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Punhetinha com o Sogrão

12Há alguns anos o Lucas, um velho amigo de meu pai, mudara para perto da nossa casa, e acabei por conhecer o coroa. Era uma delícia de homem: pouco mais de 50 anos na época, cerca de 1,60m de altura e uns 85kg; olhos verdes, cabelo grisalho, peito peludo, braços e pernas fortes, uma bunda redonda que dava água na boca, e um volume considerável entre as pernas. Para completar o quadro ele tinha a voz aveludade, um sotaque meio caipira, e lábios de enlouquecer qualquer um.

Depois que o vi pela primeira vez comecei a aproximar-me, mesmom sem esperanças de que alguma coisa pudesse rolar, haja vista a amizade entre as famílias, e seu jeito sério de homem casado. Embora não fosse meu interesse acabei conhecendo suas filhas, e uma delas acabou por encantar-se por mim, e eu a usava como pretexto para visitar o pai. Quando me dei conta, embora nem mesmo um beijo tivesse jamais dado na menina, as famílias achavam que estávamos namorando, e ela alimentava esse delírio sei lá eu por quê.

Uma tarde eu estava na calçada esperando um ônibus, e o sogrão passou de carro e me viu. Parou e perguntou pra onde eu ia, oferecendo uma carona logo em seguida. Disse que estava só indo dar uma volta, e que seria bom poder conversar comigo até chegar ao meu destino.

Juro que não ouvi uma palavra do que o sogrão dizia, embriagado que estava pelo seu perfume. Não pude evitar uma ereção indisfarçável, e senti o rosto avermelhar quando ele falou “você não está ouvindo uma palavra do que eu digo”, ao parar num semáforo.

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O Sequestro

freundinLogo no início de minha carreira trabalhei em uma empresa de importação e exportação que se caracterizava, principalmente, pela rigidez com que se tratavam todas as relações comerciais e pessoais relacionadas aos negócios. Isso era reflexo, naturalmente, do seu diretor, filho do fundador da empresa, o Dr. Vilmar.

Todos gostavam dele, mas de certa forma também o temiam. Ele não admitia erros, e preferia pagar qualquer preço do que manter um colaborador que tivesse, algum dia, errado em algum dos procedimentos. Da mesma forma, não admitia que os clientes reclamassem de um funcionário da empresa. Se algo assim acontecesse, e chegasse a seus ouvidos, era demissão na certa. Havia vários casos conhecidos na empresa de ex-funcionários que além de terem recebido todas as verbas rescisórias referentes a uma demissão por justa causa, ainda haviam ficado alguns meses recebendo salário mesmo sem trabalhar, apenas para não pisarem mais na firma.

A meu turno, levei alguns meses até conhecer pessoalmente o Dr. Vilmar. Devido à natureza não tão nobre de meu trabalho, e ao horário diferenciado por causa da faculdade, as chances de nós nos encontrarmos eram reduzidas.

Da primeira vez em que eu o vi as circunstâncias não eram propriamente favoráveis para mim. O telefone tocara, e eu atendi como de costume: “Expedição, Alfredo”. Foi um erro. Banal para qualquer pessoa, terrível para mim, devido às circunstâncias, e para o Dr. Vilmar, devido a seu temperamento. Na verdade, era ele telefonando do orelhão em frente à empresa para fazer “benchmark” da qualidade do atendimento telefônico. “Rapaz, no seu treinamento não lhe disseram que toques longos no ramal indicam uma ligação oriunda de uma linha externa, e que toques curtos indicam uma ligação oriunda de ramal? E por que você não atendeu o telefone com o cumprimento adequado? Aguardo o senhor em minha sala dentro de quinze minutos, e sem atrasos, bem entendido?”

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Tio Nero

f425607s2Não é novidade pra ninguém que gosto muito de fazer sexo com um coroa, que eu me sinto atraído pelos sinais do tempo no rosto de um homem, por uma barriguinha peluda e proeminente, por uma bunda carnuda, por cabelos grisalhos, e principalmente por aqueles coroas que normalmente não estariam trepando por aí, em saunas e outros ambientes congêneres.

Sempre li, aqui e em outros lugares, relatos eróticos com notas incestuosas, de filhos comendo ou dando para os pais, sobrinhos e tios, essas coisas, e sempre achei que fossem coisa de gente doente, tanto pra ficar inventando quanto pra ficar contando esse tipo de coisa. Até que o destino me preparou uma surpresa e tanto…

Minha família tem origens italianas, e boa parte dos meus parentes tem traços típicos dessa cultura. Eu, entretanto, não sou muito ligado a tais aspectos, até por causa do estilo de vida que escolhi para mim. Não me sinto bem naqueles almoços dominicais, regados a vinho, com um bando de mulheres fofocando e cozinhando, os caras bebendo e falando asneira, e uma criançada correndo alucinada por toda parte.

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Medo de Avião

chaperoneCaros Amigos.

Devo, antes de mais nada, confessar que apesar de ser um homem despachado, vivido, experiente, apesar de ainda nem ter chegado aos 30 anos de idade, apesar de tudo isso eu nunca havia voado. Mas a hipótese de um novo emprego em São Paulo, que me renderia seis vezes meu salário atual, me fez embarcar num vôo numa sexta-feira pela manhã rumo à Cidade da Garoa.

Enquanto aguardava no aeroporto, não pude deixar de externar o nervosismo natural daqueles que pela vez primeira embarcam num avião. Como também não pude deixar de notar os belos homens que por ali andavam.

Um, em especial, fez-se notar sobremaneira. Na sala de espera sentou-se a meu lado, de tal forma que eu podia sentir o seu perfume, lendo um livro que eu não conseguia identificar. Aparentava uns 45 anos (mas tinha 62, soube mais tarde), gordinho, calvo, dono de olhos verde-azulados, lábios lindos, bigode. Uma vez que ele vestia uma calça informal e camisa pólo, pude perceber que ele era muito peludo, e que tinha um considerável volume entre as pernas. Vi que não era gaúcho pela maneira de falar (sempre usando “você”, jamais um “tu”).

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O Chapéu Panamá

— Que pouca vergonha — balbuciou Osvaldo com o nariz grudado na vidraça da janela da sala, observando o pátio do vizinho.

— Saia daí, homem, que mania de ficar cuidando da vida dos vizinhos!

— Não é a vida dos vizinhos, estou observando é aquele gavião filho da puta agredindo a filha do Ernesto. É como se fosse minha filha também, ou pelo menos minha sobrinha.

Osvaldo e Ernesto eram conhecidos desde a infância, mas foi mesmo no quartel que a amizade floresceu. Contrariando todas as possibilidades os dois serviram juntos no mesmo pelotão, dormiram quase sempre no mesmo alojamento, tiravam folgas quase sempre juntos, deram baixa no mesmo dia, e conheceram, namoraram e casaram quase sempre nas mesmas épocas. Ficaram um tempo afastados, mas logo que Osvaldo soube onde Ernesto morava tratou de mudar para a mesma cidade, e mais uma vez contrariando todas as probabilidades, comprou uma casa ao lado da casa do amigo.

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