Decálogo do Chupador de Paus
Chupar um pau é algo mais do que colocá-lo na boca e succionar, em meio a uma mistura de língua, dentes, lábios e muita saliva. É um ato de prazer a dois e uma homenagem que um homem presta a outro.
A escolha do pau, ou do homem que o porta, é fundamental. Avaliar bem o volume que se forma na calça; a maneira como o homem se comporta e caminha;, o gesto com a mão, natural, com que acomoda o material na cueca, distraidamente; o interesse dele em você, as vezes tímido, outras determinado; todos são fatores que antecipam uma grande chupada.
Se a sorte está de seu lado e o cara que você paquerou está a seu lado, no banheiro mijando, então, há outros elementos para avaliar. A forma como ele segura o pau, o jorro forte do mijo, as sacudidas vigorosas que dará no pau ao finalizar a mijada e a maneira disfarçada com que faz essa performance, desejando que você esteja assistindo e querendo-o (coisa que você estará fazendo), são indicativos precisos da chupada que poderá vir a acontecer. Se o macho que você escolheu, nos corredores do shoping ou no cinema, é o mesmo que está a seu lado, de pau na mão, terminou de mijar e segue manuseando, levemente o pau, que vai endurecendo, aos poucos, você é um cara de sorte: esse cara quer uma mamada, tanto quanto você quer chupá-lo.
Tomás tinha 22 anos de idade, e trabalhava como office-boy numa grande agência de cobrança. Não gostava muito de trabalhar na rua, mas devido à sua timidez ele sabia que não encontraria outro emprego com facilidade, e o dinheiro lhe era muito importante. Suas
Logo no início de minha carreira trabalhei em uma empresa de importação e exportação que se caracterizava, principalmente, pela rigidez com que se tratavam todas as relações comerciais e pessoais relacionadas aos negócios. Isso era reflexo, naturalmente, do seu diretor, filho do fundador da empresa, o Dr. Vilmar.
Tem certas coisas que realmente me deixam de saco muito cheio, mas nada como essa época de final de ano, natal, ano-novo, a hipocrisia institucionalizada. Não existe, tampouco, nada pior que as tais trocas de presente de “amigo oculto”, que consegue ser ainda pior quando dou o azar de sortear ou ser sorteado por alguém que não faço a menor idéia de quem seja.