirando aquele monumento.

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O Amigo de Papai

March 6th, 2009
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daddy07Meu pai tem um amigo de quem é inseparável. Têm a mesma idade, mais ou menos, e muitos interesses comuns. Saem juntos para pescar, para fazer compras, para falar sobre a vida. E essa amizade já vem de longa data, pelo menos uns 20 anos.

Eu tinha 19 anos e fazia o curso técnico de eletrônica. Meu dia era bem puxado, pois eu passava as manhãs e as tardes no colégio, e um pedaço da noite usava para aprontar os trabalhos de pesquisa.

Era uma tarde chuvosa, e o professora não pudera ir trabalhar. Acabamos todos indo pra casa cedo, e eu não imaginava o espetáculo que estava por presenciar.

Vi que o amigo de meu pai estava lá em casa, pois sua caminhonete estacionada na frente de nossa garagem não deixava dúvidas. Fiz a volta pelos fundos e entrei pela cozinha. Não ouvi barulho em casa, e fiquei intrigado. Fui até o quarto de meus pais, e a porta entreaberta me deixava ver algo incrível: meu pai de quatro tomando ferro do seu amigo!

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Meu Aluno Preferido

March 5th, 2009
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Graças à minha profissão é comum que eu seja convidado a dar aulas particulares de informática, e tenho a fama (por que será?) de ter especial paciência com os alunos mais velhos, que normalmente apresentam uma certa tecnofobia.

Era uma tarde muito mais do que fria do típico inverno gaúcho. Meu celular tocou, e era um de meus alunos me convidando a um café, pois um amigo seu estaria precisando de meus préstimos. Por coincidência eu estava a menos de uma quadra do local onde eles estavam, o que me permitiu rapidamente estar na companhia deles.

Ao pousar os olhos sobre o amigo de meu aluno tive de segurar os impulsos para não agarrá-lo ali mesmo, no meio do mundo: 70 anos, 1,80m, 100kg, olhos azuis luminosos, calvo, totalmente grisalho. Presumi que fosse todo peludo, pelo que podia enxergar de sua mão.

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admin Histórias Reais , , , ,

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