Histórias Reais

Uma Tarde no Consultório

daddy12Essa é uma história real, e como toda história real que se preze, esta também carece de verossimilhança. Peço também um pouco de suspensão de descrença e tenho certeza que muito leitor vai se identificar com o que aconteceu comigo. Me apresento, sou profissional liberal da área da saúde, casado há 16 anos, tenho três belíssimos filhos adolescentes e uma esposa maravilhosa. Em resumo, sou um cara profissionalmente bem sucedido, vivo bem, com uma família no mínimo fantástica, mas…ei-lo, o tal do “mas” que acaba fodendo com qualquer vidazinha perfeita. Pois muito bem, mas apesar desse aparente quadro de harmonia, vi-me , aos 40 anos, envolvido em desejos que durante tempos eu tentei sufocar. É claro que isso não acontece de uma hora pra outra, isso está latente, pulsando no coração e na cabeça do cacete: o desejo por outro corpo masculino. O fato de haver me conectado à internete também foi algo facilitador (ou seria melhor dizer, desagregador) dessa minha nova maneira de pensar em prazer. Tornei-me um onanista, ou melhor dizendo e bom e velho português de beira de cais: um punheteiro. Portanto vejam, um cara casado, maduro, realizado, a quem nunca colocariam qualquer suspeita de frustração ou tristeza, estava ali, vendo fotos de homens maduros (porque essa é minha obsessão) e fazendo justiça em seguida com as próprias mãos. Ah como eu desejava ter um ursão daqueles, um coroa tesudo, grande, peludo, pra eu me perder e piar feito pintinho perdido. Pois muito bem, num desses bate-papos da internet acabei teclando um sujeito que se dizia casado, timido, 60 anos, já avô, mas que queria muito ter outro cara nas mesmas condições, para que pudesse “brincar” de vez em quando. Essa foi a expressão que ele usou, “brincar”. Não gostei muito dessa história mas ainda assim trocamos e-mails. No dia seguinte recebi enorme mensagem onde ele, para meu espanto, abria seu coraçao e sua identidade para mim. Incrível, eu pensei, como pode ele se arriscar tanto. Forneceu-me fone, local de trabalho, onde morava, tudo. Era um maluco, eu concluí. E acho que foi isso que me despertou o interesse em conhecê-lo. Quem é esse maluco? Liguei pra ele e adorei a voz, voz firme, de macho rodado e maduro. Do meu consultório meu pau deu sinais de alerta. Ele falou coisas sacanas que me deixaram ainda mais caído por ele. Eu tinha que conhecer aquele coroa. Numa sexta-feira, quando reservo um tempo para mim e não marco consulta alguma, fui à minha sala e resolvi ligar pra ele. Atendeu-me e pude perceber pela excitação da sua voz que minha ligação o deixara muito animado. Conversamos longamente e eu, ousado como nunca fora em minha vida, o convidei para que me visitasse no consultório. Fiquei tremendo ao desligar o fone, não sabia como agir. Arrumei um pouco a sala, que dispõe de um pequeno sofá e uma cama onde examino os pacientes. Ele chegou e bateu na porta, eu quase desmaiei de medo. Ao abrir a porta deparei-me com um belíssimo exemplar de homem maduro, de estatura baixa, muito branco e lisinho (este era o seu defeito), cerca de 1,60, devia pesar uns 80 quilos o que fazia dele uma espécie de pequeno papai-noel imberbe. Tinha olhos azuis profundos e um sorriso lindo e sacana. Apresentou-se e apertou fortemente a minha mão. Eu estava trêmulo e ele notou. Sorriu amigavelmente para mim e, inesperadamente, mostrou-me um pequeno embrulho: Trouxe para nós dois. Era um saco de papel com várias camisinhas e um tubo de gel. Minha respiração acelerou-se, meu pau acordou. Ele me abraçou gentilmente e disse que sempre sonhara com o dia em que teria um macho nos braços. Eu senti algo muito duro entre suas pernas, o meu amigo tinha um pau enorme, era espantoso. Ele abriu a calça e pediu carinhosamente que eu o chupasse. Eu tentei argumentar que nunca tinha feito aquilo, que não era sensato sexo oral sem camisinha, que não deveria…mas logo estava ajoelhado e com tudo aquilo desajeitadamente em minha boca. Era demais, eu chupava e ele me acariciava os cabelos me chamando de filhinho. Era um pau muito branco, de cabeçona vermelha. Uma delícia chupar aquilo, um sacão macio, muito gostoso e perfumado. Eu não acreditava que tudo aquilo estivesse acontecendo. Ele então, cansado de ficar em pé, sentou-se no sofá, tirou a bermuda e a cueca, pediu que eu fizesse o mesmo. Abriu bem as pernas e pediu que o mamasse. Parecia um sultão e eu sua concubina, mamando gostosamente aquele coroa delicioso. Ele pediu-me que eu o chupasse com a bunda mais próxima ao alcance de suas mãos e começou a massagear meu reguinho, chuapava o dedo e metia no meu rabinho, devagar e sempre. Eu adorava tudo aquilo. Ele disse que me queria penetrar. Recusei. Mas recusei de uma forma tal que no fundo queria dizer: me come, pelo amor de Deus. E é claro que ele sabia disso. Foi tudo muito rápido, eu fiquei de joelhos no sofá, ele em pé, roçando aquela rola em meu anelzinho. Senti quando ele forçou e a cabecinha penetrou-me. Abafei o grito trincando os dentes. Duvidei que aguentasse tudo aquilo. Mas ele parou, ficou me acariciando as costas, lambendo meu pescoço, e começou uma metidinha intermitente: forçava, parava, forçava, tirava, e assim foi até que eu senti os pentelhos dele em minha bunda e ele disse em meu ouvido. Você é todo meu agora, relaxe. E eu fiquei por alguns minutos me sentindo completamente preenchido. Uma sensação única e maravilhosa. Só quem já deu o cu pode saber o quão é maravilhoso sentir um homem te dominando, espada cravada em seu território e você ali, sendo a prenda e o prêmio. Eu gozei num jato absurdo de porra que explodiu na parede. Ele, aproveitando-se do meu gozo, meteu fundo e forte e gemeu gostosamente enquanto me despejava seu esperma maduro e maravilhoso. Ficamos extasiados e cansados. Enquanto nos limpávamos no banheiro da sala, ele me contou que desde que se aposentara começara a pensar mais profundamente em ter um amante masculino e que queria que eu fosse esse amante. Que eu me guardasse só para ele. Recusei a proposta pois queria ainda pensar em tudo aquilo que tinha acontecido. Não me sentia preparado para um relacionamento ainda. Nos falamos ainda outras vezes e a cada dia que passa mais estou inclinado a ligar pra ele e convidá-lo para uma consulta.

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