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Posts Tagged ‘massagem’

Sérgio e Heitor

March 11th, 2009
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chuck-002Sérgio tinha pouco menos de trinta anos quando perdeu sua razão de viver, Gilberto, que tinha poucos meses de idade a mais. Foi-lhe verdadeiramente difícil aceitar a perda, tanto pela maneira estúpida como o outro se fora, quanto pelo fato de Gilberto estar na estrada àquela noite indo resolver um assunto pendente de Sérgio, em outra cidade. Isto criou nele um previsível sentimento de culpa que o fez mal sair de casa durante muito tempo, nem mesmo para trabalhar.

Um dia, contudo, a culpa principiou a cessar, e Sérgio passou a procurar alternativas para seus dias de tristeza e solidão depressiva. Acabou então juntando-se a uma ONG que se ocupava de mandar pessoas a hospitais, asilos e orfanatos para cuidar da aparência dos internos. Nos lugares onde os internos tinham poder aquisitivo eles colhiam donativos que eram distribuídos nas instituições mais necessitadas.

Sérgio não tinha grandes habilidades manuais, mas gostava de cortar as unhas dos velhinhos que já não tinham mais flexibilidade para cuidarem dedicadamente dos próprios pés. Nos dias de teatro infantil no orfanato seu “trabalho” era ficar sentado no chão, no meio das crianças, acolhendo no colo tantas quantas fosse possível, e tomando o cuidado para não dar colo a uma mesma criança novamente antes que todas tivessem tido oportunidade.

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Reencontro com Deco

March 9th, 2009
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ltuk9a7Certamente não posso me queixar de minha vida sexual, que tem sido plenamente povoada por deliciosos coroas que encontro em minhas andanças. São clientes da empresa em que trabalho, vizinhos, alguns desconhecidos, e até, e principalmente, Deco, meu barbeiro.

Desde que Deco e eu nos encontramos na minha casa que tenho pensado muito nele, em seu corpanzil peludo, em sua piroca dura, seu saco carnudo. Lembro com detalhes de seu cuzinho virgem sendo arrombado por minha pica sedenta, sua bunda branca e peluda ao meu inteiro dispor. Lembro de seus gemidos, de seu pouco jeito pra transar com macho, de sua chupada nervosa.

Um dia, encontrei-o na rua, cmprimentei-o polidamente, mas desejando vê-lo pelado novamente, eninsar-lhe a dar prazer a um homem. Confesso que tive ciúmes da mulher dele, e dos outros caras que agora, certamente, estão loucos pra trepar com ele.

Mas segunda-feira era dia de cortar o cabelo, novamente! Eu não podia esperar pela hora do almoço, para ir à barbearia deliciar-me com meu ursão. Mas não deu. Atrasei-me em uma reunião, e tive de aguardar até a noite. Por várias vezes me vi de pau duro imaginando reencontrar aquele homem.

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O Blefe

March 6th, 2009
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daddy101Eduardo morava nas proximidades do Corpo de Bombeiros desde criança. Todos o conheciam na vizinhança, e o tinham na conta de bom moço, de exemplo de virtude, pois desde adolescente viu-se na condição de arrimo de família.

Além dos sofrimentos que uma situação destas naturalmente implicaria, como dificuldades financeiras, falta de estudo, uma mãe desequilibrada e alcoolista, irmãos pequenos para sustentar, ele ainda sofria uma dor quase inconfessável, a de ter preferência por homens. Mas não quaisquer homens, como os colegas de trabalho ou da escola. Eduardo gostava de homens maduros, grisalhos, barrigudos, calvos. Os traços da idade atraíam o jovem, que continha seus sentimentos no mais absoluto segredo.

Antero só tivera na vida um emprego. Aos 18 anos ingressara na Corporação, e orgulhava-se muito de ter salvado muitas vidas no mar, ter ajudado a conter incêndios terríveis, e principalmente de ter ido muito a escolas para fazer palestras e ajudar os professores em sala de aula. Ele dizia que só com educação seria possível tornar o mundo um lugar melhor para se viver.

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Acredite se Quiser

March 6th, 2009
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daddy051Quem freqüenta este site sabe que aqui publicam-se contos eróticos. Ficção. Imaginação. Fantasia. Alguns são verossímeis, e de tão verossímeis somos capazes de apostar que são ficcionais mesmo, porque tudo dá certo demais. Outros, relembrando Santo Agostinho (que disse “credo qui absurdum est”, creio porque é absurdo, ao referir-se ao de que é capaz um ser humano), são tão estapafúrdios que bem podem ser verdadeiros, depoimentos e desabafos de quem passou pelas situações.

O texto que hoje trago aos assinantes, depois de tantos anos sem escrever, é uma transcrição de um episódio por que passou um grande amigo meu, em que eu só acreditei porque meu amigo não mente.

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