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A Mala do Titio

18630082Quando tinha 18 anos fui morar com um tio em virtude de minha cidade não possuir estrutura para concluir meus estudos.

Sempre namorei, e adoro uma xota. Entretanto, minha primeira experiência com outro homem foi marcante e inesquecível.

Tinha um corpo normal para um garoto da idade, não mais que 1,80m, 70kg, pêlos distribuído pelo corpo, uma bunda carnuda e um pinto razoável (15cm, porém grosso).

Meu tio, 38 anos, separado, advogado, morava sozinho num apartamento pequeno. Possui um corpo de dar inveja a muitos homens da sua idade. Embora nunca tivesse visto pelado, ou mesmo de cueca, seu corpo peludo, suas pernas torneadas e sua mala chamavam à atenção de qualquer um.

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Tio Cláudio

08072007494Nasci em uma família de moldes tradicionais, de moral judaico-cristã, que tinha como peculiaridade o fato de ser ausente. Se hoje condenam-me por não visitar pais e tios, creio que isso seja meramente um reflexo de como fui criado.

Fui precoce em muitos aspectos, como aprender a usar e a programar computadores sozinho antes dos 14 anos de idade (na época em que esses aparelhos custavam muitos milhares de dólares, devido à reserva de mercado), ou aprender eletrônica apenas lendo e pesquisando livros e revistas. Mas no que diz respeito a relacionamentos amorosos e sexuais, tive uma iniciação tardia, bem mais tardia do que seria normal em nossa cultura.

Eu tinha 21 anos, e era um jovem deprimido, frustrado, pois sabia que era homossexual, e sentia-me culpado por isso. Mais ainda, sentia-me culpado por não gostar de jovens, e sim de homens maduros, gordos, calvos, enfim, bem distantes do padrão de beleza comercial corrente. Se entre os heterossexuais eu era rechaçado por ser gay, entre os gays eu era rechaçado por gostar de “velhos”.

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Tio Nero

f425607s2Não é novidade pra ninguém que gosto muito de fazer sexo com um coroa, que eu me sinto atraído pelos sinais do tempo no rosto de um homem, por uma barriguinha peluda e proeminente, por uma bunda carnuda, por cabelos grisalhos, e principalmente por aqueles coroas que normalmente não estariam trepando por aí, em saunas e outros ambientes congêneres.

Sempre li, aqui e em outros lugares, relatos eróticos com notas incestuosas, de filhos comendo ou dando para os pais, sobrinhos e tios, essas coisas, e sempre achei que fossem coisa de gente doente, tanto pra ficar inventando quanto pra ficar contando esse tipo de coisa. Até que o destino me preparou uma surpresa e tanto…

Minha família tem origens italianas, e boa parte dos meus parentes tem traços típicos dessa cultura. Eu, entretanto, não sou muito ligado a tais aspectos, até por causa do estilo de vida que escolhi para mim. Não me sinto bem naqueles almoços dominicais, regados a vinho, com um bando de mulheres fofocando e cozinhando, os caras bebendo e falando asneira, e uma criançada correndo alucinada por toda parte.

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Tio Duque

daddy081O ano não sei bem, mas já fazia um tempo que eu tinha sido mandado embora do exército. Disseram que eu tinha sofrido um acidente e ficado com problema de coluna, mas isso foi só pra meu pai, digo, meu padrasto, não se chatear comigo. Ele tinha muito orgulho de seu “filho” de criação ter servido exército, e queria muito que eu seguisse carreira. Se ele soubesse que o real motivo de eu ter sido expulso das tropas era eu ser fraco e medroso, chegando a provocar detenções diariamente apenas para não precisar integrar-me aos outros milicos, ele se decepcionaria muito, e ninguém precisava disso.

Saí do exército e voltei para a estância, que era onde eu me sentia seguro, entre a criação, no meio da peonada mais velha, perto da minha mãe, a única pessoa que me restara da minha família original. E eu a ela, era o único que restava da família.

Meu padrasto era homem muito bom, embora não fosse de demonstrar carinho ele pegou muito amor por minha mãe e por mim. Acho até que, de certa forma, quando eu voltei do exército ele se aliviou, pois nunca disse uma palavra de reprovação, embora o sonho dele era que eu fosse capitão do exército. Por que capitão, e não coronel ou general? Não sei.

Meu padrasto tinha um afilhado, cujo nome verdadeiro eu não sei, e nem qual o grau de parentesco dos dois. Só sei que uma vez a cada quinze ou vinte dias o Tio Duque, como éramos acostumados a chamá-lo, ia lá pra casa e passava uma temporada, tipo uma ou duas semanas, já que a estância dele ficava bem distante, e para valer a pena tinha que ficar bastante, pois só de viagem era algo como um dia inteiro a cavalo.

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